🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Dani Alvarenga

Dani Alvarenga

Repórter de fundos imobiliários e finanças pessoais no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP).

DIVERSIFICAÇÃO

Fundo imobiliário que investe até em ações: com fundos de FIIs ‘virando’ hedge funds, ainda há espaço para FoFs tradicionais na carteira?

Os fundos imobiliários multiestratégia (ou hedge funds) vão substituir os fundos de FIIs? Conversamos com gestores para entender o perfil de cada um

Dani Alvarenga
Dani Alvarenga
24 de março de 2025
6:17 - atualizado às 10:48
Montagem com prédios e outros imóveis em construção e guindastes | Fundos imobiliários, incorporadoras, construtoras, ações, MRV

Os investidores de fundos imobiliários estão voltando a sorrir. Depois de assistir a uma forte queda na bolsa na segunda metade de 2024,o principal índice de referência dos FIIs, o IFIX, já apresenta alta de 4,82% nos últimos três meses. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que o índice fechou o ano anterior com uma queda acumulada de 5,89%.

Na esteira da recuperação, uma classe de ativos imobiliários vem ganhando destaque: os chamados Fundos de Fundos (FoFs) apresentaram alta de 3,8% e ficaram entre os segmentos com maior valorização em fevereiro, segundo relatório do BTG Pactual.

Apesar disso, os FoFs estão tendo a atenção dos participantes do mercado “roubada” por outra classe: os hedge funds, também conhecidos como fundos imobiliários multiestratégia

Na avaliação de especialistas do setor, os hedge funds imobiliários são a nova tendência da indústria e representam uma evolução dos FoFs.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto os fundos de fundos precisam ter pelo menos 95% dos recursos alocados em cotas de outros fundos, os hedge funds podem investir em diversos ativos atrelados ao mercado imobiliário.

Leia Também

Além de cotas de outros FIIs, os fundos multiestratégia também podem comprar participações diretas em imóveis, ações e debêntures de empresas do setor imobiliário, cotas de fundos de participações ou ações imobiliárias e títulos de renda fixa imobiliária (LCIs, CRIs, Letras Imobiliárias Garantidas - LIGs ou Letras Hipotecárias - LHs).

É como ter, em um só fundo, uma carteira diversificada de fundos de tijolo, fundos de papel e ações de empresas do setor imobiliário.

O segmento também vem brilhando na bolsa — e bem mais que os fundos de fundos —, com uma alta de 7,2% no último mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas será que diante desta nova “paixão” dos investidores, os fundos de fundos imobiliários vão cair em desuso?

Para entender as vantagens de cada segmento, o Seu Dinheiro conversou com Ricardo Vieira, responsável pelo setor de Real Estate do Pátria; Mauro Dahruj, gestor da Hedge Investimentos; Jefferson Honório, sócio da Brio investimentos; e Alessandro Vedrossi, sócio da Valora Investimentos.

A nova paixão do setor imobiliário: os hedge funds

Segundo os gestores, a principal atratividade que vem impulsionando o crescimento da classe de hedge funds é a possibilidade de alocar capital em diversos tipos de ativos. Isso porque a flexibilidade permite aproveitar as melhores oportunidades do momento e se proteger em cenários de queda. 

“O Brasil é um país com muita volatilidade, então há momentos em que a melhor estratégia é investir em equity [participações acionárias], e há momentos em que o melhor é investir em dívidas [títulos de renda fixa]. Ter um produto, como o hedge fund, que te dá essa oportunidade, é importante”, explica Alessandro Vedrossi, sócio da Valora Investimentos, que gere o Valora Hedge Fund (VGHF11).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele ainda ressalta que os FoFs ampliam os movimentos do mercado. Assim, quando o IFIX cai, o segmento tende a cair ainda mais, levando junto a distribuição de dividendos. Por outro lado, os fundos de fundos também tendem a subir mais quando o mercado está em alta.

Já os hedge funds, apesar de também sentirem os impactos da volatilidade da bolsa, podem recalibrar o portfólio para se proteger das oscilações e, assim, preservar o pagamento recorrente de dividendos, segundo o gestor da Valora.

Assim, permitem a exposição a ativos que são mais defensivos e, quando há uma reversão do cenário de contração, também admitem investimentos em outros ativos que tendem a se valorizar ainda mais.

Contudo, a flexibilidade gera um aumento no risco dos investimento. Afinal, o investimento direto em ações, por exemplo, tende a ser mais arriscado que o investimento em títulos de dívida imobiliária ou mesmo em certas estratégias de investimento em imóveis — o investimento em desenvolvimento imobiliário tende a ser mais arriscado que a estratégia de comprar imóveis prontos para revender, que por sua vez tende a ser mais arriscada que investir em imóveis para alugar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, é fundamental que os investidores avaliem a exposição da carteira do fundo em cada tipo de ativo, bem como o histórico de gestão e sua capacidade de gerar retorno. 

“Avaliar a qualidade do time da gestora é muito mais importante do que a carteira, o que eu acho que é um pouco difícil para o investidor, porque ele precisa ir além do segmento no qual aquele fundo investe. Ele precisa se questionar se a gestão é capaz de gerar valor", explica Vedrossi.

Hedge fund é para todo mundo?

Apesar das vantagens dos hedge funds, os investidores precisam analisar muito mais do que apenas a gestão — algo, aliás, recomendado para a maior parte dos investimentos.

Na avaliação de Mauro Dahruj, gestor da Hedge Investimentos — gestora do FoF Hedge TOP FOFII 3 (HFOF11) —, o perfil do investidor também importa, e muito. Isso porque, para os investidores conservadores, que buscam dividendos constantes e baixa volatilidade, os hedge funds não são a melhor estratégia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A inclusão de ativos com níveis de volatilidade distintos, como ações, pode desbalancear a alocação de ativos desejada pelo investidor. E, na nossa visão, quem investe em FIIs, em geral, tende a ter um perfil de risco mais conservador”, diz Dahruj.

Além disso, para o gestor, há uma ineficiência fiscal nos hedge funds quando há investimentos em ativos sujeitos à tributação.

De acordo com ele, ao gerar ganho de capital com a venda desses produtos, o hedge fund precisa pagar o imposto naquele momento, mesmo que a distribuição do valor para os cotistas ocorra meses depois.

Com esse pagamento, o fundo acaba diminuindo o capital disponível para reinvestimentos ou distribuição de dividendos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, para Dahruj, investir diretamente nesses ativos não isentos — como ações, cotas de Sociedades de Propósito Específico (SPEs) ou Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) — é mais eficiente fiscalmente do que investir neles via fundos.

Porém, vale ressaltar que quem paga os tributos por ganho de capital com ativos não isentos é o fundo imobiliário.

Os rendimentos distribuídos por fundos imobiliários, mesmo quando são hedge funds, continuam isentos de imposto de renda para a pessoa física quando atendidos aos critérios de isenção.

Para o fundo, isso significa ser negociado em bolsa ou mercado de balcão organizado e ter mais de cem cotistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já para o cotista ser isento, ele não pode ter mais de 10% das cotas do fundo, nem receber dividendos superiores a 10% do total dos rendimentos do fundo.

Também não são isentos grupos de cotistas que sejam parentes entre si até segundo grau ou que façam parte de um mesmo grupo empresarial com poder de eleger a maioria dos administradores do fundo e que, simultaneamente, possuam mais de 30% das cotas do fundo ou recebam mais de 30% dos dividendos pagos.

Os FoFs ainda valem a pena?

Ainda que os hedge funds sejam avaliados como uma modernização do mercado de fundos imobiliários, os gestores acreditam que os FoFs ainda têm espaço para brilhar.

Esses fundos seguem proporcionando uma diversificação da carteira e retornos acima da média em momentos de valorização do mercado de FIIs. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, na avaliação de Jefferson Honório, sócio da Brio Investimentos, os investidores vão, ao longo do tempo, diferenciar melhor as estratégias dos dois tipos de ativos e conseguir avaliar as vantagens de cada um de acordo com o próprio perfil.

“Já existe um pouco dessa percepção, mas os investidores vão entender melhor quais segmentos dão um retorno maior atrelado a um risco maior e quais têm uma maior previsibilidade de caixa”, afirma Honório, cuja gestora está à frente de um hedge fund imobiliário, o Brio Multiestratégia (BIME11).

Porém, na visão do executivo, o que o investidor precisa realmente saber é se esse fundo tem capacidade de gerar valor com as classes em que ele investe.

“Então, nada impede de uma casa ter um fundo que só investe em outros fundos imobiliários, mas que faz isso com vantagens em relação ao mercado”, afirma Honório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já na avaliação Ricardo Vieira, responsável pelo setor de Real Estate do Pátria, apesar de não caírem em desuso, os FoFs tendem a se modernizar, o que pode levar a uma transformação de alguns deles em hedge funds.

“Os FoFs têm ativos que destravam valor e podem ser potencializados. Mas são fundos passíveis de modernização, são organismos vivos, e seus regulamentos não são estáticos. Essa modernização pode transformá-los em um hedge fund”, afirmou, em entrevista ao Seu Dinheiro.

FoFs vs. hedge funds: uma questão de tamanho!

Mauro Dahruj, contudo, avalia que a transformação de FoFs em hedge funds é uma questão de tamanho, ou seja, FoFs menores passaram a ser incorporados por hedge funds que apresentam um maior patrimônio e número de investidores.

É o caso do Valora Hedge Fund (VGHF11), que incorporou o portfólio do Mogno Fundo de Fundos (MGHF11) em 2023. Na visão do gestor da Hedge, a movimentação indica uma tendência de que fundos maiores vão prevalecer no mercado, mas não uma tendência de transformação de FoFs em hedge funds.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos últimos anos, foram realizadas algumas fusões entre FoFs e hedge funds. Em agosto do ano passado, por exemplo, o BTG Pactual uniu o BTG Pactual Fundo de Fundos (BCFF11), considerado o maior da indústria brasileira na época, ao BTG Pactual Hedge Fund (BTHF11).

Na época, a gestão ressaltou que a vantagem seria a ampliação das possibilidades para o portfólio.

Ainda assim, Dahruj ressalta que a classificação não determina, necessariamente, o sucesso de um fundo. “Na prática, o que importa é a capacidade do gestor de originar e alocar em oportunidades que sejam vencedoras, para que ele possa entregar um retorno diferenciado no longo prazo”, afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

NEM SÓ PAPEL, NEM SÓ TIJOLO

O curinga dos fundos imobiliários: por que os FIIs multiestratégia podem ser um verdadeiro trunfo para os investidores em 2026

20 de fevereiro de 2026 - 6:03

Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas

GIGANTE DO E-COMMERCE NO JOGO

Após novela com os Correios, fundo imobiliário TRBL11 dispara 12% com a locação de galpão logístico para a Shopee

19 de fevereiro de 2026 - 18:30

O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%

MAIS DILUIÇÃO

Azul (AZUL53): depois de emitir mais 45 trilhões de ações para sair da RJ o quanto antes, aérea desaba 50% na bolsa; entenda

19 de fevereiro de 2026 - 17:53

Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição

SUSTENTABILIDADE NA BOLSA

Investimento em ESG: C&A (CEAB3) e Allos (ALOS3) entram nas ações sustentáveis recomendadas pelo BTG em fevereiro

19 de fevereiro de 2026 - 15:40

As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)

O GRUPAMENTO ESTÁ VALENDO

Simpar (SIMH3) corta pela metade ações em circulação e amplia teto para novas emissões; veja o que muda para o acionista

18 de fevereiro de 2026 - 15:21

A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado

PORTFÓLIO EM EXPANSÃO

TRXF11 adiciona mais um galpão logístico ao carrinho, que será ocupado por gigante do e-commerce

18 de fevereiro de 2026 - 11:06

Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

De ressaca? O que esperar dos papéis da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3) hoje, depois de perderem valor em Wall Street no feriado

18 de fevereiro de 2026 - 10:48

ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas

SD ENTREVISTA

O gringo quer Brasil, mas começa pelo Ibovespa. A vez das small caps ainda deve chegar, mas não para todas; veja 10 ações para comprar

18 de fevereiro de 2026 - 6:10

Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso

MERCADO DÁ ADEUS À FOLIA

Xô ressaca! O ajuste de contas entre o confete e a bolsa brasileira depois dos ganhos tímidos de Nova York

17 de fevereiro de 2026 - 18:24

Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.

ALTA TENSÃO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA

17 de fevereiro de 2026 - 16:52

Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

ALAVANCAGEM OCULTA

Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso?

17 de fevereiro de 2026 - 16:27

Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações

APOSTA MANTIDA

Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP

17 de fevereiro de 2026 - 13:07

Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora

QUEM TEM MEDO DA IA

Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo

17 de fevereiro de 2026 - 11:32

Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar