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IBGE divulga hoje a prévia da inflação de janeiro; em Brasília, Lula reúne ministros para discutir alta dos preços dos alimentos
O medo clássico se manifesta quando nos sentimos em perigo. Racional ou não, o medo é uma reação instintiva e costuma envolver alguma espécie de ameaça à segurança.
Principalmente por esse motivo, trata-se também de uma antiga ferramenta de manipulação, seja no âmbito privado ou no social.
Não parece o melhor assunto para começar uma sexta-feira e talvez piore um pouco antes de melhorar, mas a gente já chega lá.
A questão é que todo mundo sente ou já sentiu medo em algum momento da vida. Além disso, existem fobias para todos os gostos.
Há quem tema a morte, a escuridão, a altura, a solidão, o envelhecimento, os ambientes fechados, as doenças, os insetos, apenas para ficar em alguns.
Existe, no entanto, um medo pouco comentado, mas bastante comum: o do esquecimento. Ele costuma estar associado à morte, mas o pior talvez seja o medo do esquecimento em vida.
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É, está demais para uma sexta-feira. Então vamos à boa notícia: a maior parte dos medos não costuma ter lastro na realidade.
No mercado financeiro, por exemplo, a alta dos juros — e a perspectiva de que eles permaneçam em níveis extremamente restritivos por muito tempo — fez muita gente esquecer das ações.
No entanto, algumas ações de grande potencial caíram em olvido sem nenhuma razão muito clara para isso.
Enquanto isso, a alta dos preços é o assunto do dia na bolsa e em Brasília.
Hoje, o IBGE divulga o IPCA-15, prévia da inflação oficial de janeiro, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reúne ministros para discutir a alta dos preços dos alimentos.
Ontem, o Ibovespa fechou em queda diante de rumores de acordo com os quais o governo teria a intenção de intervir nos preços. No fim da tarde, porém, a possibilidade foi descartada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como “boataria”.
‘PAI RICO’ DÁ OPINIÃO POLÊMICA
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ONDA ROXA
Na disputa por clientes, Nubank (ROXO34) supera Itaú Unibanco (ITUB4) e se torna o terceiro maior banco do Brasil. Ranking do Banco Central mostra o Nubank com mais de 100 milhões de clientes no país, contra 98 milhões do Itaú.
OTIMISMO PERMANECE
Itaú BBA corta preço-alvo da Sabesp (SBSP3), mas ação continua sendo ‘top pick’ e tem potencial para se tornar pagadora de dividendos. Analistas ajustam as projeções por conta do cenário macro turbulento, mas veem com bons olhos o baixo endividamento da companhia e o potencial de crescimento do EBITDA.
AUMENTANDO O FOGO
Se cuida, Powell: Trump coloca o Fed na panela de pressão e fala pela primeira vez de inflação e juros depois da posse. Mercado reajusta posição sobre o corte de juros neste ano após as declarações do republicano no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça; reunião do Fomc está marcada para a semana que vem.
MAIS ESTÍMULOS
A bolsa da China vai bombar? As novas medidas do governo para dar fôlego ao mercado local agrada investidores — mas até quando? Esta não é a primeira medida do governo chinês para fazer o mercado de ações local ganhar tração: em outubro do ano passado, o banco central do país lançou um esquema de swap para facilitar o acesso de seguradoras e corretoras à compra de ações.
É DO BRASIL
Totalmente nomeada: ‘Ainda Estou Aqui’ e Fernanda Torres recebem 3 indicações ao Oscar; veja os indicados nas principais categorias. Premiação mais importante do cinema mundial acontece no dia 2 de março.
DERRUBANDO PINOS
O strike de Trump na bolsa: dólar perde força, Ibovespa vai à mínima e Petrobras (PETR4) recua. O que ele disse para mexer com os mercados? O republicano participou do primeiro evento internacional depois da posse ao discursar, de maneira remota, no Fórum Econômico Mundial de Davos. Petróleo e China estiveram entre os temas.
A ORDEM CRIPTO
Mais perto da reserva prometida? Trump assina decreto histórico sobre criptomoedas, mas deixa o bitcoin em suspense. Ordem executiva assinada pelo republicano estabelece grupo de trabalho para criar propostas que redefinam o cenário regulatório dos ativos digitais nos EUA em até 180 dias.
DIÁRIO DOS 100 DIAS - DIA 4
A metralhadora de Trump não perdoa inimigos e nem amigos: as declarações contundentes do republicano em 24h — e uma saia justa. A primeira entrevista para a Fox News, o discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos e uma conversa com a imprensa no Salão Oval — nada escapa à língua afiada do presidente dos EUA.
PRONTA PRA IR MAIS LONGE
Dividendos da Embraer em 2025? Itaú BBA faz projeções otimistas para EMBR3, mesmo após a alta expressiva da ação. Para os analistas, a fabricante de aviões ainda tem muito a entregar para os acionistas, mesmo após alta expressiva nos últimos meses.
ESG
Ambipar (AMBP3) quer emitir títulos verdes no exterior e anuncia recompra de green notes de até US$ 200 milhões – agência S&P eleva classificação da empresa. Em meio ao anúncio de emissão de títulos de dívidas verdes no exterior, a agência S&P elevou a classificação de risco de crédito da Ambipar (AMBP3) para positiva.
CRÉDITO E CONSUMO
Mercado Livre (MELI34), Petz (PETZ3), Casas Bahia (BHIA3) e mais: o que esperar do varejo em 2025 e quais ações incluir na carteira, segundo o BTG. Como o cenário econômico de juros altos em 2025 impactará as principais varejistas brasileiras; veja quais ações têm maior potencial de valorização.
FICOU PARA TRÁS
Não deu para o Speedcat: Ações da Puma despencam mais de 20% após resultados de 2024 e empresa fará cortes. No dia anterior, a Adidas anunciou que superou as projeções de lucro e receita em 2024, levando a bolsa alemã a renovar máxima intradia.
REFORMA TRIBUTÁRIA
Taxar ou não taxar os fundos? Anbima pede a derrubada do veto presidencial; entenda os motivos. Lula assinou uma medida que retira os fundos do regime diferenciado na reforma tributária, o qual define que a classe poderia optar entre ser ou não contribuinte dos impostos sobre consumo.
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
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