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Nesta edição, João Piccioni compara o clássico de David Bowie com os modelos quantitativos do renomado gestor Jim Simons.
BC não percebeu alterações no cenário econômico e parece pessimista demais, mas ata do Copom, IPCA-15 e RTI devem ajudar a esclarecer essa visão
Talvez haja um pessimismo exagerado do mercado após a decisão do Copom — e a ata de amanhã pode ser a primeira catálise para mudar isso
E ainda: os melhores investimentos com a Selic a 10,75% a.a.
Além da Petrobras, dos Correios e das loterias, também bombou no SD a notícia sobre o rombo bilionário deixado pelas teles para o governo
Leitor está interessado em título do Tesouro Direto, mas teme que, por ser um investimento de renda fixa, seja negativamente impactado pelos juros em queda
Temos que admitir que, apesar da troca truculenta de comando, Nelson Kaufman é um profundo conhecedor do negócio que ele ergueu praticamente do zero
Copom cortou os juros para 10,75% e indicou mais um corte 0,5 ponto porcentual na próxima reunião de política monetária
O tão sonhado dia em que a taxa de juros dos EUA passaria a cair foi adiado pelo Federal Reserve
Nesta coluna de João Piccioni, o CIO da Empiricus Gestão explica a importância de identificar certos pilares nas ações antes de montar um portfólio.
Banco do Japão promove primeira elevação de juros em 17 anos; no Brasil, resultados do 4T23 da Magazine Luiza e Braskem agitam o mercado
A última semana se encerrou no Brasil com volatilidade no mercado financeiro, antecipando decisões importantes de juros ao redor do mundo
A semana é recheada de reuniões de política monetária, com decisões de juros na Austrália, Turquia, México, Rússia, Inglaterra e no Brasil
E também: evento gratuito discute cenário macroeconômico e descobrimos as ações ‘queridinhas’ dos fundos americanos
Ele prometeu que ia assumir a criança e pagar pensão alimentícia, mas depois voltou atrás; o que ela pode fazer?
O mercado não puniu as ações da estatal porque só se importa com dividendos: a petroleira já gastou bilhões de dólares em ativos que não bateram a Selic e, em alguns casos, trouxeram prejuízos para a companhia — mas há chance dessa história ser diferente à frente
“Nada é mais forte do que uma ideia cujo tempo ainda não chegou, mas está chegando em breve”
Estamos chegando ao final do primeiro trimestre do ano e, por enquanto, não vemos nenhum sinal de alívio do pulso de liquidez que valorizou os mercados até aqui. O sincronismo nos discursos dos Bancos Centrais, agora focados no afrouxamento monetário, e os gastos “sem dó” da maior parte dos governos pelo mundo afora, tem mantido […]
O Bitcoin e o ouro atingiram recentemente picos históricos, beneficiados pela redução dos rendimentos dos Treasuries e pela desvalorização do dólar.
Uma dúvida me persegue: por que a Bolsa brasileira performa tão mal? Não falo deste ano ou dos últimos 24 meses… me refiro a intervalos longos