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Ativos digitais fraudulentos seguem circulando em exchanges e ganhando força, enquanto a startup chinesa descarta, por ora, o lançamento de sua própria criptomoeda
O lançamento da inteligência artificial (IA) revolucionária da startup chinesa DeepSeek causou um verdadeiro terremoto no mercado global nesta semana. Além de derrubar as ações de gigantes da tecnologia nos Estados Unidos e na Europa, com perdas estimadas em US$ 1 trilhão em valor de mercado, a nova tecnologia abriu caminho para uma onda de golpes no setor de criptomoedas, com desenvolvedores criando tokens falsos, NFTs e outros protocolos associados ao nome da IA chinesa para enganar investidores.
De acordo com a empresa de segurança Blockaid, pelo menos 75 tokens fraudulentos foram criados até o dia 27 de janeiro, triplicando o volume registrado no dia anterior. Esses ativos digitais foram lançados principalmente nas blockchains ethereum (ETH) e solana (SOL), atraindo a atenção de especuladores e causando prejuízos significativos.
Um exemplo é o token ‘DeepSeek AI Agent’, criado na blockchain solana sem qualquer ligação oficial com a startup chinesa. Apesar disso, o ativo registrou uma alta impressionante de mais de 470% em um único dia, acumulando um crescimento semanal de 4.766,29%, segundo dados do Coin Market Cap.
Com um valor de mercado de US$ 9,52 milhões, o token fraudulento ainda está listado em plataformas como a DexScreener, apesar da parceria da empresa com a Blockaid, que, entre outros objetivos, procura prevenir fraudes nessas plataformas.
A constante criação de novos tokens fraudulentos tem dificultado a eliminação desses ativos, exigindo um monitoramento cada vez mais rigoroso, muitas vezes visto com desconfiança por investidores do mundo cripto, que preferem um mercado mais descentralizado.
Se antecipando à atual febre, em uma publicação fixada na rede X (antigo Twitter), no dia 10 de janeiro, a DeepSeek afirmou que não emitiu nenhuma criptomoeda e reforçou a necessidade de os usuários permanecerem vigilantes contra possíveis golpes. Até o momento, a startup não demonstrou intenção de lançar ativos digitais.
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Entre os golpes mais sofisticados está um aplicativo descentralizado (DApp) que imita o site oficial do DeepSeek. Esse DApp apresenta um botão "Conectar Carteira" que, se clicado, pode esvaziar a carteira de criptomoedas do usuário. Oz Tamir, analista de pesquisa da Blockaid, alertou sobre a sofisticação dessas técnicas e a necessidade de maior cautela por parte dos investidores.
Tamir também destacou que os golpistas estão se tornando cada vez mais ágeis em explorar narrativas populares e criar ativos fraudulentos. Ele citou o exemplo do lançamento do token oficial de Donald Trump (TRUMP) e do memecoin da Primeira-Dama (MELANIA), que levaram a um aumento no volume de tokens copiados. No dia do lançamento do memecoin, os tokens associados ao nome Trump saltaram de 3.300 para 6.800 lançamentos diários.
Enquanto as exchanges e plataformas de listagem de tokens procuram aperfeiçoar o processo de eliminação de tokens fraudulentos, é importante que o investidor seja cauteloso com seus recursos alocados em tokens e criptomoedas e procure verificar a confiabilidade do seu investimento.
Com o avanço da inteligência artificial e a crescente popularidade das criptomoedas, especialistas alertam para o aumento no risco de golpes e ataques de phishing.
Apesar dos esforços das plataformas para aprimorar sistemas de detecção e combate a fraudes, é fundamental que os investidores avaliem cuidadosamente a confiabilidade de seus investimentos antes de destinar recursos a criptoativos.
Embora o mercado de criptomoedas tenha sofrido com a turbulência causada pela DeepSeek, algumas moedas consolidadas demonstraram resiliência. O bitcoin (BTC), que chegou a cair junto com as big techs na segunda-feira (27), recuperou-se e voltou ao patamar de US$ 102 mil na terça-feira (28).
Outras criptomoedas, como ethereum e solana, também registraram altas de 3,12% e 3,41%, respectivamente, mas o destaque ficou com o XRP, que liderou os ganhos, subindo 8,13% nas últimas 24 horas.
*Com informações do Money Times, Decrypt e Cointelegraph
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