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Índice considerado uma prévia do PIB registrou avanço de 0,25% em maio, levemente abaixo do resultado do mês anterior
O Banco Central divulgou nesta manhã o IBC-Br, considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo a autoridade monetária, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) avançou 0,25% em maio, na comparação com abril, na série com ajuste sazonal.
O resultado de maio mostra estabilidade em relação ao mês anterior, quando havia subido 0,26%, conforme o dado revisado nesta segunda-feira, 15. O indicador atingiu 149,6 pontos, o maior nível da série histórica.
O Bank of America (BofA) divulgou relatório nesta manhã comentando o resultado do IBC-Br. Segundo os analistas da instituição, o núcleo das vendas no varejo aumentou 1,2% na comparação mensal, os serviços permaneceram estáveis, e a produção industrial caiu 0,9%, também na comparação mensal.
"Mesmo assim, todos os indicadores surpreenderam positivamente no mês", dizem os analistas. "Nossa previsão preliminar para o IBC-BR de junho é de ganho de 0,7% em relação ao mês anterior."
"Vale lembrar que a contração da produção industrial em maio foi muito influenciada pela queda de 26,2% em maio no Rio Grande do Sul, dada as enchentes que arrasaram o estado durante o mês", afirma o relatório do BofA.
O BC revisou para cima o desempenho do IBC-Br em todos os meses deste ano. O resultado de abril, na margem, passou de 0,01% para 0,26%, enquanto o resultado de março passou de -0,36% para -0,25%. A alta de fevereiro foi revisada de 0,36% para 0,46% e a de janeiro, de 0,60% para 0,66%.
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Na comparação com maio de 2023, segundo o BC, o IBC-Br subiu 1,30%, também menos do que sugeria a mediana da pesquisa, de 1,40%. Na série sem ajuste sazonal, o índice atingiu 148,86 pontos, o maior nível para o mês na série histórica.
O IBC-Br acumula alta de 0,53% no trimestre móvel encerrado em maio, na margem e considerando a série com ajuste sazonal. Na série sem ajuste, o índice sobe 1,24% no trimestre frente aos mesmos três meses de 2023.
No ano, o IBC-Br sobe 2,01% e, em 12 meses, acumula alta de 1,66%, todos na série sem ajuste sazonal.
Os analistas do BofA estão otimistas com o desempenho da economia para este ano. "Temos uma visão construtiva da atividade. Embora as cheias no RS possam ter um impacto negativo na atividade nos próximos meses, os esforços de reconstrução podem impulsionar o desempenho no segundo semestre do ano", afirmam o s analistas.
"Neste cenário, juntamente com uma surpresa positiva para a atividade de maio, continuamos a esperar um crescimento do PIB de 2,7% em 2024, desacelerando para 2,5% em 2025", acrescenta o texto.
O Banco Central também divulgou nesta manhã o Relatório Focus trazendo as projeções do mercado para PIB, inflação, Selic e câmbio.
A mediana do relatório Focus para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2024 subiu de 2,10% para 2,11% demonstrando otimismo em relação ao IBC-Br acumulado em 12 meses.
Um mês atrás, a projeção para o PIB estava em 2,08%. Considerando as 28 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 2,16% para 2,11%.
Para o ano que vem, a estimativa intermediária do mercado para o PIB coletada pelo BC ficou estável em 1,97%, após duas semanas em queda. Levando em conta apenas as 28 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 2% para 1,89%.
A projeção do Focus para o crescimento da economia em 2026 continuou em 2% pela 49ª semana seguida. Para 2027, a mediana também se manteve em 2%, pela 51ª leitura consecutiva.
O Ministério da Fazenda espera crescimento de 2,5% para o PIB brasileiro em 2024. O Banco Central aumentou a sua estimativa, de 1,9% para 2,3%, no mais recente Relatório Trimestral de Inflação (RTI).
A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2024 caiu de 4,02% para 4%, interrompendo uma sequência de nove semanas de alta. Mesmo assim, continua 1 ponto percentual acima do centro da meta, de 3%.
A mediana da inflação oficial para 2025, horizonte relevante da política monetária, subiu de 3,88% para 3,90%, o 11º aumento seguido. Um mês antes, ela era de 3,80%.
Considerando as 59 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana para o IPCA de 2024 continuou em 4,04%. A estimativa intermediária para a inflação de 2025 recuou de 3,90% para 3,88%, tomando como base as 59 projeções atualizadas no período.
A partir do ano que vem, a meta de inflação passa a ser contínua, apurada com base no IPCA acumulado em 12 meses. Se ele ficar acima do teto ou abaixo do piso por seis meses consecutivos, vai se considerar que o alvo foi perdido.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu que o centro da meta continuará em 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. O alvo e a banda poderão ser alterados pelo conselho, com base em uma proposta do Ministério da Fazenda e antecedência mínima de 36 meses para sua aplicação.
Nos horizontes mais longos, a mediana do Focus para o IPCA de 2026 continuou em 3,60% pela sexta semana consecutiva. A estimativa intermediária para 2027 ficou em 3,50% pela 54ª semana seguida.
O Banco Central espera que o IPCA fique em 4% em 2024, 3,4% em 2025 e 3,2% em 2026, considerando o cenário de referência, com a trajetória de juros extraída do Focus. Em um cenário alternativo, com a taxa Selic constante ao longo do horizonte relevante, o BC espera inflação de 4% este ano e 3,1% no próximo.
A mediana do relatório Focus para a inflação suavizada dos próximos 12 meses avançou de 3,59% para 3,68%. Um mês atrás, ela era de 3,61%. Essa medida deve ganhar importância após a regulamentação do novo sistema de meta de inflação contínua, que valerá a partir de 2025.
A mediana do relatório Focus para o IPCA de julho, próxima leitura de inflação a ser divulgada pelo IBGE, subiu de 0,19% para 0,23%. Um mês atrás, era de 0,14%. A estimativa intermediária para o IPCA de agosto avançou de 0,10% para 0,11%, contra 0,10% quatro semanas antes.
A mediana para setembro, divulgada pela primeira vez nesta segunda, é de 0,19%. Quatro semanas antes, era de 0,20%, informou o Banco Central.
O BC estimava IPCA de 0,12% em julho e 0,07% em agosto, conforme o mais recente Relatório Trimestral de Inflação (RTI). A projeção da autoridade monetária para o IPCA de setembro era de 0,21%.
A mediana do relatório Focus para a cotação do dólar no fim de 2024 passou de R$ 5,20 para R$ 5,22, contra R$ 5,13 um mês atrás. A estimativa intermediária para a moeda americana no fim de 2025 continuou em R$ 5,20, de R$ 5,10 há quatro semanas.
A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o BC espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.
A mediana do relatório Focus para a taxa Selic no fim de 2024 continuou em 10,5% pela quarta semana consecutiva. Considerando apenas as 48 respostas dos últimos cinco dias úteis, a estimativa intermediária também se manteve em 10,5%.
Na decisão mais recente, de junho, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC manteve a Selic em 10,5%, por unanimidade, e comunicou a "interrupção" do ciclo de cortes.
A mediana do Focus para a Selic no fim de 2025 permaneceu em 9,5% pela quarta semana consecutiva. Considerando as 47 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa intermediária também é de 9,5%.
Para 2026, a projeção seguiu em 9%, como já estava também há nove semanas. Para 2027, a estimativa também foi mantida em 9%, como já está há oito semanas.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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