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Bolsas caíram no Brasil e no exterior em reação a ataque americano que matou autoridade iraniana
Bolsas iniciaram o dia em queda no mundo inteiro em razão de ataque americano que matou autoridade de alto escalão do Irã; país persa prometeu retaliação
Os dados mais fortes do Caged deram fôlego ao Ibovespa e fizeram o índice superar os 115 mil pontos pela primeira vez na história, marcando a terceira sessão consecutiva em que o índice chega a novas máximas
O Ibovespa começou o dia em baixa, cedendo a um movimento de realização de lucros após os ganhos recentes. No entanto, o tom positivo visto nas bolsas americanas, somado aos números fortes de geração de emprego no país, fazem o índice cravar novas máximas
Impulsionado pelo bom desempenho das ações da Petrobras e dos bancos, o Ibovespa recuperou as perdas de ontem e chegou a uma nova máxima de fechamento. O dólar teve leve alta, mas continua em R$ 4,06
O Ibovespa encontra espaço para um ligeiro movimento de alta, em meio à ausência de novidades na ata do Copom e ao clima de tranquilidade no exterior
O Ibovespa teve a segunda baixa consecutiva, refletindo o clima de cautela que tomou conta dos ativos globais nesta terça-feira. Lá fora, os mercados ficaram de olho nas movimentações da guerra comercial — e, ao menos por enquanto, não há nada definido entre EUA e China
O setor aéreo liderou as perdas do Ibovespa nesta terça-feira, com as ações da Gol e da Azul fechando em queda. Itaú e Banco do Brasil também caíram
O Ibovespa cedeu a um leve movimento de correção e fechou em baixa, interrompendo a sequência de cinco altas consecutivas. Já o dólar à vista teve uma nova sessão de alívio, chegando à mínima em um mês.
O Ibovespa abriu o pregão desta segunda-feira em alta, dando continuidade aos ganhos da semana passada. O dólar à vista oscila perto do zero a zero, com um leve viés negativo.
O Ibovespa cravou a quinta alta consecutiva nesta sexta-feira e chegou a mais um recorde de fechamento, aso 111.125,75 pontos. O dólar à vista acumulou perdas de mais de 2% na semana, voltando a R$ 4,14
A perspectiva de manutenção dos juros em níveis baixos deu forças às ações de varejistas, como a Via Varejo, e de construtoras, como MRV e Cyrela
Apesar da cautela vista nos mercados globais, o Ibovespa conseguiu equilibrar a partida e fechar em leve alta de 0,03%. Por aqui, o otimismo em relação ao resultado do PIB no terceiro trimestre serviu para neutralizar o pessimismo vindo de fora
As ações da MRV sobem forte após o resultado do PIB mostrar uma expansão firme da construção civil; Já a Smiles tem a maior queda do Ibovespa
Em meio ao feriado nos EUA, o dólar à vista conseguiu passar por uma onda de despressurização, motivada pela estratégia de atuação do BC e por dados econômicos mais animadores
As ações da Via Varejo sobem após o Citi mostrar-se otimista em relação à empresa; já os papéis dos bancos caem em bloco, em meio às preocupações com o cheque especial
Declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, estressaram os mercados e fizeram o dólar disparar nesta terça-feira. A moeda chegou a bater os R$ 4,27 no momento de maior pressão, mas duas atuações do BC trouxeram algum alento à divisa
Com o dólar a R$ 4,24, empresas com custos em dólar, como as aéreas Azul e Gol, tiveram um dia ruim na bolsa. Já as exportadoras Suzano, Gerdau e outras fecharam em alta
O dólar à vista teve um dia de pressão intensa, chegando a tocar o nível de R$ 4,27 no momento de maior tensão. Após duas atuações do Banco Central, a divisa se afastou das máximas, mas ainda fechou em alta firme e atingiu um novo recorde de encerramento
Medida anunciada nesta quarta-feira, 9, ocorre após conclusão de inspeção de frota e vai afetar 3% dos clientes