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Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master
O que começou como uma sequência de críticas nas redes sociais ao Banco Central, logo após a liquidação do Banco Master, passou a chamar a atenção das autoridades. Agora, o episódio pode ganhar contornos policiais.
A Polícia Federal analisa se houve uma atuação coordenada para pressionar autoridades e instituições envolvidas no processo de liquidação do banco — movimento que pode resultar na abertura de um novo inquérito. A informação foi divulgada pelo Estadão.
Neste momento, investigadores da PF conduzem uma análise preliminar para organizar dados, cruzar informações e produzir um relatório técnico.
É esse documento que vai embasar a decisão sobre a existência ou não de indícios suficientes de crime para justificar a abertura formal de uma investigação.
A apuração ocorre em paralelo a outro inquérito já em andamento, que trata de suspeitas de crimes financeiros relacionados à tentativa de venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB).
Pouco antes da virada do ano, instituições e autoridades diretamente envolvidas no processo de liquidação passaram a ser alvo de uma ofensiva intensa nas redes sociais.
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Segundo o Broadcast, o volume e o tom das publicações chamaram a atenção pela simultaneidade e pela convergência de argumentos.
Os conteúdos colocavam em xeque a credibilidade de órgãos como o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), questionavam a decisão do BC e ecoavam críticas à liquidação do banco — que segue sob análise do Tribunal de Contas da União (TCU).
Embora nomes como Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, e Isaac Sidney, presidente da Febraban, tenham aparecido em algumas menções, o foco principal dos ataques foi Renato Dias Gomes, então diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC.
Foi ele quem assinou o veto à proposta de compra do Banco Master pelo BRB — decisão considerada central para o desfecho do caso.
A escalada digital não se deu de forma espontânea, ao menos segundo relatos colhidos pelas autoridades. Alguns influenciadores afirmaram publicamente ter sido procurados para criticar o Banco Central e defender o Banco Master.
Não demorou para que postagens com esse tipo de abordagem começassem a circular. Um levantamento da Febraban mostra que o pico da mobilização ocorreu em 27 de dezembro, quando foram registradas 4.560 publicações sobre o tema em um único dia.
Dois influenciadores dizem ter recusado as propostas. Um deles é o vereador de Erechim, Rony Gabriel. A outra é a influenciadora Juliana Moreira Leite. Ambos relataram abordagens com o objetivo de produzir conteúdo crítico ao Banco Central.
Rony Gabriel afirma que foi procurado em 20 de dezembro por uma empresa que se apresentou como especializada em “gerenciamento de reputação para um grande executivo”. Segundo o vereador, a proposta envolvia a produção de vídeos para seus perfis nas redes sociais defendendo a tese de que o Banco Master seria “vítima do Banco Central”.
De acordo com o relato, a empresa buscava recrutar perfis alinhados à direita, sob o argumento de uma disputa política “contra o sistema”, envolvendo “esquerda e Centrão”. O projeto teria o nome de DV — iniciais de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Ainda segundo Gabriel, foi enviado um contrato de confidencialidade que previa multa de R$ 800 mil em caso de descumprimento.
Somente após a assinatura do termo teria ocorrido uma reunião remota em que foram detalhadas as diretrizes do conteúdo: vídeos questionando a rapidez da liquidação e sugerindo a abertura de apurações no TCU contra o Banco Central, segundo Gabriel.
Os valores oferecidos pela produção dos conteúdos não foram divulgados.
Agora, cabe à Polícia Federal avaliar se essa movimentação ultrapassou os limites da liberdade de opinião e entrou no campo de ações coordenadas.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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