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Fundos de maior risco continuaram a sofrer resgates, enquanto os fundos de crédito privado, muitos dos quais incentivados, foram as grandes estrelas de captação do ano
Os fundos de investimento brasileiros encerraram 2025 com uma captação líquida de R$ 88,4 bilhões, abaixo dos R$ 123,6 bilhões registrados em 2024, segundo dados divulgados nesta quinta (8) pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).
Em anos de Selic tão elevada, os investidores acabam preferindo os títulos de renda fixa, o que reduz a força da indústria de fundos e drena recursos sobretudo das classes de maior risco, como ações e multimercados.
Mas dentro da indústria de fundos vem ocorrendo um fenômeno específico: não só a preferência dos investidores pelos fundos de renda fixa, que vêm oferecendo remuneração elevada com baixo risco, como também a predileção específica pelos fundos de crédito privado, principalmente aqueles isentos de imposto de renda, que investem em debêntures incentivadas de infraestrutura.
Com isso, os fundos de ações e multimercados continuaram perdendo recursos em 2025, mesmo apresentando boas rentabilidades. Por outro lado, os fundos de renda fixa continuaram a apresentar captação líquida positiva, puxados sobretudo pelos fundos de crédito privado.
Os fundos multimercados viram resgates líquidos de R$ 58,9 bilhões em 2025, mesmo com uma rentabilidade acumulada de 15,3%, segundo o Índice de Hedge Funds Anbima.
As subclasses mais rentáveis apresentaram retornos médios de 22% (long & short neutro), 21,5% (long & short direcional) e 19,1% (capital protegido) no ano passado.
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Já os fundos de ações viram saídas líquidas de R$ 54,5 bilhões no ano, mesmo com uma alta de 34% do Ibovespa e de 35,7% da subclasse índice ativo, que reúne os fundos que buscam superar seus índices de referência.
A renda fixa, por sua vez, viu captação líquida positiva de R$ 84,3 bilhões, apesar da rentabilidade menor. A subclasse mais rentável foi a de duração média grau de investimento, que reúne os fundos que aplicam ao menos 80% da carteira em títulos públicos federais, os quais renderam 14,5% em média, ante um CDI de 14,3% no ano.
A campeã de captação dentro da classe de renda fixa, porém, foi a subclasse duração livre crédito livre, que reúne os fundos que podem alocar mais de 20% da carteira em títulos de médio e alto risco de crédito, tanto no mercado doméstico quanto no externo. É o caso das debêntures, incentivadas ou não.
Esses fundos de crédito privado captaram R$ 148,4 bilhões em 2025 e tiveram retorno médio de 14,08%.
Apesar do desempenho ruim da captação dos fundos multimercados e de ações no ano passado, há sinais de que uma recuperação pode estar a caminho.
No caso dos multimercados, houve grande desaceleração nas perdas em relação a 2024, quando os resgates líquidos somaram R$ 349,1 bilhões nessa categoria.
Além disso, em 2025, o desempenho negativo da captação se concentrou nos dois primeiros trimestres, sendo que os dois últimos apresentaram captação líquida positiva.
Já entre os fundos de ações, as saídas líquidas em 2025 foram maiores que os R$ 16,3 bilhões do ano anterior, mas os dois últimos trimestres tiveram desaceleração nos resgates líquidos.
Em coletiva a jornalistas, Pedro Rudge, diretor da Anbima, disse acreditar que a tendência dos multimercados é a recuperação na captação, pois à medida que estes fundos forem apresentando bons retornos, os investidores tendem a procurá-los mais.
Em relação aos fundos de ações, diz Rudge, a tendência também é de recuperação, mas a classe depende mais do apetite por risco do investidor, uma vez que há mais exposição ao risco de bolsa.
Mesmo assim, com a queda prevista para a Selic em 2026, a perspectiva do mercado é de que o apetite por ativos de risco deva crescer neste ano.
Já para os fundos de crédito privado, Rudge prevê "alguma acomodação", com crescimento menor, como já vem sendo visto nos últimos meses.
Os Fundos de Investimento em Participações (FIPs) e os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) tiveram a segunda e a terceira maior captação líquida do ano passado, respectivamente.
Enquanto os FIPs viram aportes líquidos de R$ 60,1 bilhões em 2025, os FIDCs tiveram captações de R$ 57,6 bilhões.
Compostos por direitos creditórios, ativos de renda fixa, os FIDCs foram liberados recentemente para investidores de varejo, pois antes eram restritos a investidores qualificados, aqueles com pelo menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras.
Contudo, a força da captação desta classe de fundos ainda não vem tanto do varejo, pois as ofertas de FIDCs para este público ainda são pequenas.
"Mas a gente deve ver nos próximos meses e anos os FIDCs para varejo se tornando mais relevantes", disse o diretor da Anbima, prevendo um forte crescimento futuro para a classe.
Destaque especial também para os ETFs (Exchange Traded Funds), fundos que acompanham índices de mercado e têm cotas negociadas em bolsa.
Eles aparecem em quarto lugar entre as maiores captações líquidas de 2025, com aportes de R$ 22,9 bilhões, o maior número para esta classe de fundos desde o início da série histórica da Anbima, em 2002.
O mercado de ETFs ainda é pequeno no Brasil em comparação, por exemplo, ao norte-americano, mas nos últimos anos muitos ETFs vêm sendo lançados, e estes instrumentos vêm, pouco a pouco, ganhando espaço nas carteiras.
Os fundos de previdência, por outro lado, viram uma surpreendente captação líquida negativa de cerca de R$ 32 bilhões em 2025, em razão principalmente da introdução de uma alíquota de 5% de IOF sobre aportes superiores a R$ 300 mil em 2025 e R$ 600 mil a partir de 2026.
Tal desempenho é pouco usual para esta classe de fundos, cuja captação líquida costuma ser positiva e crescer lentamente ano após ano.
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