O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Decisão acontecerá no dia 6 de novembro; saiba como ajustar sua carteira para se beneficiar do ciclo de alta de juros
Deve subir mais. A uma semana da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), os economistas do mercado financeiro continuam prevendo um aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, até o final do ano.
Hoje, a Selic está em 10,75% ao ano, mas a projeção do mercado é que essa taxa chegue a 11,75% ao ano até o fim de 2024, conforme o último boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Banco Central (BC).
Assim, os analistas esperam que o Copom eleve os juros gradualmente, com um aumento de 0,5 ponto percentual já na próxima reunião de 6 de novembro e, depois, uma possível nova elevação em dezembro, no encontro do dia 11.
Por isso, é melhor o investidor já ir se preparando — porque, ao que parece, os juros mais altos vieram para ficar (pelo menos até o ano que vem).
Isso porque o mercado estima uma Selic em 11,25% ao ano ao final de 2025, mostrando que o Banco Central terá pouco espaço para reduzir as taxas no próximo ano, em meio às pressões inflacionárias e à desancoragem das expectativas de IPCA.
Esse cenário de juros mais altos pode impactar, sim, seus investimentos. Mas você não precisa se preocupar: ainda há oportunidades para buscar lucros — não só na renda fixa, mas na renda variável também.
Para saber como isso é possível, continue lendo essa matéria. Mas, em primeiro lugar, é preciso entender o porquê dos juros estarem subindo no Brasil.
A taxa básica de juros é a principal ferramenta do Banco Central para controlar a inflação — isto é, o aumento geral nos preços de bens e serviços em uma economia (e que resulta na diminuição do nosso poder de compra).
E o que está acontecendo no Brasil? Isso mesmo: a inflação está subindo de forma acelerada.
Em outubro, a prévia da inflação oficial, indicada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), foi de 0,54%. Esse número representa uma alta de 0,41 ponto percentual em relação a setembro, quando o índice registrou alta de 0,13%.
Sendo assim, a inflação acumulada de 12 meses subiu para 4,47%. Mas a meta definida para o ano de 2024 é de 3%, com tolerância de 1,5% (ou seja, até 4,5%).
E os economistas não estão otimistas. O último Boletim Focus mostrou que a expectativa de inflação do mercado financeiro avançou pela quarta semana seguida, passando de 4,50% para 4,55% — acima da tolerância estipulada.
Nesse cenário, parece restar apenas uma alternativa para o Banco Central: elevar os juros, para assim, conter a alta dos preços e trazer a inflação de volta para a meta.
Tudo tem prós e contras. E na política monetária, não é diferente.
De um lado, a alta dos juros é fundamental para manter a inflação sob controle e evitar a perda do poder de compra.
Mas, de outro, ela impacta negativamente o crescimento econômico, de modo a desestimular o consumo e o investimento. É por isso que, de maneira simplista, o mercado financeiro não gosta de juro alto.
Nos investimentos, o ciclo de alta de juros também tem prós e contras — e é aqui que você precisa ficar ligado:
Com a Selic elevada, os títulos de renda fixa se tornam mais atrativos e tendem a se valorizar. Afinal, esses investimentos tendem a ter suas taxas de retorno atreladas diretamente à Selic ou a outros indicadores que acompanham a taxa básica de juros.
Além disso, a renda fixa se destaca por ser um investimento capaz de oferecer retornos de baixo risco.
Se de um lado a renda fixa é beneficiada em momentos de juros mais altos, do outro, a renda variável tende a ser impactada de forma mais negativa. Justamente por isso, o apetite dos investidores por investimentos em ativos de risco, como ações e fundos imobiliários, costuma diminuir.
Nesse contexto, é importante se atentar nos seguintes pontos na hora de montar sua carteira de investimentos:
Além disso, vale lembrar que, por si só, a alta de juros é uma medida contracionista, que visa desacelerar a economia. Assim, quanto menor o consumo por produtos e serviços, menor também é o lucro das empresas.
Recalcular a rota. Em momento de mudanças na política monetária, é fundamental ajustar o seu portfólio — seja de ações, seja de renda variável.
Não caia na armadilha de “apostar todos os ovos na mesma cesta”. Analistas recomendam a diversificação da carteira justamente para diminuir o risco do investimento e aumentar o potencial de retorno.
Não se engane: mesmo em momentos de juros altos, ainda é possível capturar oportunidades de ganhos expressivos investindo nos ativos mais adequados para este momento. Por exemplo, priorizar títulos pós-fixados e ações de setores defensivos que possam resistir melhor às flutuações econômicas.
E se você ainda tem dúvidas de como ajustar o seu portfólio para o cenário atual, pode ficar tranquilo: você não está sozinho.
O Money Times, um dos principais portais de economia do país, está disponibilizando o “Kit Copom”: uma série de conteúdos e análises de especialistas do mercado financeiro para ajudar o investidor a se posicionar nesse momento.
O material é 100% gratuito, e te dará acesso a cobertura completa sobre como agir após a nova definição de juros. Para receber todos os conteúdos, basta fazer sua inscrição gratuita.
Em relatório gratuito, analista detalha ETF com exposição a commodities para quem busca lucrar com superciclo que pode estar à vista
Analistas do BTG Pactual recomendam outra empresa de saneamento em carteira de small caps que sobe 6.686%; veja
Conheça as visões de analistas do BTG Pactual sobre a estatal; relatório para quem busca bons dividendos ainda inclui mais uma petrolífera
O BTG Pactual lançou a atualização de março da sua carteira recomendada de small caps; conheça quem entrou, saiba os motivos e descubra quem saiu
Corte na Selic é visto como o principal “gatilho” de alta da bolsa brasileira em 2026, mas surpresas negativas podem ser um obstáculo, segundo analista
A disrupção da picape Cybertruck ou a eficiência do novo iPhone 17? Para investir em BDRs, os analistas do BTG Pactual escolheram a Apple no lugar da Tesla; veja o motivo
Carteira recomendada do banco acaba de passar por rebalanceamento, e o peso do RBRR11 no portfólio foi reduzido pela metade; veja mais detalhes
Novo conglomerado de saúde do Bradesco já recebe altas expectativas do mercado; analistas do BTG aproveitam para antecipar recomendação de investimento no grupo OdontoPrev (ODPV3) em sua carteira de dividendos
O banco atualizou sua carteira recomendada de ações, a 10SIM, para março; confira também como ficam petróleo e ouro diante da guerra entre Estados Unidos e Irã
Segundo analistas da Empiricus, essa petroleira em especial é uma das mais beneficiadas pela alta da commodity, mas com o diferencial de ser uma excelente geradora de caixa em qualquer cenário
Com a temporada do Imposto de Renda se aproximando, o Seu Dinheiro cria assistente virtual que te ajuda a declarar o IR com mais rapidez e fugir da malha fina; saiba como acessar
Com foco profundo em finanças e economia, o Seu Dinheiro acaba de anunciar o lançamento de sua nova área exclusiva com conteúdos extras, ferramentas e muito mais; confira
Em meio a cenário geopolítico delicado e maior aversão ao risco, ações de qualidade e atualmente descontadas são a chave para buscar lucros, segundo analista
Conheça a carteira de renda extra que está sendo disponibilizada gratuitamente pela Empiricus e veja quais são as ações, FIIs e outros ativos recomendados para investir.
Segundo analista da Empiricus, outra ação do setor de construção é mais sensível ao corte de juros e pode trazer retornos ao investidor
O portfólio que já cresceu mais de 7% em 2026 traz novas atualizações para quem quer investir em FIIs em março. Fique por dentro.
Carteira recomendada traz alterações estratégicas voltadas para o momento de mercado, que inclui conflitos geopolíticos e cenário doméstico brasileiro mais favorável
A escalada na guerra do Oriente Médio, após os ataques realizados por Estados Unidos e Israel ao Irã no último final de semana, voltou a colocar a geopolítica no centro das decisões de investidores ao redor do mundo. A região concentra parte relevante da produção e do transporte mundial de petróleo. Não à toa, o Estreito de Ormuz é descrito como a “jugular do mundo” em diversas […]
Vai ao ar hoje o evento online e gratuito que reúne nomes importantes do mercado financeiro para debater as principais estratégias de alocação no ano; confira
Online e gratuito, encontro realizado pelo Seu Dinheiro na próxima quarta-feira (21) traz os ativos mais recomendados para este ano; veja como assistir
O BTG Pactual revisou a tese de investimentos da Vivara (VIVA3) após os resultados do 3T25 e apontou o que fazer com as ações agora
As ações da Hapvida (HAPV3) ganharam os holofotes do mercado com queda histórica de 42% em um único pregão; entenda o que aconteceu e o que fazer com os papéis