A guerra do delivery pelo seu restaurante, o fim do ‘aceita VR?’ e o que esperar dos mercados hoje
Mudanças no segmento da alimentação fora de casa afetam bares, restaurantes e consumidores; nos mercados, todos de olho nos juros dos títulos norte-americanos e as indicações de renda fixa para o mês

O segmento de alimentação fora de casa vem mudando bastante nos últimos anos. O desenvolvimento das plataformas de delivery se tornou o sonho de alguns restaurantes e o pesadelo de outros, mas facilitou drasticamente a vida de quem não está a fim de cozinhar ou lavar a louça.
As empresas de entrega de comida cresceram, passaram a entregar outros produtos e a oferecer uma série de serviços para os estabelecimentos parceiros.
Hoje, no Brasil, concorrem em pé de guerra umas com as outras, e o empreendedor do setor de bares e restaurantes fica bem no meio disso, precisando pesar os prós e contras de cada uma e as propostas de exclusividade.
Mas quando vale a pena, para um restaurante, se tornar exclusivo de uma plataforma de delivery? Esta reportagem traz os serviços que cada um dos principais apps de entrega oferecem hoje e um checklist do que considerar na hora da escolha.
E se o delivery se tornou mais uma opção para a hora do almoço na firma, ao lado da marmita trazida de casa, quem prefere fazer uma pausa para sair um pouco do ambiente de trabalho também vê transformações à frente.
Em novembro entram em vigor as novas regras de vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA) no país, que garantem que os cartões de auxílio à alimentação dos trabalhadores sejam aceitos em qualquer maquininha.
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Isso significa que aquela clássica pergunta “aceita VR?” (ou ticket, ou Sodexo) está com os dias contados. Nesta matéria a gente conta o que afinal muda tanto para o trabalhador que recebe o benefício quanto para os restaurantes que o aceitam.
Foguete não tem ré? O que esperar da bolsa após 1º turno surpreendente
O avanço da direita nas eleições de 2026 e o primeiro lugar de Flávio Bolsonaro na votação presidencial animaram a bolsa brasileira e derrubaram juros e dólar.
No Touros e Ursos, Rogério Poppe, CEO e gestor de renda variável da ARX, fala sobre o que esperar para os mercados diante de um cenário político potencialmente mais benigno para os ativos de risco domésticos.
Além disso, tem o tradicional bloco de touros e ursos, com destaque para o PL, o PT, o real, a bolsa de valores e mais. Confira tudo aqui:
Esquenta dos mercados
Depois da folia no início da semana, os investidores voltaram a sentir o peso dos mercados internacionais e, principalmente, da guerra entre EUA e Irã desde a última sessão.
Sem perspectivas de um acordo para encerrar o conflito, a Casa Branca pediu ao Pentágono que elaborasse opções de ataque contra Teerã antes das eleições de meio de mandato, em novembro, segundo informações da revista The Atlantic.
Como de costume, o resultado da escalada das tensões aparece nos preços do petróleo, que sobem mais de 5% nesta manhã (8).
O salto da commodity coloca os riscos inflacionários e as incertezas sobre a política monetária dos EUA de volta no radar. Esse cenário impulsiona os juros dos Treasurys, títulos de dívida do governo norte-americano, que chegaram a bater máxima em 24 anos. Os rendimentos de títulos da Europa também avançam.
É nesse ambiente de maior aversão ao risco que as bolsas asiáticas terminaram o pregão desta quinta-feira (8) em queda generalizada.
Os mercados europeus também amanhecem no vermelho, enquanto os investidores digerem a divulgação da ata da reunião de política monetária de setembro do Banco Central Europeu (BCE).
O clima é semelhante em Wall Street, com os índices futuros de Nova York indicando um dia de perdas na região. Por lá, a agenda econômica do dia fica mais esvaziada.
Já no Brasil, o Ibovespa vai tentar recuperar o fôlego após fechar a sessão de quarta-feira em queda de 0,74%, aos 204.302 pontos.
Nesta quinta-feira, o calendário local conta com a publicação das pesquisas eleitorais Datafolha e PoderData. Os investidores locais também acompanham o debate sobre o fim da escala 6x1 no Senado.
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QUERIDINHO DOS MILLENIALS
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CARTEIRA RECOMENDADA
Ainda tem renda fixa pagando IPCA+ 8% por aí: veja a escolha dos bancões para títulos isentos e Tesouro Direto. Após o primeiro turno das eleições, o mercado passou a precificar uma expectativa de juros menores no futuro e derrubou as taxas da renda fixa — mas ainda há oportunidades mais rentáveis.
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