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Jamais, no meu melhor sonho, achei que o BC conseguiria alcançar a meta de inflação em 2023, disse Rogério Xavier, responsável pela gestão de R$ 45 bilhões
O trabalho de um gestor é traçar estratégias e tomar decisões sobre onde aplicar o dinheiro de todos que investem nos fundos sob sua responsabilidade. Ou seja, quando ele erra, muita gente perde dinheiro.
Mas Rogério Xavier, da SPX Capital — firma fundada por ele e com R$ 45 bilhões sob gestão — reconhece que errou a respeito das previsões para a economia brasileira no ano passado.
“Nós estávamos errados e o Banco Central certíssimo, dei parabéns ao Roberto Campos Neto. O crescimento econômico foi bastante positivo, com surpresa do PIB e jamais, no meu melhor sonho, achei que o BC conseguiria alcançar a meta de inflação em 2023”, afirmou o lendário gestor nesta segunda-feira (29).
Xavier justifica que a instituição contou com a ajuda de fatores que contribuíram mais do que o próprio BC poderia imaginar. Mas, ainda assim, classifica o trabalho da instituição — que se reúne entre as próximas terça (30) quarta-feira (31) para mais uma decisão sobre a Selic — como “perfeito”.
O gestor espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) mantenha o ritmo de cortes atual na taxa Selic, de 0,5 ponto percentual. Para quem espera que os dirigentes acelerem a queda, Xavier diz que os juros poderiam chegar aos 8% nos próximos dois anos, mas falta algo.
“Falta o Focus [boletim que reúne a expectativa do mercado] reagir mais fortemente e começar a projetar a inflação na meta para os anos de 2024 e 2025. Nesse aspecto acho que teremos boas notícias e lá para o meio do ano as projeções podem ficar abaixo da taxa neutra e ajudar o BC com os cortes.”
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E o gatilho para que os economistas consultados pelo Banco Central ajustem as previsões será o início do afrouxamento nos juros dos países desenvolvidos.
“Estou convicto que vão começar a cortar em março. E acho que a combinação desses fatores vai permitir que o Copom possa acelerar o ritmo”, disse Xavier durante o Latin America Investment Conference (LAIC), evento promovido pelo UBS.
Por falar em países desenvolvidos, Rogério Xavier acredita que o maior erro da SPX em 2023 — quando os principais fundos da casa terminaram o ano no vermelho — foi justamente sobre a economia do primeiro mundo.
“No ano passado cometemos muitos erros, mas o principal foi a nossa perspectiva sobre o que aconteceria com o crescimento global.”
O gestor explica que havia uma visão de desaceleração forte e recessão nos Estados Unidos. Mas não só os EUA não só não entraram em recessão, como surpreenderam no quesito crescimento econômico com uma performance classificada como “exuberante”.
Outro equívoco foi em relação à inflação. “A perspectiva era de um nível mais alto e o fato é que, nos últimos nove meses, a inflação já está no target do Federal Reserve.”
Xavier argumentou que a história mostrava que, para trazer a inflação à meta, era preciso aceitar níveis mais altos de desemprego. Mas o que se viu foi contrário: mudanças no modelo de trabalho, incluindo à adoção mais ampla do home office, mantiveram o mercado aquecido.
“Os economistas e nós ainda estamos tentando entender melhor essa nova dinâmica”, justificou. Com isso, a perspectiva de pouso suave na economia americana, que era “quase um risco de cauda”, agora é praticamente o cenário-base para os gestores.
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Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.
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