O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
País respondeu a ataques do grupo terrorista na fronteira com o Líbano, que por sua vez retaliaram a morte de um de seus comandantes no mês passado
Uma troca de ataques entre Israel e o grupo terrorista Hezbollah na noite de sábado (24) – horário de Brasília – elevou a temperatura no Oriente Médio, levando os israelenses a declararem estado de emergência por 48 horas e fecharem brevemente o espaço aéreo ao redor do seu aeroporto internacional, suspendendo voos na capital, Tel Aviv.
Na noite de ontem, manhã de domingo na região, o Exército de Israel lançou uma onda de ataques aéreos no sul do Líbano com cerca de cem aeronaves, alegando se tratar de um ataque preventivo ao Hezbollah.
O exército israelense disse que atacou porque o grupo paramilitar estava planejando lançar um número expressivo de foguetes e mísseis em direção a Israel. Segundo o tenente-coronel Nadav Shoshani, um porta-voz militar israelense, os militantes pretendiam atingir alvos no norte e no centro do país.
Já o Hezbollah afirmou que havia lançado centenas de foguetes e mísseis contra Israel, em retaliação à morte de um dos seus principais comandantes e fundadores, Fouad Shukur, assassinado em um ataque aéreo israelense em Beirute no mês passado. Israel vinha se preparando há semanas para uma resposta do tipo.
Segundo o grupo terrorista baseado no Líbano, seu ataque envolveu mais de 320 foguetes Katyusha direcionados a vários locais em Israel e um "grande número" de drones.
Sirenes de ataque aéreo foram relatadas no norte de Israel, e o aeroporto internacional Ben-Gurion, em Tel Aviv, fechou e desviou voos por aproximadamente uma hora, por segurança.
Leia Também
O Comando da Frente Interna de Israel aumentou o nível de alerta no norte do país e recomendou às pessoas ficarem perto de abrigos antiaéreos.
Segundo Nadav Shoshani, porém, as avaliações preliminares encontraram "poucos danos" em Israel. De toda forma, as forças militares do país permanecem em alerta máximo.
"Estamos determinados a fazer tudo para defender nosso país, devolver os moradores do norte em segurança para suas casas e continuar defendendo uma regra simples: quem nos prejudicar – nós os prejudicaremos", disse o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu no início da reunião semanal de seu gabinete neste domingo.
De acordo com o Hezbollah, sua operação estava mirando "um alvo militar israelense qualitativo que será anunciado mais tarde", bem como "locais e quartéis inimigos e plataformas Iron Dome (defesa de mísseis)", além de 11 bases militares.
O governo israelense disse que mais de 200 projéteis foram lançados sobre o país a partir do Líbano, e alguns deles foram interceptados. Israel acredita que a sede de sua agência de espionagem e inteligência, Mossad, ao norte de Tel Aviv, estava entre os alvos pretendidos, disse uma fonte à agência Dow Jones Newswires.
O Hezbollah anunciou o fim das operações neste domingo, classificando-as como o "primeiro estágio de ataques retaliatórios" contra Israel. Os militantes negam que a ação do exército israelense tenha impedido um ataque maior do grupo.
Ambos os lados afirmam que os ataques miraram apenas alvos militares. Pelo menos três pessoas foram mortas no sul do Líbano e outras duas ficaram feridas, segundo o Ministério da Saúde do país.
Já o Exército de Israel informou que um soldado da Marinha foi morto e outros dois ficaram feridos, possivelmente por um interceptador de fogo inimigo ou estilhaços que se dispersaram após a interceptação de um míssil ou foguete.
A onda de ataques e contra-ataques entre Israel e o Hezbollah vêm se arrastando há meses, mas a troca de mísseis deste fim de semana foi a maior desde o início do conflito, aumentando os temores de uma guerra maior e generalizada na região.
Após o ocorrido, o ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, atualizou o Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, com quem debateu a prevenção de uma escalada regional do conflito.
Os EUA e Israel estimam que o Hezbollah tenha cerca de 150 mil foguetes e seja capaz de atingir qualquer lugar dentro de Israel.
O grupo também teria desenvolvido drones capazes de escapar das defesas do país, bem como munições guiadas de precisão.
Israel prometeu uma resposta esmagadora a qualquer grande ataque do Hezbollah, em coalizão apoiada pelos EUA. Já o Hezbollah é um aliado do Irã, que também ameaçou retaliar Israel pela morte do líder do Hamas Ismail Haniyeh em uma explosão em Teerã no mês passado.
A mídia estatal iraniana chegou a destacar neste domingo o ataque do Hezbollah a Israel, classificando-o como bem-sucedido, mas não houve comentários imediatos de autoridades persas.
*Com informações do Estadão Conteúdo e agências internacionais. Matéria atualizada às 13h55 para acrescentar informações sobre mortos e feridos israelenses.
Corinthians x Gotham FC nesta quarta-feira (28), às 9h30, pela semifinal do Mundial de Clubes feminino da Fifa
Pesquisas por voos para o Brasil cresceram de forma abrupta logo após a notícia; Pequim, Xangai, Guangzhou, Chengdu, Xiamen e Shenzhen estão entre as cidades de partida mais procuradas
Cinco casos confirmados e cerca de 100 pessoas em quarentena na Índia; especialistas reforçam que a doença é rara e altamente letal
Quando estiver valendo, o tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas
Devolução dos pandas ao país de origem simboliza o agravamento das tensões diplomáticas, comerciais e de segurança entre Pequim e Tóquio, em meio a atritos sobre Taiwan, barreiras econômicas e gastos militares
Descoberta revela moedas de ouro raríssimas da época da Guerra Civil Americana; conjunto é avaliado em milhões de dólares
Túnel de Base do Gotardo encurta travessias alpinas, tira caminhões das estradas e virou um marco de planejamento de longo prazo
O presidente dos EUA acusa o primeiro-ministro Mark Carney de transformar o país vizinho em um “porto de entrada” para produtos chineses
Um detalhe de estilo do presidente francês viralizou no Fórum Econômico Mundial e adicionou milhões de dólares ao valor de mercado de uma fabricante de óculos
Para o banco norte-americano, embora o otimismo já esteja parcialmente refletido nos preços, ainda existem oportunidades valiosas em setores que alimentam a revolução tecnológica
No evento Onde Investir 2026, especialistas traçam as melhores teses para quem quer ter exposição a investimentos internacionais e ir além dos Estados Unidos
Jerome Powell deixa a presidência do Fed em maio e Trump se aproxima da escolha de seu sucessor; confira os principais nomes cotados para liderar a instituição
Desvalorização do dólar, disparada do ouro, da prata e da platina, venda de títulos do Tesouro norte-americano — tudo isso tem um só gatilho, que pode favorecer os mercados emergentes, entre eles, o Brasil
Após anos de perdas e baixa contábil, a saída do “sonho grande” volta à mesa com a chegada do novo CEO Greg Abel; entenda
Pequena parte do dinheiro reaparece quase dez anos depois, mas a mulher por trás do maior golpe de cripto continua desaparecida
No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola
Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas
Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano
Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília