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Por diferentes motivos, esses carros serão aposentados, mas nem sempre isso significa um mau negócio como novos ou usados
O fim de linha se aproxima para alguns modelos de carros que estão à venda no Brasil.
Seja por motivos industriais, decisão global, envelhecimento do projeto ou simplesmente porque flopou, você dificilmente vai ouvir isso da montadora, salvo algumas exceções.
Séries especiais last edition de algumas marcas até anunciam a aposentadoria de modelos, como foi com os Volkswagen Kombi e Polo, além do Fiat Uno Ciao e o Renault Sandero RS Finale.
A montadora simplesmente tira aquele modelo na oferta de seu site na internet e não se fala mais nisso.
Algumas mortes são anunciadas, como o fim da produção global ou porque já se sabe que uma versão renovada chegará. Outras ficam nas entrelinhas.
Sem dúvida! Primeiramente porque um carro em fim de linha ainda com estoques é um argumento de desconto.
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O índice pode variar conforme o modelo, mas considere algo entre 15 e 20% ou até mais, cada caso é um caso.
E há exceções: modelos icônicos que deixam de ser fabricados podem ser disputados, virar peça de coleção e aí nem adianta barganhar.
Entenda por que estão sendo aposentados e em que condições esses carros valem a pena!
O subcompacto de duas portas e quatro lugares representou uma nova era para a marca sino-brasileira: a da eletrificação. Além dos modelos Tiggo híbridos, a Caoa Chery lançou em meados de 2022 o iCar com a ousada proposta de ser o elétrico mais acessível do mercado, à época custava R$ 140 mil. Com a chegada dos chineses (GWM e BYD) foi reduzindo preços até R$ 120 mil (tabela). Mas numa rápida pesquisa foi possível encontrar uma queima de estoque por R$ 80 mil.

Das 785 unidades vendidas entre julho e dezembro de 2022, despencou para 149 em 2023 e este ano apenas 43 unidades (até setembro). Ou seja, perdeu espaço. Vai ser mais um caso de modelo de difícil absorção no mercado de usados e alta desvalorização.
A GM ainda mantém à venda seus dois elétricos Bolt e Bolt EUV. O primeiro chegou em 2022, em um momento em que os elétricos ainda representavam um volume baixo de vendas e eram bem menos acessíveis. Para se ter ideia, à época (pré-BYD Dolphin) foi lançado por R$ 329 mil. Desde então, a GM emplacou apenas 320 unidades. A marca deixou de divulgar seu preço, embora ainda esteja presente em seu site oficial.

O caso do Bolt EUV é ainda mais bizarro: lançado em maio de 2023 no Brasil com apenas 200 unidades, veio como “modelo de transição”, já natimorto. Com preço menor que o Bolt EV, a R$ 280 mil, teve incríveis 185 unidades emplacadas. As últimas estavam sendo vendidas por R$ 200 mil, desconto de quase 30%. Problema desse tipo de veículo é achar componentes depois de um tempo. Ou vira peça de coleção ou vai ter trabalho com a manutenção.
Ainda anunciado à venda, o muscle car despede-se para sempre com a versão Collection, lançada no final de 2023. Os preços são os mesmos: R$ 555 mil o cupê e R$ 595 mil o conversível. Com motorzão V8 6.2 que rende 461 cavalos de potência e câmbio automático de 10 marchas, o Camaro teve sua produção encerrada nos EUA.

Seu principal rival é o Ford Mustang, que vende 4 vezes mais no Brasil: este ano, até agosto, foram emplacadas 93 unidades do Chevrolet versus 426 do Ford. Como são poucas as unidades dessa versão de despedida do icônico esportivo, dificilmente terá desconto.
A dupla de médios da Chevrolet, lançada em 2011, nunca foi um grande sucesso de vendas no Brasil. E há tempos que já se falava no mercado que hatch e sedã sairiam de linha. A decisão foi global: o Cruze deixou de ser feito em outros mercados e a última produção dele ficou para a Argentina, na fábrica de Santa Fé, de onde eram enviados para o Brasil. Agora essa planta vai produzir apenas o SUV Tracker, para abastecer aquele mercado.

Mesmo sem anunciar seu fim, a GM retirou o Cruze da vitrine de seu site. Enquanto o Sport6 chegou num momento de declínio dos hatches médios, o sedã até teve boas vendas, mas sempre viveu à sombra de Toyota Corolla e Honda Civic. O fim do Cruze não significa prejuízo para quem o possui. O sedã é um bom carro, tem uma desvalorização maior como seminovo, mas depois seus preços estabilizam. Já o hatch, embora seja um produto correto, pode ser um carro de maior desvalorização por conta de seu menor volume no mercado.
Enquanto se especula se a nova geração do SUV virá elétrica, a combustão ou se teremos as duas opções convivendo no mercado, uma coisa é certa: o atual Equinox sai de cena nas próximas semanas.

Importado do México, estava há pouco tempo com desconto de R$ 40 mil na versão topo de linha Premier: de R$ 248.750 por R$ 207.990, uma redução de -16%. Ou seja, um desconto válido para um SUV de baixo volume que sai de linha para a chegada de uma nova geração, mais moderna, contudo, não deve novamente ser protagonista nas vendas.
Representante de uma era pré-Stellantis, o C4 sempre foi um bom produto: design arrojado, bem equipado, espaçoso e motor 1.6 turbo que entrega ótimo desempenho. Mas o crossover, lançado em 2018, carregou a má-fama de outros modelos da marca que tiveram problemas no passado. E agora perde espaço para uma plataforma muito mais moderna, chamada CMP, com a qual já são montados três novos Citroën – C3, Basalt e Aircross, na planta de Porto Real (RJ).

Ou seja, o C4 Cactus ficou no vácuo. Com cerca de 100 unidades emplacadas por mês em média, seu fim está próximo. A desvalorização pode ser sua pedra no sapato no mercado de usados, mas depois de dois anos os preços se estabilizam. Um 2022, por exemplo, já é um ótimo negócio. Com a Stellantis por trás, ficou mais fácil confiar na manutenção dos modelos Citroën.
A primeira experiência da Fiat com um elétrico no Brasil não foi das mais bem-sucedidas. Não pelo produto em si, que é ótimo e merecedor de elogios. Mas porque, como em outros casos, chegou num momento pré-chineses e tornou-se inviável pelo preço. Assim como o iCar, o 500e é um subcompacto de duas portas e quatro lugares, mas mais refinado: charmoso, bem equipado e com autonomia de 227 km. Até na Europa, onde é feito, enfrenta crise de demanda e deve dar lugar a uma opção híbrida.

Aqui sempre foi um carro de nicho: em 2022, vendeu 202 unidades, no ano seguinte apenas 50 e em 2024, ainda com modelos 2022 zero-km, teve 9 unidades emplacadas até setembro. Como novo é vendido por R$ 215 mil, mas modelos pouco rodados são encontrados a R$ 120 mil. Outro que vai ser fadado a virar peça de colecionador.
O SUV compacto foi lançado no final de 2016 e foi um sucesso de vendas. Em 2021, a Hyundai iniciou a produção de uma nova geração e ao invés de dispensar o antigo, decidiu mantê-la como versão de entrada e a única com motor 1.6, com tabela de R$ 120 mil e que faz sucesso com o público PCD.

Nas próximas semanas, a marca começa as vendas da nova geração do Creta, o que deve sentenciar o fim da primeira. No site oficial da marca, há oferta especial por R$ 114 mil com a observação dúbia de “últimas unidades”. Este é um exemplo de carro que tem bom mercado entre seminovos e usados, com bom volume e que merece ser pesquisado.
Em meados de 2019 chegava ao Brasil um dos elétricos mais badalados do mundo. O Leaf era um best seller global e abriu as portas da eletrificação para a Nissan no País – o único elétrico entre as marcas de origem japonesa. Desde então, a Nissan emplacou quase 1.400 unidades do Leaf, volume que pode ser visto de duas formas: positiva, porque foi um elétrico de sucesso e, ao mesmo tempo, foi ultrapassado por modelos chineses mais modernos, tecnológicos e muito mais acessíveis. Tanto que no início desse ano, a Nissan deixou de vender o Leaf e passou a oferecê-lo apenas como assinatura.

Por quase R$ 300 mil e apenas 200 km de autonomia perdeu a representatividade. Como qualquer outro elétrico, é difícil estimar sua performance no mercado de usados, já que os modelos seminovos despencam de preço.
A chegada do SUV compacto Kardian marca um novo momento da Renault no Brasil. Com o tempo, a fabricante quer substituir os modelos originais da sua subsidiária romena Dacia (Kwid, Sandero, Logan, Duster e Oroch) por uma linha mais moderna, de maior valor agregado e, consequentemente, mais rentável. Por isso é uma questão de tempo que o Stepway e o Logan saiam do mercado.

Enquanto cerca de 70% dos Stepway são direcionados a frotas e locadoras, nove em cada dez Logans são comercializados em vendas diretas, modalidade menos rentável. Até porque o baixo volume nem justifica a permanência deles no mercado: o hatch emplaca em média 380 unidades por mês enquanto o sedã, 500 unidades. Apesar da aposentadoria iminente, os dois são modelos antigos no mercado e que devem continuar com uma boa trajetória entre seminovos e usados.
A marca japonesa é uma das mais discretas em antecipar seus planos, mas já faz um tempo que ela anunciou que fabricaria um SUV compacto. Trata-se do Yaris Cross, que começa a ter as primeiras unidades pré-produzidas em Sorocaba (SP) no final do ano.

Embora a dupla hatch e sedã tenha razoáveis números de emplacamento (2.200 e 1.900 em média, por mês, respectivamente) uma fonte de dentro da fábrica nos contou que ambos sairão de linha porque eles perderam rentabilidade e precisam abrir espaço para o novo SUV compacto, forte aposta da Toyota, que já opera em três turnos, para crescer no Brasil.
Assim como o Etios, que saiu de linha e tornou-se um queridinho do mercado de usados, Yaris Hatch e Sedã seguirão na mesma linha e serão modelos disputados e valorizados.
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