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Entenda o que acontece com as ações da Azul, que vivem uma forte volatilidade na bolsa, e qual a nova investida de Trump contra o Fed, banco central norte-americano
O pior já passou. A Azul (AZUL54) passou por uma turbulência pesada e foi obrigada a tomar medidas drásticas como parte de sua recuperação judicial nos Estados Unidos, pelo Chapter 11. Ela precisou trocar dívidas por ações, com uma emissão gigante de novos papéis, o que fez com que o valor das ações existentes derretesse.
Depois da tempestade, chegou a hora da reconstrução. O problema é que o cenário em que a nova Azul aterrissa hoje é diferente do qual ela decolou ao pedir a RJ, em maio do ano passado. Perdeu espaço para a Latam, assim como a confiança dos investidores minoritários, que sofreram com a diluição do controle.
Mais que isso, sobraram diversas dúvidas: por que ela pediu recuperação pelo Chapter 11, nos EUA, e não através da Justiça brasileira? Por que decidiu trocar todas as ações preferenciais por ordinárias? O que esperar da companhia agora? E, mais importante: ainda vale investir na ação?
A repórter Bia Azevedo buscou respostas para essas perguntas difíceis com um ex-diretor da companhia e advogados e especialistas, enquanto as ações viviam uma volatilidade intensa na bolsa. Leia a matéria e saiba como está a situação atual da aérea.
A pressão do presidente norte-americano Donald Trump sobre o dirigente do Fed, Jerome Powell, está cada vez maior. Depois de reclamar dos juros altos — sem sucesso — Trump decidiu passar para o campo jurídico.
O Departamento de Justiça (DoJ) entrou com uma investigação a respeito das obras na sede do banco central, que não passava por uma reforma grande desde sua inauguração, há quase 100 anos.
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A tentativa de interferência de Trump no Fed, no entanto, pode ter efeito contrário. A credibilidade do banco central e sua capacidade de indicar quais devem ser seus próximos passos é abalada, bem como a confiança dos investidores nos ativos norte-americanos.
"Parte relevante dos investidores acredita que a pressão política pode tornar Powell e seus colegas ainda mais cautelosos para cortar juros: tanto por uma necessidade de reafirmar a independência institucional quanto porque o ambiente mais incerto recomenda prudência", escreve o colunista do Seu Dinheiro, Matheus Spiess.
Confira a coluna completa aqui.
Nem mesmo o Ibovespa conseguiu sustentar alta em meio às tensões geopolíticas e o novo embate entre o presidente Donald Trump e o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano).
Pressionado pelo mercado exterior, o principal índice da B3 encerrou o pregão de segunda-feira em queda de 0,13%, aos 163.150 pontos.
Nesta terça-feira, 13, os participantes dos mercados locais acompanham a publicação de dados do setor de serviços.
Enquanto isso, no exterior, os holofotes estarão voltados para falas de dirigentes do Fed em eventos e para a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA.
Além disso, os investidores vão digerir a nova investida de Trump. Dessa vez, ele colocou o Irã sob a mira de sua metralhadora tarifária ao ameaçar taxar em 25% qualquer país que faça negócios com Teerã.
Com os riscos geopolíticos no radar e em meio às expectativas para o início da temporada de balanço nos EUA, as bolsas europeias amanhecem sem uma direção única.
As bolsas asiáticas também fecharam o dia em direções opostas. No Japão, o Nikkei cravou novo recorde diante das expectativas de convocação de uma possível eleição geral no país, que pode fortalecer a primeira-ministra Sanae Takaichi.
Já em Wall Street, os índices futuros de Nova York iniciam o dia no vermelho, indicando um dia de perdas para a região.
ESTRATÉGIA DO GESTOR
Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras. O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real.
(MAIS UMA) QUEDA DE BRAÇO
Intimação contra Powell chega ao Fed, que enxerga nova ofensiva de Trump; bolsa cai em Nova York. Com as obras na sede da instituição ultrapassando o orçamento previsto, Trump encontrou um novo motivo para fazer investidas contra Powell.
COBRANÇA DE IMPOSTOS
Reforma tributária: o que muda para pequenas empresas do Simples Nacional. A regra é voltada à tributação sobre consumo e altera a forma como bens e serviços são taxados no Brasil.
DINHEIRO DE VOLTA
FGC deve começar a pagar CDBs do Master nos próximos dias: veja como entrar na fila para receber mais rápido. Ressarcimento tem um passo a passo que o investidor deve se atentar para não ficar por último na fila.
LIMPANDO A CASA
Dança das cadeiras no Banco de Brasília (BRB) busca renovar a diretoria após crise envolvendo o Banco Master. Novos nomes devem assumir a cadeira de negócios digitais e recursos humanos; subsidiárias também passam por mudanças.
SETOR DE PETRÓLEO PEGANDO FOGO
Dança das cadeiras: CEO da Brava Energia (BRAV3) renuncia e petrolífera faz mudanças no alto escalão; veja potencial de alta para a ação. A Brava Energia (BRAV3) informou ao mercado que realizou mudanças no cargo de CEO, com renúncia de Décio Oddone, e na presidência do conselho de administração.
UM “ACHADO” NOS SHOPPINGS
Chegou a hora de investir em shoppings: Itaú BBA inicia cobertura do setor e revela ação preferida para lucrar. Para analistas, o setor de shoppings centers passou por uma virada de chave nos últimos anos — e agora está ainda mais preparado para uma consolidação; veja a recomendação para as ações.
EXPECTATIVAS FRUSTRADAS
Ações da Tenda (TEND3) caem forte após prévia do 4T25: saiba por que Safra e BTG mantêm recomendação de compra. Apesar do marco de R$ 1,2 bilhão em vendas líquidas, ações recuam por expectativas frustradas de analistas, enquanto bancos reiteram compra citando múltiplos atrativos para 2026.
BOLETIM 2026
Santander dá nota máxima à Ser Educacional (SEER3) e define o pódio do setor; veja ranking. Companhia é a top pick no setor de educação para o Santander em 2026; banco divulga relatório com as expectativas e lista suas apostas para o ano.
A SAIDEIRA
A cerveja ficou choca: CEO da Heineken renuncia em meio a vendas fracas e investidores insatisfeitos; entenda o que acontece agora. A fabricante holandesa de cerveja comunicou a renúncia de seu CEO, Dolf van den Brink, após um mandato de seis anos marcado pela queda nas vendas; Heineken busca sucessor para o cargo.
MONOPÓLIO?
Dona do Whatsapp na mira do Cade: suspeita de abuso de posição em IA pode acabar em multa de R$ 250 mil por dia. A acusação de assistentes virtuais de IA é de que os Novos Termos do WhatsApp irão banir da plataforma desenvolvedores e provedores de serviços e soluções de inteligência artificial generativa, garantindo um monopólio à Meta AI.
RIVIERA FRANCESA
Já sabemos o hotel da 4ª temporada de The White Lotus – e você pode se hospedar nele a partir de R$ 16 mil. Gravações de The White Lotus se passarão em castelo em Saint-Tropez do século 19; palácio foi presente de casamento de comerciante para filha.
INEP
Estudantes se preparam para conhecer suas notas no Enem; veja quando e como descobrir. Resultado do Enem sai na sexta (16), conforme confirmação do MEC; veja como acessar a Página do Participante e as datas de inscrição de Sisu e Prouni informadas pelo Inep.
TEMPORADA DE PRÊMIOS
Os filmes que venceram o Globo de Ouro e o Oscar no mesmo ano — e o que isso revela sobre a corrida de O Agente Secreto. A coincidência entre Globo de Ouro e Oscar não é regra, mas, quando ocorre, costuma indicar um consenso dentro da Academia de cinema.
PRIMEIRO EMPREGO
2026 a todo vapor: Honda e Eneva encerram inscrições hoje; veja esse e outros estágios e trainees que pagam até R$ 13 mil. Estudantes e recém-formados ainda podem conquistar uma vaga de estágio ou trainee para começar 2026 com o pé direito.
NA ELITE PELA PRIMEIRA VEZ
Estádio de estreante do Paulistão tem gramado de Copa do Mundo, já recebeu jogo de Messi e vai ter primeira partida noturna em 31 anos. Gigante da Vila Industrial, estádio do Primavera, ganhou novo gramado Tahoma 31, utilizado em competições internacionais e previsto para a Copa do Mundo de 2026.
SABOR CERTIFICADO
Do laboratório à mesa: quando a busca pelo sabor perfeito leva a queijos, chocolates, sorvetes, doces de leite e outros alimentos reconhecidos pelo mercado. Em alguns alimentos, a ciência não reinventou o gosto: eliminou o erro, transformou sensação em método e criou padrões reconhecidos por júris internacionais.
TRAGÉDIA RELANÇADA
Por que ‘Macbeth’ continua tão importante? Tradutor de nova edição reflete sobre clássico no português atual. Nova tradução de Macbeth, de William Shakespeare, chega pela Companhia das Letras e reacende o debate sobre ambição e poder. Em entrevista ao Seu Dinheiro, o tradutor Lawrence Flores Pereira explica os desafios de trazer a tragédia para o português de hoje.
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