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A elevação do juro no Brasil não significa que chegou a hora de abandonar a renda variável de vez e mergulhar na super renda fixa brasileira — e eu te explico os motivos
Você deve ter visto que a Selic subiu para 15% ao ano. No clima do Mundial de Clubes, muito torcedor do “time Renda Fixa” deve ter dado pulo de alegria com a decisão do Banco Central de elevar a taxa para o maior patamar em quase 20 anos!
Mas ao invés de recomendar a super renda fixa brasileira, um dos maiores bancos do mundo aproveitou a decisão do BC para recomendar ações brasileiras. Isso mesmo!
O UBS elevou as ações locais para compra nesta semana, e o motivo é justamente os juros: para o banco suíço, a Selic chegou no topo e não deve subir mais. E como o próximo movimento deve ser de corte, quando isso começar a acontecer os ativos teriam um grande vento favorável (é o que normalmente acontece).
Além dos juros, os analistas mencionam a baixa popularidade do atual presidente, o que aumenta as chances de vitória de um governo mais disposto a endereçar os problemas fiscais nas próximas eleições. Por fim, eles também falam sobre o valuation barato das empresas brasileiras.
Bem, a verdade é que nada disso é realmente uma novidade para quem já acompanha o Sextou — há tempos tenho falado sobre isso.
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Aliás, quando o Copom elevou a Selic para 13,25% em janeiro deste ano, eu disse que era uma boa hora para comprar ações por conta dos múltiplos descontados e o pessimismo exagerado embutido no preço delas na época.
Desde então o Ibovespa já subiu mais quase 10%, e o upgrade do UBS apenas reforça a tese de que os ativos brasileiros seguem atrativos.
Nesta semana, Felipe Miranda também falou sobre a atratividade dos ativos brasileiros diante da possibilidade de virada de ciclo (político, econômico e monetário). Ele inclusive recomendou duas operações bem legais, com alto potencial de retorno caso essas expectativas se confirmem.
A primeira é uma estrutura com opções de small caps, que ficaram muito para trás do Ibovespa e tendem a ser as mais beneficiadas por uma eventual melhora do cenário. Para capturar esse movimento, o relatório sugere uma estrutura com opções (call spread) capaz de quadruplicar em um ano!
A outra operação é uma compra protegida (ações + puts) de Banco do Brasil. Apesar de resultados desastrosos no primeiro trimestre de 2025, o banco negocia por apenas 0,6x valor patrimonial e deveria capturar na veia uma possível melhora do humor até o fim do ano que vem.
Por outro lado, os resultados de curto prazo devem continuar decepcionando por causa da inadimplência do agro, de modo que vale a pena gastar um pouquinho com proteção. Essas e outras oportunidades você pode conferir no Palavra do Estrategista desta semana.
Mas o que eu realmente gostaria que você levasse dessa coluna é que elevação da taxa Selic para 15% não significa que chegou a hora de sair da bolsa. Na verdade, vários sinais apontam para um período bastante profícuo para a renda variável no Brasil nos próximos anos.
Um abraço e até a próxima semana!
Ruy
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