O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pesquisa CNI Ibope capta 35% de ótimo e bom para o presidente agora em abril e percepção sobre o noticiário envolvendo o governo ajuda a explicar o resultado
A pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que Jair Bolsonaro tem a pior avaliação entre presidentes eleitos em início de mandato. Para 35% da população sua gestão é “ótima ou boa” em abril, contra 34% em março e 49% em janeiro.
Para dar base de comparação, Fernando Henrique Cardoso tinha 41% em março de 1995, Luiz Inácio Lula da Silva mostrava 51% em março de 2003, e Dilma Rousseff marcava 56% em 11 março.

A pesquisa também permite fazer algumas inferências dos motivos que levam a essa queda de popularidade. Notadamente um noticiário percebido como negativo pela população e uma agenda pouco popular, a reforma da Previdência, como a mais lembrada.
Para 39% dos entrevistados, o noticiário recente tem sido mais desfavorável ao governo, enquanto 23% consideram que tem sido mais favorável.
A reforma da Previdência é a notícia mais lembrada por 12%, seguida por suas viagens internacionais (7%), o 13º salário para os beneficiários do Bolsa Família (4%) e reajuste de combustíveis (4%).
Leia Também
A esses tópicos podemos somar as diversas polêmicas envolvendo o governo, como queda de ministros, como o da Educação, e outros temas envolvendo seus filhos, o vice-presidente, Hamilton Mourão, o filósofo Olavo de Carvalho e suas trocas de farpas nas redes sociais. São coisas que geram ruído e deixam a percepção de desorganização dentro do governo.
Ainda assim, 51% dos entrevistados aprovam a maneira de governar e o mesmo percentual diz confiar no presidente. O que não deixa de ser uma boa notícia. Para 45%, o restante do governo poderá ser "ótimo/bom".
Bolsonaro já disse, mais de uma vez, que não acredita em pesquisas, afinal nenhum instituto captou sua chance de vitória ao longo do período eleitoral.
Ainda assim, essas sondagens podem ajudar o governo a direcionar melhor seus esforços de comunicação, que ainda parecem restritos à uma base fiel de eleitores, na casa dos 20%, que ajudou a eleger o presidente, mas não conversam com o resto dos “votos”, que vieram da onda anti-PT que marcou as eleições.
O presidente parece perder popularidade dentro dessa faixa “menos fiel”, mas que ainda segue acima dos 20% “mais fies” que sempre o apoiaram.
Essa base continua sendo corretamente cativada. É com ela que o presidente fala por suas redes sociais, mas seria interessante ver uma ampliação para outros públicos, notadamente mulheres e residentes do Nordeste, onde sua aprovação se limita a 25% e 58% não confiam nele.
Tentar melhorar a comunicação e a percepção parecer ser a saída no momento, já que o lado econômico não deve gerar notícias positivas tão cedo. Empresários e mercados seguem aguardando a reforma da Previdência para contratar e fazer investimentos e nada indica que termos esse marco aprovado e gerando resultados no lado real da economia tão cedo.
Exército se prepara para a possibilidade de operações prolongadas caso o presidente Donald Trump ordene um ataque contra o Irã
Banco Central informa que 5.290 chaves Pix do Agibank tiveram dados cadastrais expostos após falha pontual no sistema da instituição
O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil
Uma alteração momentânea no ano passado fez a cidade se tornar a primeira capital cerimonial do país no século XXI
O Instituto Federal do Ceará (IFCE) divulgou dois editais de concurso público voltados a professores e técnicos administrativos
Dados do FGV IBRE revelam a maior insatisfação dos trabalhadores brasileiros
As loterias da Caixa costumam parar somente aos domingos e nos feriados nacionais. Elas terão calendário alterado durante o Carnaval. Confira a seguir.
Lotofácil foi a única loteria a fazer novos milionários na rodada de quinta-feira. Ganhador recorreu à chamada “teimosinha”.
Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público
Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários
Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar
Pré-carnaval em São Paulo teve superlotação e foliões precisaram de ajuda médica; veja como evitar a situação
O ganhador ou a ganhadora do concurso 3611 da Lotofácil pode dizer que viveu na pele uma história que só acontecia no cinema — até agora; demais loterias (11) sorteadas ontem acumularam.
Pagamentos começam hoje e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Eleições perderam peso nos preços dos ativos, e investidores estrangeiros seguem otimistas com o país
Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar
“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC
Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na terça-feira. Dia de Sorte pagou o maior valor da noite. Estimativa de prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 55 milhões.
Economistas enxergam ambiente mais favorável para cortes no Brasil do que nos EUA, mas com limites impostos pelos altos gastos públicos