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O bilionário falou em coletiva na última terça-feira sobre os próximos passos da Neuralink, uma das empresas da qual é investidor. Musk deseja acelerar o progresso da comunidade científica rumo à integração entre mente e inteligência artificial, usando já em 2020 o dispositivo em humanos
Apesar de não ser a única cabeça por trás do projeto, o bilionário Elon Musk finalmente trouxe mais detalhes sobre seu plano de integrar a mente humana à inteligência artificial e à internet.
Na noite da última terça-feira (16), o empresário fez uma coletiva transmitida ao vivo sobre a Neuralink, startup de neurotecnologia da qual é co-fundador. A grande novidade é que a empresa pretende colocar dispositivos no cérebro humano já a partir do terceiro trimestre do ano que vem. Mas como?
Segundo Musk, a empresa está desenvolvendo um sistema em que um dispositivo com 4 milímetros de comprimento seria implantado na mente humana. O chip, resumido por ele como uma "interface cérebro máquina", estimularia o funcionamento de neurônios por meio de fios ultrafinos de eletrodos.
Ainda de acordo com o empresário, fios e máquina seriam inseridos no paciente por um robô em um procedimento seguro e indolor. Um feixe de laser perfuraria o crânio com pequenos orifícios - que medem um quarto do diâmetro de um fio de cabelo. "Não é como uma grande operação, é equivalente a um tipo de Lasik (cirurgia de olho a laser)", comentou na coletiva.
A discussão sobre o equipamento ser capaz de criar a "simbiose entre mente humana e inteligência artificial" é ampla e antiga, beirando a ficção científica. Criar a comunicação direta entre cérebro e computadores e o upload de informações para o conhecimento humano parece mesmo surreal.
Mas, para além de possibilidades que mexem com nosso imaginário, o projeto deve ter um potencial uso médico já desde o começo. Max Hodax, presidente da Neuralink, mostrou-se otimista quanto à possibilidade de usar o sistema para tratar doenças como Alzheimer e Parkinson e para o controle de próteses.
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O dispositivo também teria a capacidade de "preservar e melhorar" as funções do cérebro, e também compreender melhor o funcionamento do órgão.
A "interface cérebro máquina" caminha a passos largos na fase de testes. Por enquanto, animais foram usados para testar o dispositivo, tópico que a dupla de fundadores admite ser "sensível". Quando questionado sobre resultados na coletiva, Musk afirmou que as respostas são "muito positivas" e que até "um macaco já se mostrou capaz de controlar um computador com a sua mente".
Na segunda-feira (15), um laboratório de pesquisa da Neuralink fez uma apresentação de como o dispositivo com os fios de eletrodo funcionam conectados ao cérebro de um rato. No animal, o dispositivo reconhecia informações de 1500 eletrodos - os atuais sistemas usados em humanos são muito inferiores, captando apenas 100 eletrodos.
Cumprir o prazo proposto por Musk será um desafio frente a vários obstáculos que a startup precisa encarar. A comunidade médica alerta para o risco de danos cerebrais, inflamação e cicatrização do dispositivo. Cientistas lembram que o sucesso em animais nem sempre se traduz em bons resultados em humanos.
Há, ainda, toda a questão burocrática. A Neuralink precisa de aprovação da FDA (Food and Drug Administration) para seguir com a inovação.
Fundada em 2016, a Neuralink já recebeu mais de US$ 100 milhões de financiamento de Elon Musk, segundo o jornal New York Times.
Com base na Universidade da Califórnia, em Davis, a startup tem uma equipe de 90 funcionários - entre eles estão alguns dos maiores neurocientistas dos mundo. No começo, a empresa foi fundada para ajudar pacientes que sofriam de lesões cerebrais. Com a entrada do investimento de Musk, o empreendimento passou a promover as capacidades do pensamento cognitivo humano frente aos grandes avanços tecnológicos.
Vale lembrar que, além da startup de neurotecnologia, Musk está diretamente envolvido com uma série de outras empresas que desafiam fronteiras da nossa imaginação. No comando da fabricante de foguetes SpaceX, o bilionário tem a missão não apenas de levar vida humana a Marte, mas também de povoar o planeta vermelho. Segundo ele, essa é a única alternativa da espécie para lidar com a escassez de recursos na Terra.
Enquanto o projeto interplanetário não se concretiza, o magnata procura soluções para melhorar a vida por aqui. São os casos da Tesla, que busca popularizar carros elétricos de alta performance, e da Solar City, empresa especializada em painéis solares.
Quer mais? O bilionário ainda tem como projetos pessoais o Hyperloop, meio de transporte futurista que faria uma viagem entre São Paulo e Rio em apenas 20 minutos, e a Boring Company, que busca criar uma rede subterrânea de túneis em Los Angeles, nos EUA.
Sim, Elon Musk, é uma pessoa só.
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