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Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
Finalmente, chegou a sexta-feira. Quase uma semana depois da operação dos Estados Unidos na Venezuela, os ânimos se acalmaram. Nossas emoções viveram altos e baixos na última semana, assim como o mercado, e agora podemos (tentar) aproveitar o final de semana.
O receio de novas investidas dos EUA em outros países da América do Sul e até na Groelândia foi amainado nas últimas declarações de Donald Trump. A preocupação com o excesso de oferta de petróleo também foi momentaneamente deixada de lado.
Até a crise do Banco Master não teve grandes reviravoltas, outro temor dos investidores brasileiros.
Agora, podemos respirar um pouco mais aliviados. Pelo menos, até as próximas investidas de Trump no tabuleiro geopolítico global.
Isso porque não será fácil recuperar a produção da matéria-prima na Venezuela, que também viveu momentos de euforia e crise nas últimas décadas.
Se na década de 1960 ela foi uma potência no setor de óleo e gás, sendo inclusive um dos países fundadores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), hoje ela tem uma produção muito pequena perto do tamanho do mercado global.
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E romper a inércia para trazer o país de volta ao topo pode exigir investimentos de centenas de bilhões de dólares — o que poucas empresas estariam dispostas a fazer, ainda mais em meio a tanta incerteza.
Para aproveitar o clima de alívio momentâneo e o descanso que se aproxima, o colunista do Seu Dinheiro Ruy Hungria sugere uma ação para ter no bolso e continuar ganhando com os movimentos do petróleo. E é uma velha conhecida dos brasileiros. Confira nessa coluna aqui.
A bolsa brasileira também deu alívio para os investidores. O Ibovespa voltou para o campo positivo na quinta-feira, 8. Impulsionado pela alta da Petrobras em meio aos avanços dos preços do petróleo, o principal índice da B3 fechou o pregão de ontem com ganho de 0,59%, aos 162.936 pontos.
Nesta sexta, os investidores estarão de olho na divulgação do principal relatório de emprego dos EUA, o payroll, além, claro, das tensões geopolíticas do país com a Venezuela e a Groelândia.
Por aqui, o destaque fica por conta da inflação, com a divulgação do IPCA nesta manhã.
Enquanto isso, as bolsas asiáticas fecharam o dia majoritariamente em alta, uma vez que ações de defesa voltaram a ganhar fôlego.
Na Europa, os mercados também amanhecem no azul, enquanto digerem o anúncio da retomada de negociações entre as mineradoras Rio Tinto e a Glencore para uma possível fusão, que criaria uma nova gigante do setor.
Já em Wall Street, os índices futuros de Nova York abrem o dia em leve alta, próximos à estabilidade.
FUSÕES E AQUISIÇÕES
Rivais da Vale (VALE3) estão prestes a se unir: a negociação entre a Rio Tinto e a Glencore que pode criar uma gigante da mineração. A Rio Tinto tem um valor de mercado de cerca de US$142 bilhões, enquanto a Glencore está avaliada em US$65 bilhões de acordo com o último fechamento.
QUEM ME PAGA?
O que acontece com os CDBs do Banco Master se a liquidação extrajudicial for revertida? Especialistas descartam reversão da liquidação e explicam por que o FGC continua responsável pelo pagamento aos investidores.
PRESSÃO DIGITAL
Caso Master: avalanche de críticas ao Banco Central entra na mira da PF e levanta suspeita de pressão coordenada. Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master.
CASO MASTER
Quase 75% dos empréstimos consignados do Banco Master agora estão na mira do INSS. Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro.
ALTOS E BAIXOS
Brasil tem segunda maior saída de dólares da história em 2025, mas real se valoriza. Fluxo cambial negativo atinge US$ 33,3 bilhões, segundo BC.
UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?
Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas. Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial.
DIVIDENDOS EM RISCO
BB Seguridade (BBSE3) na berlinda: Safra corta preço-alvo em R$ 8 e acende alerta sobre dividendos. Performance tímida da companhia em 2025 e a deterioração dos prêmios no agronegócio levaram o Safra a rever projeções; analistas enxergam crescimento zero nos próximos anos e recomendam venda da ação.
BATALHA POR ESPAÇO
Amazon mostra o seu poder fogo na guerra do e-commerce; Mercado Livre (MELI34) e Shopee podem sentir efeitos, diz BTG. Com isenção de comissões e subsídios agressivos ao FBA, a gigante americana investe pesado para atrair vendedores, ganhar escala logística e enfrentar Mercado Livre e Shopee no coração do marketplace.
OLHO NO ÓLEO
EUA dizem que precisam controlar receitas do petróleo da Venezuela por tempo indeterminado; primeiras vendas já começaram. O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região.
SALTO DE 50%
Orçamento militar bombado: de onde vem o dinheiro para Trump bancar US$ 1,5 trilhão para o Exército? O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais.
SINAL DE ALERTA
Espaçolaser (ESPA3) entra na mira da B3: empresa recebe enquadro para escapar do rótulo de penny stock; descubra os detalhes. Após registrar fechamentos abaixo de R$ 1, a Espaçolaser foi enquadrada pela B3 e corre risco de ser classificada como penny stock; companhia terá prazo para reverter a situação e evitar sanções como a exclusão de índices.
QUEDA LIVRE
Apertem os cintos: Azul (AZUL54) despenca quase 86% em dois dias com diluição das ações. O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
ESTRATÉGIA REDESENHADA
Sabesp (SBSP3) entra em modo expansão em 2026 — e a Copasa pode ser o próximo passo. O que diz o CFO? Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições.
EM BUSCA DA EFICIÊNCIA
GPA (PCAR3) contrata consultoria dos EUA para auxiliar na redução de custos e ações sobem; confira os planos da companhia. A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro.
PRESTAÇÕES REDUZIDAS
Pequenas empresas podem parcelar dívidas com desconto e condições facilitadas até 30 de janeiro; veja como. Negociação com PGFN permite parcelar débitos inscritos na dívida ativa da União com descontos conforme a capacidade financeira do empreendedor.
NO CORAÇÃO DO BRASIL
Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país. O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”.
BOA PARA MORAR?
Ponto de virada da cidade com metro quadrado mais caro do interior de São Paulo veio do céu (literalmente). Pesquisa FipeZap mostra que o metro quadrado dos imóveis em São José dos Campos teve valorização de 9,6% mais em um ano.
CARRO POTENTE E IMPOSTO MAIS AINDA
O IPVA mais caro do Rio de Janeiro passa de R$ 300 mil — e o carro tem menos de 25 unidades no Brasil. O IPVA mais alto do Rio de Janeiro em 2026 ultrapassa R$ 300 mil e equivale ao preço de um imóvel em muitas cidades do país.
MORTAS VIVAS
Quase sem vida, mas ainda de pé: o que são empresas zumbis e por que o Brasil lidera esse ranking entre os emergentes. Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas.
PÉ NA ESTRADA
Portugal passa a aceitar a CNH brasileira; veja quais outros países aceitam o documento. Decreto assinado pelo presidente português coloca o país no grupo restrito que aceita a CNH do Brasil sem exigência de permissão internacional.
VAI FUNCIONAR?
Inteligência Artificial passa a prescrever remédios nos Estados Unidos. Vai dar certo? Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas.
FORA DA PRATELEIRA
Anvisa determina recolhimento de molho de tomate importado e suplementos por risco à saúde; veja se os produtos estão na sua casa. Agência suspendeu um lote de passata italiana após detectar fragmentos de vidro e proibiu suplementos com ingredientes irregulares e publicidade fora das normas.
REVIEW
Como violência e superação levaram ‘Língua interior’ e o argelino Kamel Daoud ao topo da literatura francófona. De polemista em suas colunas de jornal ao duplo reconhecimento pelo Goncourt, o escritor argelino Kamel Daoud se impõe como uma das principais vozes da literatura francófona, agora com o visceral ‘Língua interior’.
LUXO
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