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O anúncio acontece pouco mais de uma semana após o banco central publicar seu cronograma de regulação de stablecoins
A Circle, companhia que emite a stablecoin USDC (USDC), a sexta maior criptomoeda do mundo, anunciou nesta quarta-feira (29) mais um passo para expansão de suas atividades na América Latina.
Depois de passar a fornecer sua stablecoin para os clientes do Nubank (ROXO34) na última terça-feira (28), agora a Circle anunciou uma parceria com o BTG Pactual (BPAC11) para fornecer ativos digitais para seus clientes, além da própria USDC.
Atualmente, as stablecoins — criptomoedas com lastro, geralmente em dólar norte-americano — representam cerca de 90% das transações no mercado de criptomoedas, de acordo com a Circle.
Ainda segundo a empresa, os bancos e fintechs agora buscam atender a demanda de clientes interessados em transações com essas criptomoedas.
Enquanto o BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, o Nubank recentemente comemorou a marca de 100 milhões de clientes, além de superar o Itaú como o maior banco da região.
Assim, como parte do lançamento da Circle no Brasil, o BTG Pactual passará a fornecer distribuição direta de USDC, tanto para clientes do varejo quanto institucionais.
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O comunicado afirma que o acesso a esse tipo de ativo passa a valer imediatamente, permitindo a negociação de dólares digitais de maneira quase instantânea.
Vale lembrar que enviar dinheiro para o exterior é uma tarefa relativamente complicada e onerosa e que, muitas vezes, não ocorre de maneira instantânea.
Com as stablecoins, esse processo tende a ser mais veloz, tanto para pessoas físicas quanto para as empresas.
“Estamos comprometidos em causar um impacto positivo no mercado brasileiro e em fazer parceria com stakeholders importantes para capacitar empresas a participarem da economia global com mais facilidade e eficiência”, disse Jeremy Allaire, cofundador e CEO da Circle.
Para ele, existem oportunidades “poderosas” no horizonte, com a convergência do ecossistema de fintechs do Brasil convergindo para plataformas de dólares digitais.
André Portilho, Head Digital Assets do BTG Pactual, também afirmou estar animado com a parceria.
“Desde 2017, o BTG Pactual está na vanguarda das inovações do mercado financeiro, participando ativamente do espaço de criptomoedas. Nosso compromisso com a inovação nos levou a criar o Mynt, nossa própria plataforma de negociação de criptoativos. Temos orgulho de ser o primeiro banco a emitir um token de segurança e uma stablecoin de dólar no mundo”, disse.
Por fim, é importante lembrar que o xerife do mercado de criptomoedas no Brasil é o Banco Central.
A autarquia havia sido apontada como órgão regulador do mercado de criptomoedas logo após a aprovação da lei que estabelece as diretrizes para o mercado local.
Segundo o documento do BC, a autoridade monetária brasileira deve fazer uma segunda consulta pública sobre normas gerais de atuação dos prestadores de serviço, regular stablecoins, em especial sobre os pagamentos e o mercado de câmbio.
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