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Gasto médio do apostador brasileiro nas casas de apostas virtuais é de R$ 263 mensais, segundo levantamento do Datafolha. Mas dados mais recentes do Banco Central mostram que, entre os mais velhos, a média é de R$ 3 mil por mês. Quanto seria possível ganhar se, em vez de jogar, o brasileiro aplicasse esse dinheiro?
O sucesso das bets no Brasil atesta que o desejo de ganhar dinheiro na sorte e sem esforço, que move a humanidade desde tempos imemoriais, continua a ser uma força poderosa.
Acontece que, nas casas de apostas, a probabilidade de perder o dinheiro é maior do que a de ganhar – e, mesmo quando você ganha, pode não ser a bolada que você esperava, deixando o resultado líquido ainda negativo.
Um levantamento do Datafolha de janeiro deste ano mostrou que os brasileiros que costumam apostar nas bets gastam, em média, R$ 263 por mês nessa atividade, considerando apenas os valores transferidos para as bets, isto é, sem levar em conta eventuais ganhos.
Mas, questionados se tiveram mais ganhos ou mais perdas, 51% dos que já apostaram disseram ter tido mais perdas, 38%, mais ganhos, e 10% ficaram no zero a zero.
Segundo uma análise mais recente do Banco Central, divulgada em setembro deste ano, os apostadores mais jovens gastavam em torno de R$ 100 por mês com as bets, enquanto para os mais velhos, o valor médio ultrapassava impressionantes R$ 3 mil mensais.
É claro que aposta não é investimento, é uma forma de entretenimento. Mas trata-se de uma diversão que pode dar prejuízo, e dos grandes, se o jogador não conseguir se controlar.
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Mas e se em vez de arriscar seu dinheiro para talvez ganhar uma bolada de uma vez na sorte, o brasileiro investisse a mesma quantia gasta nas bets numa aplicação de baixo risco, do tipo que todo mês remunera alguma coisinha? Quanto seria possível ganhar?
Eu fiz essa simulação com base nos valores médios gastos pelos brasileiros segundo os levantamentos do Datafolha e do BC, considerando aplicações mensais na poupança e no Tesouro Selic, o título público de menor risco do Tesouro Direto, para demonstrar o poder multiplicador dos juros compostos no patrimônio no investidor.
Veja quanto seria possível tirar, ao final de um e dois anos, na poupança e no Tesouro Selic, aplicando mensalmente R$ 100, R$ 263 ou R$ 3 mil:
| Prazo | Poupança | Tesouro Selic* |
| 1 ano | R$ 1.238,34 | R$ 1.248,20 |
| 2 anos | R$ 2.564,10 | R$ 2.615,69 |
| Prazo | Poupança | Tesouro Selic* |
| 1 ano | R$ 3.256,84 | R$ 3.282,76 |
| 2 anos | R$ 6.743,58 | R$ 6.879,28 |
| Prazo | Poupança | Tesouro Selic* |
| 1 ano | R$ 37.150,32 | R$ 37.412,28 |
| 2 anos | R$ 76.922,92 | R$ 78.330,81 |
Parâmetros das simulações:
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