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Com incentivos fiscais, estabilidade política e qualidade de vida, o Uruguai atrai cada vez mais bilionários que buscam refúgio seguro na América do Sul
O Uruguai, tradicionalmente conhecido por sua costa com 140 quilômetros de praias tranquilas e estabilidade política, está se transformando em um dos destinos mais cobiçados por bilionários latino-americanos e europeus. Desde David Vélez, fundador do Nubank, cuja fortuna é de US$ 15,5 bilhões, a Marcos Galperín, do Mercado Livre, que detém um patrimônio de US$ 9,7 bilhões. Mas o que está por trás dessa migração de magnatas?
Eles não estão lá apenas pelas belas praias alvicelestes.
Desde 2020, quando o presidente Luis Lacalle Pou — conhecido por ser um defensor de políticas públicas de livre mercado — tomou posse, o Uruguai adotou uma política agressiva de atração de capital estrangeiro. Um decreto presidencial facilitou a residência fiscal para estrangeiros que investem no país.
Basta passar 60 dias por ano em solo uruguaio e adquirir um imóvel de pelo menos US$ 500 mil ou investir US$ 2,2 milhões em negócios locais que você garante uma bela recompensa: isenção de imposto de renda de investimentos estrangeiros por 11 anos. Passado esse período, os rendimentos são tributados a uma alíquota fixa de 12%.
A medida caiu como uma luva para empresários que buscam refúgio da crescente tributação em países como latino-americanos. Enquanto o Brasil avança com reformas que visam a taxação dos super-ricos, de heranças e de offshores, o Uruguai oferece o chamado “tax holiday”, além de não cobrar imposto sobre doações e sucessões — um alívio para quem pensa em planejamento patrimonial.
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Para além do fundador do Nubank e do cofundador do Mercado Livre, Martín Migoya, da Globant também está residindo no país. Desde que chegou por lá, a Globant já expandiu sua operação ao longo dos anos de 250 para 1.200 pessoas em Montevidéu, disse Migoya, em entrevista recente.
Nenhum dos empresários citados fundou suas empresas no país, mas todos escolheram o território uruguaio como residência, atraídos pela qualidade de vida e pela segurança.
E os números confirmam. Em 2024, o PIB per capita do Uruguai chegou a US$ 18.958,60 — mais que o dobro da média da América Latina e 150% acima da média mundial. No Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU, o país ocupa a 48ª posição entre 193 países, com pontuação de 0,862, sendo classificado como de “desenvolvimento humano muito alto”.
A qualidade de vida também é outro fator. Situado em um continente em constante turbulência política e marcado pela desigualdade social extrema, o Uruguai há muito tempo mantém ótimos níveis de estabilidade e um dos mais altos padrões de vida da América Latina.
No ranking mundial da felicidade da ONU, o país aparece como o mais feliz da América do Sul, ocupando a 28ª posição no ranking geral, enquanto o Brasil, por exemplo, figura na 2ª posição do continente sul-americano e 36º na lista global.
Já no Índice Global da Paz, é o segundo país mais seguro da região, atrás apenas da Argentina, e figura na 48ª posição mundial.
Se os números já colocam o país em evidência para os ricaços, é no estilo de vida que o Uruguai conquista de vez. Punta del Este, apelidada de “Hamptons da América do Sul”, tornou-se o epicentro dessa transformação. A região, tradicional destino de veraneio, hoje abriga investimentos bilionários e empreendimentos que miram diretamente o público de altíssima renda.

A incorporadora italiana Cipriani, por exemplo, ergue no balneário aquele que promete ser o maior complexo de luxo da América Latina — um projeto que inclui hotel cinco estrelas, residências exclusivas e infraestrutura de ponta.
Esse movimento também alimentou um boom imobiliário sem precedentes. Mansões à beira-mar, apartamentos de luxo e condomínios fechados passaram a disputar compradores vindos não só do Brasil e da Argentina, mas também dos Estados Unidos e da Europa. Como reflexo, o setor de gestão de fortunas ganhou força: empresas como Puente, Latin Securities e Gletir instalaram escritórios em Punta del Este.
Com incentivos fiscais generosos, segurança, qualidade de vida e um clima político estável, o Uruguai se consolida como o novo destino dos bilionários. E, ao que tudo indica, essa tendência está longe de desacelerar.
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