O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A decisão foi emitida em resposta a um caso apresentado pela África do Sul em 29 de dezembro, que acusou Israel de genocídio contra os palestinos
O mais alto tribunal das Nações Unidas (ONU) ordenou nesta sexta-feira (26) que Israel tomasse todas as medidas para evitar atos de genocídio contra o povo palestino, mas não conseguiu fazer com que Benjamin Netanyahu implemente um cessar-fogo.
A determinação ocorre no momento em que as forças israelenses continuam uma campanha militar na Faixa de Gaza que ceifou milhares de vidas palestinas.
O tribunal ordenou ainda que Israel apresentasse um relatório no prazo de um mês sobre as medidas que está a tomar.
As medidas do tribunal que Israel deve abolir em relação aos palestinos, incluem:
O tribunal disse que tem jurisdição para decidir sobre a questão do genocídio e não rejeitará o caso, apesar do pedido de Israel para isso.
Além de tomar as medidas necessárias, o tribunal também indicou que Israel deve evitar o incitamento ao genocídio contra os palestinos.
Leia Também
A decisão foi emitida em resposta a um caso apresentado pela África do Sul em 29 de dezembro, que acusou Israel de genocídio contra os palestinos.
O tribunal ouviu as alegações da África do Sul em 11 de janeiro e a resposta de Israel no dia 12 deste mês.
As decisões do TIJ são “obrigatórias para as partes envolvidas”, finais e não permitem direito de recurso.
O tribunal não dispõe de meios para fazer cumprir diretamente os pronunciamentos, mas as decisões podem muitas vezes causar duros golpes na reputação dos acusados.
Israel nega as acusações e as forças israelenses citaram repetidamente o direito à legítima defesa.
O governo de Benjamin Netanyahu diz que as forças do Hamas se entrincheiraram intencionalmente em escolas e hospitais na Faixa de Gaza e estão utilizando civis como escudos humanos.
Na sequência do pronunciamento do tribunal, Netanyahu divulgou um discurso em vídeo afirmando o compromisso “inabalável” do seu país com o direito internacional.
“A acusação de genocídio levantada contra Israel não é apenas falsa, é ultrajante, e as pessoas decentes em todo o mundo deveriam rejeitá-la”, disse ele, observando que o seu país continuará a luta contra o Hamas.
“Nossa guerra é contra os terroristas do Hamas, não contra os palestinos”, disse Netanyahu. “Continuaremos a facilitar a assistência humanitária e a fazer o nosso melhor para manter os civis fora de perigo, mesmo que o Hamas utilize os civis como escudos humanos”, continuou.
A ministra das Relações Exteriores da África do Sul, Naledi Pandor, concedeu uma entrevista logo após a decisão do tribunal, mostrando certo descontentamento.
“Não adianta determinar essas medidas sem um cessar-fogo. Queremos um cessar-fogo para que o conflito realmente se encaminhe para o fim”, afirmou.
Os EUA, aliado de Israel, questionaram o mérito do caso, com o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, John Kirby, descrevendo o processo sul-africano como “sem mérito, contraproducente e completamente sem qualquer base factual” depois de ter sido apresentado.
Após o Irã reverter a abertura da passagem marítima, presidente norte-americano minimiza a medida como tática de pressão
Teerã alega “pirataria” dos EUA para encerrar breve abertura da via estratégica; Donald Trump afirma que cerco naval só terminará com conclusão total de acordo.
Mais cedo ou mais tarde, Lionel Messi e Cristiano Ronaldo vão se aposentador dos gramados, mas não vão abandonar o futebol. Ambos se preparam para virar dirigentes.
Com orçamento aprovado e foco no superávit, governo argentino recebe sinal verde do Fundo; entenda como a economia vizinha está mudando (para melhor)
Gestor colocou as economias em desenvolvimento no radar dos investidores globais em um momento em que “mercados emergentes” não era nem um conceito ainda
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa
Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo