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Segundo o ranking da Forbes, o time alcançou esse valor principalmente devido a receitas recordes com patrocínios e sua arena
Às vezes, o melhor ativo não está na bolsa, mas sim em quadra. Mais especificamente nos times da NBA, a liga de basquete americana, que é também a principal do esporte no mundo. Ao menos é o que reforça a lista da Forbes das equipes mais valiosas da NBA em 2025. O Golden State Warriors, por exemplo, que levou o 1º lugar, foi avaliado em “apenas” US$ 11 bilhões (cerca de R$ 59,4 bilhões).
Este é o quarto ano consecutivo que o time ocupa o topo do ranking. O motivo, aliás, é atribuído principalmente devido a receitas recordes com patrocínios e com sua arena.
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Segundo estimativas da revista, a receita total da liga na última temporada aumentou 10% em relação ao ano anterior, chegando a aproximadamente US$ 12,5 bilhões. Isso inclui o dinheiro arrecadado com eventos não relacionados à NBA realizados nas arenas dos times, mas desconta o serviço da dívida das arenas. Isto é, pagamentos obrigatórios de juros e amortização de financiamentos das arenas.
“Com todo esse dinheiro entrando, a Forbes estima que as 30 equipes da NBA valham, em média, US$ 5,4 bilhões (aproximadamente R$ 29,16 bilhões) — ou pouco mais de US$ 160 bilhões (em torno de R$ 864 bilhões) no total. O valor representa um aumento de 21% em relação ao ano passado e mais que o dobro da média de US$ 2,5 bilhões de apenas quatro temporadas atrás”, afirma a revista.
Para calcular os valores das franquias deste ano, o veículo se baseia principalmente na multiplicação da receita anual estimada de cada time por por 12,9. Esse múltiplo reflete tanto vendas recentes de equipes quanto fatores de mercado como localidade, tradição, marca global e oferta limitada (raridade) dessas franquias.
No entanto, o índice é apenas uma média e a avaliação de cada franquia pode variar conforme particularidades como receitas, vendas recentes, localização do time e valor da marca.
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Na temporada passada, o múltiplo médio de receita na NBA estimado pela revista foi de 11,7x. O destaque do basquete nos Estados Unidos também é apontado pela Forbes ao comparar os fatores de multiplicação atuais de outras principais ligas. Para a de futebol americano NFL, por exemplo, o índice é 10,7x. Já quando se trata da liga de futebol MLS, é 9,3x. A de hóquei NHL, por sua vez, tem o múltiplo estimado em 8,5x; e a de beisebol MLB em 6,4x.
“Uma disparidade que sinaliza o apetite dos investidores para entrar no mercado de basquete”, descreve a revista.
De acordo com o Neofeed, mais aplicadores do mercado financeiro, empresários e gestoras de private equity têm voltado sua atenção para as equipes esportivas. Esse movimento ganhou força à medida que as ligas se profissionalizaram e, impulsionadas pela disputa entre emissoras de TV e plataformas de streaming, passaram a garantir contratos bilionários de direitos de transmissão.
É justamente este contexto que abre espaço para uma previsão de um aumento expressivo na receita da NBA a partir da temporada 2025-26, segundo o portal Máquina do Esporte. Esta será a primeira impactada por novos contratos que a liga fechou no ano passado com Disney (ESPN/ABC), NBCUniversal e Amazon Prime Video. Com validade de 11 anos, esses acordos representam o maior pacote de mídia da história da liga, avaliado em US$ 76 bilhões (cerca de R$ 407 bilhões).
A Forbes aponta que, em média, esses contratos de transmissão renderão cerca de US$ 4 bilhões (em torno de R$ 21,6 bilhões) a mais por ano do que os acordos anteriores da liga.
Segundo estimativas da Forbes, o time poderia valer US$ 11 bilhões se os proprietários Joe Lacob e Peter Guber estivessem dispostos a “se desfazer da equipe”.
Como indica o Sportico, o Golden State Warriors teve uma receita total estimada de US$ 880 milhões (em torno de R$ 4,75 bilhões) nesta última temporada. Desse valor, cerca de US$ 300 milhões vieram apenas de operações ligadas à sua própria arena, o que inclui bilheteria, camarotes, eventos, entre outros. De acordo com a Forbes nenhuma outra franquia da NBA chegou nem perto desse nível de receita na última temporada.
Além disso, o clube ainda teria superado amplamente o restante da liga em termos de renda proveniente de patrocínios e assentos premium, além de figurar entre os três primeiros em praticamente todos os critérios analisados pela Forbes.

A revista pontua ainda que os Warriors mais que dobraram a média da liga em termos de receita. Ou seja, a soma do valor arrecadado por cada uma das 30 franquias, dividida por 30, é de US$ 417 milhões (cerca de R$ 2,25 bilhões) por equipe, um número bem inferior à receita total dos Warriors.
De acordo com a CNBC, a abertura da arena Chase Center, de San Francisco, em 2019, multiplicou a receita do clube, permitindo ganhos altíssimos com venda de ingressos, assentos premium e eventos, além da exploração comercial própria do espaço.
A sequência vitoriosa em quadra naturalmente também tem sido uma mola propulsora. Liderados por Stephen Curry, os Warriors conquistaram quatro títulos da NBA em uma década, atraindo enorme interesse comercial e midiático. Assim, os contratos de patrocínio inflaram e a marca global do time valorizou.

Já de acordo com a Exame, outro fator crucial está relacionado à gestão agressiva e visão empresarial do proprietário Joe Lacob. O executivo apostou em uma estrutura que transforma o clube em uma empresa completa de entretenimento e tecnologia, diversificando receitas para além do basquete, e elevando o padrão de negócios da franquia.
Apesar dos Warriors terem apresentado resultados financeiros impressionantes, a Forbes afirma que muitos especialistas da NBA não concordam totalmente com a colocação do clube no topo do ranking. Mais especificamente, acima dos Los Angeles Lakers ou dos New York Knicks, por exemplo.
Os Knicks ficaram em 3º lugar na lista da Forbes de 2025, avaliados em US$ 9,75 bilhões (cerca de R$ 52,65 bilhões). Já os Lakers, indica a ESPN, tiveram sua venda oficialmente aprovada pela NBA ao empresário Mark Walter por US$ 10 bilhões (aproximadamente R$ 54 bilhões). O time, portanto, ficou em 2º lugar no ranking.

No entanto, de acordo com a Forbes, não existe consenso sobre o valor exato de ambos os times porque sua avaliação não se baseia apenas na capacidade de gerar receita, mas também em outros critérios. Dentre eles, o tamanho e força dos mercados de suas cidades, da história das equipes e do peso internacional de suas marcas, além da raridade das vezes que foram vendidas. De acordo com a CNN,esses times permaneceram décadas sem serem negociados.
A Forbes aponta que a avaliação de US$ 11 bilhões dos Warriors equivale a 12,5 vezes a receita da equipe prevista para 2024-25. Já o valor dos Lakers corresponde a 18,1 vezes o montante estimado para a temporada. Esse múltiplo, na visão de especialistas, seria ainda maior do que costuma ser aplicado em clubes esportivos em vendas similares.
O múltiplo dos Knicks, por sua vez, também é alto, ficando em 18,3 vezes a receita do time prevista para o mesmo período.
Em 4º lugar na lista dos times mais valiosos da NBA em 2025, está o Boston Celtics, avaliado em US$ 8 bilhões (em torno de R$ 43,2 bilhões). Na 5ª posição, ficou o Los Angeles Clippers, em um valor de US$ 7,2 bilhões (cerca de R$ 38,88 bilhões). Já na 6ª colocação, figurou o Chicago Bulls, com uma avaliação de US$ 7,1 bilhões (aproximadamente R$ 38,34 bilhões).
O 7º lugar foi do Brooklyn Nets, avaliado em US$ 6,6 bilhões (R$ 35,64 bilhões). O 8º, por sua vez, é do Houston Rockets, com um valor de US$ 6,2 bilhões (R$ 33,48 bilhões). Por fim, nas 9ª e 10ª colocações ficaram o Dallas Mavericks, valendo US$ 6 bilhões (R$ 32,40 bilhões) e o Toronto Raptors, por US$ 5,7 bilhões (R$ 30,78 bilhões).
Veja, a seguir, a lista completa dos times mais valiosos da NBA em 2025, segundo a Forbes. Os valores em dólares foram convertidos aproximadamente para reais com a cotação de 5 de novembro de 2025.
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