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A corretora simulou o rendimento líquido de uma aplicação inicial de R$ 300 mil em um apartamento ou FIIs por três anos
A compra direta foi, por muitos anos, a alternativa mais viável para que os brasileiros pudessem obter renda com imóveis. Mas, com a popularização dos fundos imobiliários, surgiu uma alternativa para garantir uma rendimento mensal para os investidores.*
Vale destacar que os FIIs já existem desde os anos 90. Contudo, ganharam mais tração entre as pessoas físicas apenas na última década. O número de investidores saltou de 208 mil em dezembro de 2018 para 2,5 milhões no mesmo mês do ano passado, segundo o boletim da B3.
Com o crescimento da base, as cotas dos fundos, que são negociadas em bolsa, também ganharam mais liquidez, o que facilita a montagem e desmonte de posições.
Para a Santander Corretora, essa é justamente uma das vantagens dos FIIs ante casas ou apartamentos. De acordo com a casa, caso o investidor precise do dinheiro, é possível negociar as cotas mais rapidamente do que em uma venda de imóvel.
Além disso, os fundos também apresentam vantagens em termos de custo — existem ativos listados na B3 e negociados por menos de R$ 10 — e impostos. Enquanto o aluguel de imóveis é tributado se ultrapassar R$ 2.112, os dividendos de FIIs com mais de 100 cotistas são completamente isentos de Imposto de Renda.
“Os fundos imobiliários são indicados para quem quer diversificar o portfólio e contar com rendimentos periódicos, sem a burocracia de ter que gerenciar um imóvel”, destaca Flavio Pires, especialista em FIIs da Santander Corretora.
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Mas e no quesito rentabilidade, quem é o vencedor: o aluguel de imóveis ou os fundos imobiliários? Para responder a essa pergunta, a corretora simulou o rendimento líquido de uma aplicação inicial de R$ 300 mil.
A receita do aluguel foi estimada com base no índice FIPE ZAP, referência para o setor, de janeiro de 2024.
Já o rendimento dos FIIs considera um retorno mensal de 0,83% projetado com base no yield dos fundos que compõem o IFIX, índice que reúne os maiores fundos imobiliários da bolsa brasileira.
Com base nesses parâmetros, o rendimento líquido de um apartamento com aluguel mensal de R$ 1.297,50 foi de R$ 27,7 mil em três anos, enquanto os fundos renderiam R$ 89,5 mil no mesmo período.
Confira abaixo a simulação do Santander:
| Aluguel de um apartamento | Fundo imobiliário | |
| Impostos | R$ 9 mil* | Não aplicável |
| Custos | Reforma: R$ 10 mil | Corretagem: R$ 1,5 mil** |
| Custos com adm | 10% sobre o aluguel (imobiliária) | Zero (custódia na B3) |
| IR | 27,5% sobre a renda | Zero |
| Receita | R$ 1.297,50 | R$ 2.487,50 |
| Rendimento em 3 anos | R$ 27.710,00*** | R$ 89.550,00 |
*Matéria atualizada em 25/03 após correção de cálculos feita pela Santander Corretora
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