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O Mercado Livre ganhou os naming rights do estádio com uma proposta de aproximadamente R$ 1 bilhão para explorar o espaço por 30 anos.
Inaugurado em 1940, o estádio mais tradicional da cidade de São Paulo vive dias distantes de seus tempos áureos. O Estádio Paulo Machado de Carvalho, reinaugurado como Mercado Livre Arena Pacaembu no aniversário da cidade, em 25 de janeiro de 2025, na final da Copinha entre São Paulo e Corinthians, tem enfrentado dificuldades para receber grandes confrontos do esporte bretão — e também para fechar as contas.
O estádio, que já serviu como segunda — e, por muitas vezes, primeira — casa para o Trio de Ferro (Corinthians, Palmeiras e São Paulo), além do Santos, recebeu apenas nove partidas de futebol profissional desde a controversa reforma realizada entre 2021 e 2025.
A obra transformou o espaço em uma arena multiuso, reduziu sua capacidade para 26 mil lugares e resultou na demolição do “Tobogã”, o famoso setor laranja que dará lugar a um hotel.
O complexo pertence à Prefeitura de São Paulo e, desde 2019, ainda na gestão do então prefeito Bruno Covas, foi concedido à iniciativa privada, sob liderança da empresa Allegra Pacaembu.
O Mercado Livre ganhou os naming rights do Pacaembu com uma proposta de aproximadamente R$ 1 bilhão para explorar o espaço por 30 anos.
No ano passado, porém, dos 146 eventos realizados no complexo, 75% não tiveram ligação com o futebol, com maior concentração em shows e eventos corporativos. O levantamento é do portal ge.
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Ainda assim, a gestão do estádio, que precisa faturar cerca de R$ 150 milhões por ano para não ficar no prejuízo operacional, arrecadou apenas R$ 104 milhões ao longo de 2025.
Se a clara preferência da gestão do Pacaembu por eventos fora do universo da bola já afasta os grandes clubes de São Paulo de mandarem jogos no estádio, outro fator também contribui para esse distanciamento: o gramado sintético.
A opção faz sentido do ponto de vista financeiro, uma vez que o custo de manutenção do sintético é bastante inferior ao do gramado natural. Para quem joga, porém, é como se isso contribuísse para que o Pacaembu perdesse o charme.
Publicamente, grandes jogadores como Lucas Moura, Neymar e Memphis Depay já demonstraram serem contra ao que muitos chamam de piso de plástico, a ponto de se recusarem a atuar em estádios com esse tipo de superfície.
Ainda que o Pacaembu pudesse parecer uma opção atrativa para o Palmeiras — que utiliza gramado sintético no Allianz Parque e frequentemente precisa mandar partidas fora de seu estádio devido à alta demanda por shows — o “plano B” do clube alviverde vai bem, obrigado.
Isso porque a Crefipar, empresa ligada à presidente Leila Pereira, assumiu a gestão da Arena Barueri por 35 anos, desde 2023, e transformou a agora chamada Arena Crefisa Barueri em uma segunda casa para o time principal do Palmeiras, apesar das claras dificuldades e reclamações da torcida para chegar no estádio.
A “nova Portuguesa”, que renasceu como SAF (Sociedade Anônima do Futebol), chegou a surgir como alternativa para mandar jogos no Pacaembu. No entanto, o adiamento das obras de reforma do Canindé e o alto custo de aluguel do estádio — em torno de R$ 250 mil — afastaram o interesse do clube rubro-verde.
A reportagem entrou em contato com a Mercado Livre Arena Pacaembu mas não obteve retorno até a publicação. O espaço segue aberto.
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