O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nova função para o fundo que garante a poupança e as aplicações de renda fixa visaria a não onerar as contas públicas, já que o governo poderá se tornar corresponsável pelo ressarcimento dos descontos indevidos
O governo quer usar o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para compensar descontos indevidos de crédito consignado em aposentadorias e pensões do INSS, disseram parlamentares e fontes do setor privado ao jornal Folha de S.Paulo.
O fundo, no entanto, só cobriria os valores descontados de forma irregular caso estes não fossem restituídos pelo banco que fez a operação em um prazo de até 30 dias após verificada a irregularidade, informa a publicação.
Segundo a Folha, a ideia surgiu porque tramita no Congresso um projeto de lei, relatado pelo deputado Danilo Forte (União Brasil-CE), que estabelece que o governo é corresponsável pelo ressarcimento do aposentado ou pensionista nos casos em que instituições financeiras façam empréstimos com desconto em folha não autorizados em nome de beneficiários do INSS.
Pelo relatório de Forte, descontos em benefícios geridos pelo INSS que ocorrerem sem autorização do pensionista ou aposentado terão que ser devolvidos integralmente.
O PL surgiu em resposta à descoberta de um esquema de fraude de descontos indevidos no INSS, que teria movimentado R$ 6,3 bilhões de 2019 a 2024.
No caso do crédito consignado, a instituição financeira terá 30 dias para o ressarcimento a partir da notificação ou da decisão administrativa que reconheça o desconto como indevido.
Leia Também
Se isso não ocorrer, o deputado propôs que o INSS faça a devolução do dinheiro. Forte diz que a intenção é evitar prejuízo para os aposentados e pensionistas e se baseia nas reclamações sobre cobranças por serviços não contratados, que aumentaram neste ano, segundo o Ministério da Justiça.
A ideia de usar o FGC para garantir esses ressarcimentos em caso de não devolução dos recursos por parte dos bancos, portanto, surgiu como alternativa para evitar impacto nas contas públicas, informa a Folha.
Ainda de acordo com o jornal, após negociações com o governo, Forte incluiu em seu parecer que o INSS poderá cobrar o reembolso destes descontos indevidos do FGC caso não consiga reaver o dinheiro por via judicial. O mecanismo, porém, deverá ser regulamentado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
O FGC é uma entidade privada sem fins lucrativos para a qual os bancos fazem contribuições, com o objetivo de garantir a estabilidade do sistema financeiro.
O fundo é responsável por cobrir o pagamento de uma série de depósitos e empréstimos em caso de quebra de uma instituição financeira, como contas-correntes, contas-poupança, CDB, LCI, LCA, entre outros.
De acordo com a Folha, o setor bancário critica a proposta nos bastidores, classificando-a como uma extravagância, por usar recursos de uma associação privada que tem outra finalidade e não a de ressarcir fraudes no INSS.
Ressarcimento tem um passo a passo que o investidor deve se atentar para não ficar por último na fila
Se o ganhador da Mega da Virada de 2025 perdesse o prazo, teria deixado na mesa o maior prêmio ‘esquecido’ da história das loterias no Brasil
Já faz 52 dias desde a decretação da liquidação extrajudicial pelo Banco Central, em 18 de novembro — a maior espera em mais de dez anos
Especialistas descartam reversão da liquidação e explicam por que o FGC continua responsável pelo pagamento aos investidores
O IPVA mais alto do Rio de Janeiro em 2026 ultrapassa R$ 300 mil e equivale ao preço de um imóvel em muitas cidades do país
Desconto de 15% beneficia os proprietários de veículos emplacados em apenas um Estado; veja qual
Se o ganhador da Mega da Virada de 2025 que ainda não se apresentou à Caixa realmente perder o prazo, terá deixado na mesa o maior prêmio ‘esquecido’ da história das loterias no Brasil.
Decisão atinge lotes específicos de panetones e produtos “funcionais” com ingredientes não autorizados; consumidores devem parar o uso
Espírito Santo concede um dos maiores descontos do país no IPVA 2026 para quem paga à vista e permite parcelamento em até seis vezes
Mato Grosso oferece desconto para pagamento à vista do IPVA 2026 e permite parcelar o imposto ao longo do ano, conforme o final da placa
Golpe conhecido como “Chapolin” impede o travamento das portas e transforma distração em furto silencioso
Distrito Federal mantém alíquotas do IPVA e concede desconto de 10% para quem paga o imposto à vista, com vencimentos a partir de fevereiro
Rio Grande do Sul abre cobrança do IPVA 2026 em dezembro de 2025, com descontos cumulativos e parcelamento em até seis vezes sem juros
Governo de Minas Gerais manteve o desconto para pagamento à vista e o parcelamento do IPVA 2026 em até três vezes, com vencimentos por final de placa
Secretaria da Fazenda do Ceará manteve as alíquotas do IPVA e oferece desconto para pagamento à vista, com benefício extra para participantes do programa Sua Nota Tem Valor
Secretaria da Fazenda do Paraná manteve desconto para pagamento à vista e parcelamento em até cinco vezes, com vencimentos definidos pelo final da placa
Valorização no preço dos imóveis ficou bastante acima da inflação, com metro quadrado chegando a R$ 14 mil na capital mais cara
Governo de Goiás manteve as regras do IPVA para 2026, com desconto de 8% no pagamento à vista e cronograma unificado para todas as placas
Modalidade permite retirar parte do FGTS todo ano no mês do aniversário, mas muda em caso de demissão
Secretaria da Fazenda de Santa Catarina manteve alíquotas entre as menores do país e ampliou a isenção do IPVA para veículos mais antigos a partir de 2026