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Ofertas públicas de ações, debêntures e outros ativos estão bombando, mas boa parte delas não é aberta às pessoas físicas. Mas você pode conseguir pegar carona num fundo de investimento…
Volumes captados por fundos imobiliários e ofertas de ações até novembro deste ano já são os maiores das suas séries históricas, segundo dados da Anbima
A renda variável foi destaque, com R$ 78,3 bilhões em captações realizadas por meio de follow on e IPOs, de janeiro a novembro, contra R$ 11,3 bilhões no mesmo período de 2018
Fundos de ações chegaram a uma captação líquida de R$ 67,5 bilhões, quase três vezes ante o mesmo intervalo de 2018 e se destacaram como a classe que mais atraiu recursos até novembro
Operações como emissões de ações e debêntures somam R$ 282 bilhões entre janeiro e setembro e expectativa é de crescimento
Entre as categorias de multimercados, a que teve mais captação foi a livre, responsável por R$ 32,3 bilhões até o último mês
Acordo foi assinado com a empresa Taquari após a identificação de potenciais falhas na precificação de ativos de crédito privado em sua carteira de fundos administrados
Juro baixo e perspectiva de recuperação econômica estimulam empresas a buscarem recursos no mercado de capitais e investidores a buscarem investimentos que possam render mais
Desse volume, R$ 57,6 bilhões foram de emissão de ações, R$ 211,3 bilhões de renda fixa e híbridos e outros R$ 66,2 bilhões no mercado externo
Números divulgados pela associação mostraram que de janeiro a agosto, as empresas levantaram R$ 117,4 bilhões com esses instrumentos
Investidores pessoas físicas ultrapassaram a marca de R$ 3 trilhões em investimentos pela primeira vez; apesar de poupança ainda ser forte, volume investido em renda variável e debêntures aumentou bastante
Desse total, R$ 1,176 trilhão vem do segmento private, R$ 968,7 bilhões no varejo de alta renda e R$ 912,7 bilhões do varejo tradicional
Resultado foi mais de quatro vezes maior do que o balanço positivo do mesmo mês do ano passado (R$ 4,98 bilhões)
Recorde anterior havia sido alcançada na primeira metade de 2017, diante de uma captação líquida de R$ 128,9 bilhões
Uma vez aprovada a reforma, Comitê Macroeconômico da Associação diz ter dúvidas sobre a intensidade de aceleração do Produto Interno Bruto
Dados da associação mostram que o volume total registrou uma queda de 9% em relação ao mesmo período do ano passado
Para a associação, a concorrência pelas debêntures de infraestrutura, que contam com isenção de imposto para pessoas físicas, vai se resolver com o aumento no volume de emissões
Operações com renda variável apresentaram alta no período, mas títulos de dívida, debêntures e captação externa empurraram o resultado para baixo
De acordo com informações divulgadas nesta segunda-feira, o montante ficou abaixo da média de R$ 55,8 bilhões dos últimos cinco anos
De acordo com dados da associação, a alta foi puxada pela transação entre a Suzano Papel e Celulose e Fibria