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O processo como um todo foi acompanhado por membros de autoridades regulatórias dos Estados Unidos, o que ajuda a respaldar legalmente a nova companhia
O Longo Inverno de 2022 ceifou algumas cabeças do mercado e a Celsius foi uma das primeiras plataformas a gerar problemas para os investidores.
Porém, a empresa de lending e staking de criptomoedas anunciou nesta quinta-feira (1) que saiu da recuperação judicial, também chamada de Chapter 11 nos Estados Unidos.
Em comunicado enviado ao mercado, a empresa afirma que o tribunal de falências de Nova York, onde ocorrem alguns processos do universo cripto, confirmou o plano de reestruturação empresarial, aprovado por 98% dos credores da Celsius.
Nesses 18 meses de processo de recuperação, a Celsius propôs mudar o seu modelo de negócio para uma nova empresa de mineração de bitcoin (BTC) chamada Ionic Digital.
Ela será propriedade dos atuais credores da antiga plataforma e será administrada pela Hut 8 Corp, uma companhia de softwares listada na bolsa de Nasdaq, nos EUA.
Assim, de acordo com a Ionic Digital, a nova empresa já começou com uma distribuição de US$ 3 bilhões em criptomoedas e moedas fiduciárias (como o dólar) para os credores.
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A nova companhia de mineração ainda irá continuamente pagar o saldo devido após o início oficial das operações.
Acordos anteriores durante o processo de recuperação judicial, que permitiam a conversão de altcoins (criptomoedas alternativas) em moedas mais comuns, como o bitcoin e o ethereum (ETH), conseguiram engordar em US$ 250 milhões o montante devolvido aos credores.
"Nossa saída da falência é o ápice de um extraordinário esforço de equipe e ampla colaboração entre Celsius, a Hut 8, parceiros estratégicos e os nossos credores", afirmam David Barse e Alan Carr.
Eles fazem parte de um comitê especial do conselho da Celsius, que tem conduzido a plataforma por seu processo de reestruturação.
O processo como um todo foi acompanhado por membros do Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ, na sigla em inglês), da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, na sigla em inglês) e da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC, na sigla em inglês).
Barse e Carr celebraram o fato. Isso porque a nova companhia de mineração passa a ter respaldo jurídico de suas atividades e evita problemas como aqueles que aconteceram no passado da Celsius ou com a própria corretora de criptomoedas (exchange) FTX.
Tudo começou quando em junho de 2022, Celsius anunciou a suspensão de saques e transferências por tempo indeterminado. Em outras palavras, os investidores estavam com suas criptomoedas “congeladas” no protocolo.
Os desenvolvedores alegam que o protocolo estava instável devido à quantidade de saques de moedas em staking.
Para proteger a comunidade e evitar perdas maiores, houve uma paralisação das negociações, de acordo com a Celsius, à época.
Porém, o tempo passou e os investidores não viram a cor do dinheiro por mais de mês até o início da devolução das moedas.
A situação da Celsius começou a piorar após um relatório publicado pela Arkham Intelligence, que revelou que a plataforma teria usado os fundos de seus clientes para executar “estratégias de negociação de criptomoedas alavancadas de alto risco” por meio de um gerenciador de ativos terceirizado.
Assim, a publicação dá conta de um montante de US$ 534 milhões, usado para essas estratégias de alto risco. Ainda, a análise indica que essas estratégias resultaram em perdas no valor aproximado de US$ 350 milhões.
Por fim, em setembro daquele ano, a plataforma entrou com pedido de recuperação judicial, preenchendo o chapter 11 junto à corte de falências de Nova York. O caso segue até então.
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