🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Dani Alvarenga

Dani Alvarenga

Repórter de fundos imobiliários e finanças pessoais no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP).

BATALHA VERDE

Justiça da Holanda reverte decisão climática histórica em favor da Shell

A decisão desta terça-feira (12) permite que a Shell não tenha mais uma meta de redução de emissão de gases de efeito estufa até 2030

Dani Alvarenga
Dani Alvarenga
12 de novembro de 2024
12:57 - atualizado às 12:27
Posto Shell, administrado pela Raízen, uma subsidiária da Cosan
Posto Shell, administrado pela Raízen, uma subsidiária da Cosan - Imagem: Shutterstock

A Shell obteve na justiça holandesa a reversão de uma decisão climática histórica nesta terça-feira (12). A companhia britânica venceu um recurso sobre uma sentença judicial que exigia a redução da emissão de gases de efeito estufa pela empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O tribunal da Holanda derrubou um veredicto de 2021 que determinava que a petroleira reduzisse a emissão de gás carbônico em 45% até 2030. O caso foi movido em 2019, pela Milieudefensie, uma organização de defesa ambiental.

Na época, a decisão marcou a primeira vez na história que uma empresa foi obrigada a alinhar suas políticas ao Acordo de Paris através de uma determinação judicial.

  • O Acordo de Paris é um tratado global que contém uma série de medidas para combater os impactos das mudanças climáticas. O acordo foi adotado em 2015 durante a 21ª Conferência do Clima da ONU, a COP21.

Além disso, o veredicto foi considerado um momento decisivo na batalha climática e, na época, desencadeou uma onda de processos judiciais contra outras empresas de combustíveis fósseis.

Já a nova decisão favorecendo a Shell ocorre em meio ao segundo dia da Conferência do Clima da ONU de 2024, a COP29. Com o anúncio, por volta das 12h, as ações da Shell passaram a operar em queda de 0,90%, a 2.524 euros, em Londres.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A batalha verde contra a Shell de 2019

O processo da Milieudefensie contra a Shell foi movido em conjunto com a sucursal holandesa da Amigos da Terra, com seis outras entidades e mais de 17 mil cidadãos holandeses.

Leia Também

Além de determinar uma redução em 45% da emissão de gases de efeito estufa, o veredicto de 2021 exigiu que a Shell fosse responsabilizada pela emissão de gás carbônico de toda a sua cadeia de valor, que inclui os produtos vendidos pela companhia.

Na época, a sede da petroleira ainda era localizada no país, porém, após o veredicto desfavorável, a companhia transferiu-se para o Reino Unido. 

A realocação foi criticada, uma vez que a decisão do tribunal de Haia era judicialmente vinculada ao território holandês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um novo capítulo, uma nova decisão judicial

De acordo com o resultado do recurso desta terça-feira, a Shell continua a ser obrigada a limitar a emissão de CO₂, porém o tribunal de apelações de Haia determinou que não seria possível estabelecer uma meta de redução.

“A corte de apelação negou as alegações da Milieudefensie porque o tribunal foi incapaz de estabelecer que as determinações sociais implicam na obrigação da Shell de reduzir a emissão de CO₂ em 45% ou qualquer outra porcentagem”, afirmou a corte em comunicado.

A decisão também reverteu a determinação sobre a emissão de gases dos produtos vendidos pela Shell. O tribunal avaliou a medida como “ineficaz”, uma vez que outras empresas poderiam assumir a comercialização dos produtos e “consequentemente, não resultaria numa redução de emissões”, afirmou o tribunal.

O CEO da Shell, Wael Sawan, afirmou ter ficado satisfeito com o resultado do recurso. “Estamos felizes com a decisão da corte, a qual nós acreditamos ser a correta em relação a transição energética no mundo, na Holanda e em nossa companhia”, afirmou o executivo em comunicado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, Sawan reforçou o empenho da petroleira para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. “Nossa meta de nos tornarmos uma empresa de energia com zero emissões líquidas até 2050 ainda permanece”, disse o CEO.

Já a organização Milieudefensie afirmou que não vai desistir da luta judicial. “É um retrocesso para nós, para o movimento climático e para milhões de pessoas ao redor do mundo que estão preocupadas”, disse o Donald Pols, diretor da Milieudefensie.

A Shell vai cumprir com as metas?

Apesar de manter o compromisso de se tornar um negócio de energia com emissões líquidas zero até 2050, a companhia vem diluindo algumas de suas metas climáticas no último ano.

A Shell alterou a meta de redução de intensidade líquida de carbono de seus produtos energéticos até 2030 para 15% a 20%. Até então, o objetivo era um corte de 20%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia também abandonou a meta que determinava a redução pela metade da intensidade líquida de carbono da companhia até 2035.

Além disso, a Shell segue investindo mais em combustíveis fósseis do que em energia renovável. Em 2023, enquanto investiu US$ 5,6 bilhões em combustíveis com baixa emissão de carbono, a companhia direcionou US$ 16 bilhões para os negócios de petróleo e gás.

*Com informações da CNBC, BBC e CNN

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NOVO PESO-PESADO NA B3 

Bradesco (BBDC4) coloca a Bradsaúde no jogo da B3, Odontoprev (ODPV3) reage forte — há espaço para mais um gigante da saúde?

27 de fevereiro de 2026 - 13:22

Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei? 

BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar