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A grife italiana reportou aumento de 10% nas vendas do primeiro semestre com destaque para performance do varejo
Se há uma marca reconhecida pelo refino estético do artesanato, ela é a Brunello Cucinelli. Para a grife italiana, a prática está ligada a um significado mais profundo de conexão com aquilo que perdura. Uma resistência que, se não explica, ajuda a entender sua resistência e crescimento em meio a um período difícil para o mercado de luxo.
Em contraste com a desaceleração do setor, a Brunello Cucinelli reportou vendas de 684,13 milhões de euros (aproximadamente R$ 4,36 bilhões) no primeiro semestre de 2025. O valor marca um aumento de 10,23% em relação aos 620,66 milhões de euros (cerca de R$ 3,96 bilhões) no mesmo período de 2024.
Segundo o próprio Brunello Cucinelli, que é presidente executivo e diretor de criação da empresa, o primeiro semestre de 2025 apresentou excelentes resultados tanto em termos de receita quanto de lucro. O “crescimento sólido e elegante” viria, segundo ele, reforçado por um início positivo da temporada de vendas de outono-inverno.
Falar de uma coleção específica, inclusive, parece ser mais que um detalhe no caso da Brunello, já que, no primeiro semestre, o varejo foi responsável por mais da metade das vendas do grupo. Foram 435,84 milhões de euros em vendas, um crescimento de 10,3% que acompanha o número total do semestre.
Chamada de Instinct & Reason, a coleção outono-inverno é baseada na ideia de duas energias universais que buscam um novo equilíbrio: o instinto e a razão. Na prática, essa ideia aparece em peças de tons neutros, superfícies que exploram o tato e detalhes artesanais, mas também por códigos de alfaiataria, linhas discretas e materiais atemporais.
Os tricôs, peças icônicas da grife, também marcam presença reforçando a maestria artesanal da marca. Eles entram em linha com as características da coleção, mas também com uma onda de valorização de hobbies manuais.
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Segundo o bureau de tendências WGSN, a busca pelo artesanato cresceu recentemente devido a uma busca do atual consumidor por um detox digital. O movimento acontece em um contexto de ultraconexão e de ascensão do sentimento de nostalgia, que leva à busca por refúgio, escapismo e alegria em referências ao passado.
Já a criação de peças atemporais, por sua vez, se conecta perfeitamente ao conceito de longevidade, tão valorizado no luxo.
Um caso recente de outra marca que também cresceu ao investir no valor artesanal do luxo foi a Hermès. A casa francesa reportou aumento de 9% nas vendas no segundo trimestre de 2025, acima das expectativas do mercado.
Diante de um cenário desfavorável, causado pela desaceleração do consumo na China, tanto Hermès quanto Brunello Cucinelli parecem destoar da queda generalizada que se aplaca sobre o universo do luxo global.
Considerando apenas o segundo trimestre de 2025, a LVMH (de marcas como Louis Vuitton, Dior e Céline) caiu 9%, enquanto a Gucci vendeu 25% menos. Na rival Salvatore Ferragamo, as vendas do primeiro semestre de 2025 caíram 9,4% em relação ao ano anterior;
No caso de Hermés e Brunello, por outro lado, os bons resultados poderiam ser lidos como reconhecimentos ao savoir-faire de ambas.
Como explica a especialista em luxo, Manu Berger, “quando a Hermès vende uma Birkin, ela não vende uma bolsa. Ela vende a história, o relacionamento, o savoir-faire, o tempo, a raridade. Ela vende um símbolo, não um produto”.

Como apontado por Cucinelli, a recepção de pedidos para as coleções masculina e feminina da temporada primavera-verão 2026 já começou de forma positiva.
Embora o desfile da coleção feminina ainda esteja para acontecer no final de setembro, durante a semana de moda de Milão, a coleção masculina, já apresentada em junho, adianta um bom começo. Seu sucesso aponta para um sinal positivo do consumidor, que o fundador da casa antecipa como sinal de fechamento positivo para o ano fiscal de 2025.
*Com informações de The Wall Street Journal, Fashion Network, Modaes.
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