🔴 UM SALÁRIO MÍNIMO DE RENDA TODO O MÊS COM DIVIDENDOS? – DESCUBRA COMO

Dani Alvarenga

Repórter de fundos imobiliários e finanças pessoais no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP).

SD ENTREVISTA

De fundo imobiliário em crise a ‘Pacman dos FIIs’: CEO da Zagros revela estratégia do GGRC11 — e o que os investidores podem esperar daqui para frente

Prestes a se unir à lista de gigantes do mercado imobiliário, o GGRC11 aposta na compra de ativos com pagamento em cotas. Porém, o executivo alerta: a estratégia não é para qualquer um

Dani Alvarenga
15 de outubro de 2025
6:07 - atualizado às 7:55
Ilustração do Pacman comendo imóveis
Por sua fome de aquisições, GGRC11 foi apelidado de 'Pacman dos FIIs'. Imagem: Imagem gerada por IA/ChatGPT

Ir às compras e aumentar o portfólio se tornou um verdadeiro desafio para os fundos imobiliários em meio à maré de juros altos, que empurra os investidores para os braços da renda fixa. Mas, como diz o ditado, mar calmo nunca fez bom marinheiro, e o GGR Covepi Renda (GGRC11) parece ter aprendido a navegar em águas agitadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O fundo imobiliário vem aproveitando as dificuldades do cenário macroeconômico para acelerar as aquisições, tendo passado de 20 ativos para 34 no último ano. Só em setembro, o GGRC11 abocanhou dois ativos do Bluemacaw Logística (BLMG11), além de comprar a totalidade das cotas do FII no fundo Triple A.

Para manter a fome de aquisições em dia, a Zagros, gestora do GGRC11, vem apostando em uma estratégia semelhante à do TRX Real Estate (TRXF11): o pagamento por meio de cotas.

A tática, no entanto, não é para qualquer um. Em entrevista ao Seu Dinheiro, Pedro Van Den Berg, CEO da Zagros, ressalta que é preciso ter a confiança dos investidores para realizar operações do tipo.

“Se fosse fácil, todo mundo fazia. Para conseguir fazer aquisições com pagamento em cotas, é preciso ter credibilidade, conquistar o público e mostrar que a gestão consegue fazer com que a cota do fundo seja um ativo líquido. O FII precisa ter investidores querendo comprar no mercado secundário para que tenha movimento”, afirma o executivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Conquistar a credibilidade não foi tarefa fácil para a Zagros. A gestora assumiu a gestão no final de 2021, em um momento em que os mercados passaram por uma deterioração das condições macroeconômicas, incluindo o aumento da taxa de juros.

Leia Também

Como se não bastasse, o GGRC11 ainda foi arrastado para o olho do furacão de um dos maiores escândalos corporativos do país: a fraude da Americanas (AMER3).

Dois anos após o escândalo da varejista, o FII está prestes a alcançar as marcas de 200 mil cotistas e de R$ 2 bilhões em patrimônio líquido. Com o crescimento, o GGRC11 se consolidará entre os cinco maiores fundos imobiliários do segmento logístico industrial e entre os dez maiores FIIs de tijolo listados no mercado.

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Pedro Van Den Berg contou em detalhes como o GGRC11 conseguiu deixar para trás as águas turbulentas e atrair os investidores. O CEO ainda deu pistas do que os cotistas podem esperar para o FII daqui para frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Zagros fazendo a lição de casa

O ano era 2023, um período difícil para os investidores. Logo no dia 11 de janeiro, o mercado se deparou pela primeira vez com notícias de inconsistências contábeis na Americanas. Após a companhia adiar o balanço várias vezes, foi confirmado um rombo multibilionário, estimado em R$ 25,2 bilhões.

Se o cenário não era bom para quem apostou nas ações, para os fundos imobiliários que tinham a empresa como inquilina não foi muito diferente. O GGRC11, que tinha a varejista como uma das principais locatárias, viu as cotas despencarem no pregão do dia 12 de janeiro. O FII chegou a figurar entre as maiores quedas do IFIX durante a sessão.

Na época, a Americanas era responsável por 19,5% da receita do GGRC11. Com a descoberta das inconsistências contábeis, a empresa entrou em recuperação judicial, enquanto o fundo imobiliário se deparou com a inadimplência dos aluguéis.

Mas a Americanas não era a única dor de cabeça do FII. O GGRC11 já lidava com problemas de calote da inquilina Covolan, companhia têxtil que entrou em recuperação judicial em setembro de 2022. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o fundo imobiliário ainda enfrentava um desequilíbrio incômodo: a falta de caixa diante de compromissos financeiros a honrar. “Passamos boa parte de 2022 arrumando a casa. Então, precisamos fazer uma série de vendas de ativos”, contou o CEO.

“Em seguida, veio a crise da Americanas. Mas o problema serviu de lição para entender o que era preciso para de fato virar a página e reposicionar o fundo no mercado”, relembra. 

Segundo o executivo, o principal aprendizado foi evitar a concentração no portfólio do FII e apostar na diversificação de ativos, de inquilinos e até geográfica. Hoje, a Zagros busca ativos com diferentes locatários e em todo o território brasileiro.

“A nossa estratégia não é só comprar imóveis nas regiões que têm o maior crescimento econômico ou a maior população, mas eventualmente naquelas que são pouco atendidas pelos ativos. Nós gostamos de olhar regiões assim porque é o “oceano azul”, você está surfando sem concorrentes”, afirmou Van Den Berg.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a Zagros também vem apostando na mudança do perfil do portfólio do GGRC11, deixando para trás a estratégia da antiga gestora, a Supernova Capital. Agora, o FII busca migrar de ativos mais antigos e industriais para imóveis logísticos ou híbridos.

“Naquele momento de mercado, era uma operação que fazia sentido. Mas, agora, nós não só não estamos mais fazendo aquisições desse tipo, como queremos que os imóveis industriais sejam cada vez menos representativos no portfólio do GGRC11”, disse.

  • LEIA TAMBÉM: Onde investir em outubro? O Seu Dinheiro reuniu os melhores ativos para ter na carteira neste mês; confira agora gratuitamente

A virada de chave para o GGRC11

As apostas da Zagros para o FII começaram a dar frutos em meados de 2023, período que marcou o fim da fase de reestruturação e o início do crescimento acelerado. 

Na visão do CEO, o momento em que a gestão finalmente virou a página foi quando o GGRC11 assinou com a Santa Cruz, gigante no setor de medicamentos no Brasil, o contrato de renovação antecipada e de expansão do Centro de Distribuição da empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Depois de mais ou menos dois anos de ter iniciado a gestão, nós vimos que já tínhamos mostrado que somos competentes no quesito arrumar a casa. Agora, queríamos mostrar que também podíamos fazer o fundo crescer”, lembrou o executivo.

Para expandir o GGRC11, a Zagros apostou na reforma do regulamento, que foi realizada em 2024. Isso porque, na avaliação do CEO, o estatuto anterior era “muito antigo e impedia o crescimento do FII por uma série de fatores, inclusive por não permitir a aquisição de imóveis com contratos típicos”, afirmou.

A reforma ampliou o leque de possibilidades para o fundo. Essa virada estratégica veio acompanhada de um foco intenso na transparência e na comunicação, com a publicação de relatórios gravados e contato próximo com o cotista. 

A mudança reflete a visão do executivo, que vê a proximidade com os investidores como fator essencial para conquistar a credibilidade do mercado e atrair os cotistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pacman dos FIIs: a fome de aquisição do GGRC11

O terceiro divisor de águas para o GGRC11 foi apostar na aquisição de ativos por meio de cotas. O fundo vem se destacando por abocanhar portfólios inteiros por meio da nova estratégia, e chegou a ganhar o apelido de ‘Pacman dos FIIs’.

“Eu vi que inventaram um apelido para o fundo, chamaram de Pacman dos FIIs, porque o GGRC11 fica comprando vários ativos. Avalio que isso é uma vitória, que mostrou que quem estava bem posicionado, mesmo no momento ruim de mercado, conseguiu crescer”, contou o executivo.

Van Den Berg ressalta que, para que a estratégia dê certo, a cota do fundo precisa ser vista como uma “moeda forte”, o que é o caso do GGRC11. Na avaliação do executivo, o FII é bem avaliado no mercado por conta da credibilidade e liquidez conquistadas ao longo do tempo.

Além disso, a gestão busca negociar com grandes players, o que exige fundamentos sólidos e alta liquidez no mercado secundário para que esses compradores aceitem as cotas como pagamento. “Para sentar à mesa com eles, você tem que ter credibilidade”, afirmou o CEO.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, o executivo destaca que a Zagros é agressiva na negociação de preços e não cede à prática de overprice — ou seja, pagar mais caro — por oferecer pagamento em cotas. Isso porque, na avaliação da gestão, o GGRC11 não deve pagar prêmios excessivos, já que é uma moeda forte.

A Zagros também busca proteger os cotistas, impondo limites de venda (lockup) para os vendedores. Dessa forma, evita inundar o mercado secundário e sacrificar o preço da cota.

Além disso, segundo o executivo, a gestão se concentra em realizar aquisições que aumentem o rendimento por cota, garantindo que o investidor receba mais, mesmo que haja novas emissões.

“Não adianta crescer a torto e a direito. Isso não é saudável. O primeiro pilar da estratégia é sempre gerar valor para o cotista”, afirmou o CEO.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Van Den Berg ainda aproveitou para rebater as críticas sobre as aquisições de portfólios completos. “Há reclamações sobre a compra de carteiras que tenham ativos que não são tão atraentes, mas nós fazemos a venda desses imóveis e estamos provando isso”, disse.

O que esperar daqui para frente?

Prestes a se unir à lista de gigantes do mercado imobiliário, o GGRC11 já tem planos para o futuro. Segundo o CEO, a gestão vai focar em, primeiramente, digerir o crescimento recente e as novas aquisições, consolidando o portfólio. 

Porém, a fome de aquisições não chegou ao fim. A Zagros planeja continuar com compras estratégicas, buscando manter landbank (banco de terrenos) para futuros desenvolvimentos. “Queremos estar preparados para surfar os ciclos do mercado, seja comprando, vendendo ou desenvolvendo ativos”, disse o executivo.

Com a queda da Selic — que se encontra em 15% ao ano — já no radar dos investidores, Van Den Berg tem perspectivas positivas para o GGRC11, uma vez que o FII realizou operações agressivas em um momento difícil para o mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O melhor momento de comprar é hoje. Ninguém tem dinheiro, mas é um momento de aquisições, porque ninguém consegue comprar bons ativos com um cap rate [taxa de capitalização] de 10% a 13% em momentos que o juros está baixo”, opina.

No entanto, enquanto a queda da Selic não chega, a Zagros continuará apostando na aquisição com pagamento em cotas.

Já em relação aos dividendos, o executivo afirmou que a gestão está fazendo um “grande esforço” para manter o patamar de rendimentos atual, que está próximo dos R$ 0,10 por cota. 

“O foco é garantir que o fundo continue entregando um dividend yield [taxa de retorno de dividendos] recorrente e forte. Tem muito fundo que paga bem, mas possui uma parcela grande de não recorrente. O GGRC11 ainda está pagando um pouco de retorno não recorrente, mas não é uma parcela tão relevante”, disse. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O CEO ainda indicou que o FII seguirá apostando na diversificação como uma forma de mitigar os riscos para os investidores. “Ninguém está imune a riscos, especialmente geopolíticos e macroeconômicos. O que controlamos é o risco específico de inquilino, setor ou região, que é diluído no portfólio com a diversificação”, avaliou. 

Segundo o executivo, a meta para o GGRC11 agora é que nenhum locatário ou ativo represente mais de 10% da receita.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS

Bolsa nas alturas: Ibovespa fecha acima dos 158 mil pontos em novo recorde; dólar cai a R$ 5,3346 

26 de novembro de 2025 - 18:35

As bolsas nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia também encerraram a sessão desta quarta-feira (26) com ganhos; confira o que mexeu com os mercados

TOUROS E URSOS #249

Hora de voltar para o Ibovespa? Estas ações estão ‘baratas’ e merecem sua atenção

26 de novembro de 2025 - 12:30

No Touros e Ursos desta semana, a gestora da Fator Administração de Recursos, Isabel Lemos, apontou o caminho das pedras para quem quer dar uma chance para as empresas brasileiras listadas em bolsa

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Vale (VALE3) patrocina alta do Ibovespa junto com expectativa de corte na Selic; dólar cai a R$ 5,3767

25 de novembro de 2025 - 19:00

Os índices de Wall Street estenderam os ganhos da véspera, com os investidores atentos às declarações de dirigentes do Fed, em busca de pistas sobre a trajetória dos juros

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa avança e Nasdaq tem o melhor desempenho diário desde maio; saiba o que mexeu com a bolsa hoje

24 de novembro de 2025 - 19:30

Entre as companhias listadas no Ibovespa, as ações cíclicas puxaram o tom positivo, em meio a forte queda da curva de juros brasileira

BALANÇO DA SEMANA

Maiores altas e maiores quedas do Ibovespa: mesmo com tombo de mais de 7% na sexta, CVC (CVCB3) teve um dos maiores ganhos da semana

23 de novembro de 2025 - 14:21

Cogna liderou as maiores altas do índice, enquanto MBRF liderou as maiores quedas; veja o ranking completo e o balanço da bolsa na semana

ADEUS À B3

JBS (JBSS3), Carrefour (CRFB3), dona do BK (ZAMP3): As empresas que já deixaram a bolsa de valores brasileira neste ano, e quais podem seguir o mesmo caminho

22 de novembro de 2025 - 13:32

Além das compras feitas por empresas fechadas, recompras de ações e idas para o exterior também tiraram papéis da B3 nos últimos anos

FEITO INÉDITO

A nova empresa de US$ 1 trilhão não tem nada a ver com IA: o segredo é um “Ozempic turbinado”

21 de novembro de 2025 - 18:03

Com vendas explosivas de Mounjaro e Zepbound, Eli Lilly se torna a primeira empresa de saúde a valer US$ 1 trilhão

MERCADOS HOJE

Maior queda do Ibovespa: por que as ações da CVC (CVCB3) caem mais de 7% na B3 — e como um dado dos EUA desencadeou isso

21 de novembro de 2025 - 17:07

A combinação de dólar forte, dúvida sobre o corte de juros nos EUA e avanço dos juros futuros intensifica a pressão sobre companhia no pregão

MERCADOS HOJE

Nem retirada das tarifas salva: Ibovespa recua e volta aos 154 mil pontos nesta sexta (21), com temor sobre juros nos EUA

21 de novembro de 2025 - 16:08

Índice se ajusta à baixa dos índices de ações dos EUA durante o feriado e responde também à queda do petróleo no mercado internacional; entenda o que afeta a bolsa brasileira hoje

BAITA DOR DE CABEÇA

O erro de R$ 1,1 bilhão do Grupo Mateus (GMAT3) que custou o dobro para a varejista na bolsa de valores

21 de novembro de 2025 - 14:10

A correção de mais de R$ 1,1 bilhão nos estoques expôs fragilidades antigas nos controles do Grupo Mateus, derrubou o valor de mercado da companhia e reacendeu dúvidas sobre a qualidade das informações contábeis da varejista

OPAS E INTERNACIONALIZAÇÃO

Debandada da B3: quando a onda de saída de empresas da bolsa de valores brasileira vai acabar?

21 de novembro de 2025 - 6:18

Com OPAs e programas de recompras de ações, o número de empresas e papéis disponíveis na B3 diminuiu muito no último ano. Veja o que leva as empresas a saírem da bolsa, quando esse movimento deve acabar e quais os riscos para o investidor

VIRADA NOS MERCADOS

Medo se espalha por Wall Street depois do relatório de emprego dos EUA e nem a “toda-poderosa” Nvidia conseguiu impedir

20 de novembro de 2025 - 15:59

A criação de postos de trabalho nos EUA veio bem acima do esperado pelo mercado, o que reduz chances de corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) em dezembro; bolsas saem de alta generalizada para queda em uníssono

DADO DE EMPREGO

Depois do hiato causado pelo shutdown, Payroll de setembro vem acima das expectativas e reduz chances de corte de juros em dezembro

20 de novembro de 2025 - 12:15

Os Estados Unidos (EUA) criaram 119 mil vagas de emprego em setembro, segundo o relatório de payroll divulgado nesta quinta-feira (20) pelo Departamento do Trabalho

MERCADOS LÁ FORA

Sem medo de bolha? Nvidia (NVDC34) avança 5% e puxa Wall Street junto após resultados fortes — mas ainda há o que temer

20 de novembro de 2025 - 11:06

Em pleno feriado da Consciência Negra, as bolsas lá fora vão de vento em poupa após a divulgação dos resultados da Nvidia no terceiro trimestre de 2025

WHAT A WEEK, HUH?

Com R$ 480 milhões em CDBs do Master, Oncoclínicas (ONCO3) cai 24% na semana, apesar do aumento de capital bilionário

20 de novembro de 2025 - 9:32

A companhia vive dias agitados na bolsa de valores, com reação ao balanço do terceiro trimestre, liquidação do Banco Master e aprovação da homologação do aumento de capital

NÃO ENGATOU

Braskem (BRKM5) salta quase 10%, mas fecha com ganho de apenas 0,6%: o que explica o vai e vem das ações hoje?

19 de novembro de 2025 - 18:49

Mercado reagiu a duas notícias importantes ao longo do dia, mas perdeu força no final do pregão

COMPRA OU VENDE?

SPX reduz fatia na Hapvida (HAPV3) em meio a tombo de quase 50% das ações no ano

19 de novembro de 2025 - 17:40

Gestora informa venda parcial da posição nas ações e mantém derivativos e operações de aluguel

VAI CAIR NA CONTA?

Dividendos: Banco do Brasil (BBAS3) antecipa pagamento de R$ 261,6 milhões em JCP; descubra quem entra no bolo

19 de novembro de 2025 - 11:33

Apesar de o BB ter terminado o terceiro trimestre com queda de 60% no lucro líquido ajustado, o banco não está deixando os acionistas passarem fome de proventos

EFEITOS DO IMBRÓGLIO

Liquidação do Banco Master respinga no BGR B32 (BGRB11); entenda os impactos da crise no FII dono do “prédio da baleia” na Av. Faria Lima

19 de novembro de 2025 - 10:20

O Banco Master, inquilino do único ativo presente no portfólio do FII, foi liquidado pelo Banco Central por conta de uma grave crise de liquidez

OPORTUNIDADES OU ARMADILHA?

Janela de emissões de cotas pelos FIIs foi reaberta? O que representa o atual boom de ofertas e como escapar das ciladas

19 de novembro de 2025 - 6:02

Especialistas da EQI Research, Suno Research e Nord Investimentos explicam como os cotistas podem fugir das armadilhas e aproveitar as oportunidades em meio ao boom das emissões de cotas dos fundos imobiliários

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar