Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Dólar avança mais de 1% na semana marcada por Copom e inflação; Ibovespa cai aos 127 mil pontos

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
10 de maio de 2024
7:46 - atualizado às 14:35

RESUMO DO DIA: Com a semana marcada pela decisão do Copom, a chave de ouro para encerrar não poderia ser outra: a inflação de abril. Esperado pelo mercado para calibrar as expectativas sobre os juros daqui para frente, o IPCA acelerou em relação a março, pouco acima do esperado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, o Ibovespa terminou em queda de 0,46%, aos 127.599 pontos. Na semana, o principal índice da bolsa brasileira recuou 0,71%.

Já o dólar segue acima dos R$ 5,10. A moeda norte-americana fechou o dia a R$ 5,1583 com avanço de 0,30% no mercado à vista. Na semana, a valorização sobre o real foi de 1,75%.

Além do IPCA, os balanços trimestrais seguiram agitando o mercado acionário brasileiro. Magazine Luiza (MGLU3) foi o grande destaque do dia com resultados acima do esperado, mas que não agradaram o mercado. Alpargatas, por sua vez, liderou a ponta positiva do Ibovespa — também em reação aos números do primeiro trimestre.

Mas a estrela da semana não teve a tração dos resultados recentes. A Rede D'Or é a ação que mais valorizou, com apoio do acordo bilionário com o Bradesco Seguros para criar uma nova rede de hospitais, a Atlântica D'Or.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lá fora, os dados sobre confiança do consumidor jogaram um banho de água fria no mercado norte-americano, com aumento das expectativas de inflação. Mesmo assim, os índices seguiram em tom positivo, com destaque para Dow Jones que avançou oito dias consecutivos.

Leia Também

Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (10): 

MAIORES ALTAS E QUEDAS DA SEMANA

Na semana, a Rede D'Or avançou mais de 14% após a companhia anunciar a parceria com o Bradesco Seguros para a criação de uma nova rede de hospitais, a Atlântica D'Or.

Confira as maiores altas do Ibovespa na semana:

CÓDIGONOMEULTVARSEM
RDOR3Rede D'Or ONR$ 30,7014,47%
BRFS3BRF ONR$ 18,329,57%
VAMO3Vamos ONR$ 8,057,62%
ALPA4Alpargatas PNR$ 10,295,21%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,055,19%

Na ponta negativa, Braskem recuou quase 18% com foco no balanço do primeiro trimestre.

Confira as maiores baixas do Ibovespa na semana:

CÓDIGONOMEULTVARSEM
BRKM5Braskem PNR$ 19,06-17,31%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 38,80-12,81%
SUZB3Suzano ONR$ 51,76-12,52%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 45,23-10,17%
COGN3Cogna ONR$ 2,07-10,00%

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

Na ponta positiva, a Alpargatas lideraram os ganhos do Ibovespa com reação ao balanço do primeiro trimestre.

A companhia registrou lucro líquido consolidado de R$ 24,7 milhões entre janeiro e março, revertendo prejuízo de R$ 199,7 milhões registrado em igual período de 2023.

Confira as maiores altas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
ALPA4Alpargatas PNR$ 10,293,31%
RAIL3Rumo ONR$ 21,032,79%
BBAS3Banco do Brasil ONR$ 27,621,77%
BEEF3Minerva ONR$ 6,341,60%
BBSE3BB Seguridade ONR$ 33,131,56%

Na ponta negativa, Magazine Luiza caiu também em reação ao balanço. Veja os números em detalhes na matéria.

Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,54-7,78%
RENT3Localiza ONR$ 47,01-5,13%
PETZ3Petz ONR$ 4,55-4,61%
COGN3Cogna ONR$ 2,07-4,61%
MRFG3Marfrig ONR$ 9,96-4,23%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa fecha em baixa de 0,46%, aos 127.599,57 pontos.

O principal índice da bolsa brasileira recuou com dados de inflação acima do esperado, dois dias após a decisão dividida do Copom sobre o corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve alta de 0,38% em abril, após avançar 0,16% em março. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação veio acima da mediana das projeções do mercado, de 0,33%, e próximo ao teto das estimativas (+0,40%).

No ano, a inflação acumula alta de 1,80% e, nos últimos 12 meses, avanço de 3,69% em abril — ante 3,93% até março, mas acima das expectativas de 3,65%.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York terminaram o pregão sem direção única, com dados de confiança do consumidor e aumento das expectativas de inflação.

A confiança do consumidor caiu a 67,4 em maio nos Estados Unidos, segundo dados preliminares divulgados pela Universidade de Michigan. O resultado veio abaixo da previsão de 76,9 dos analistas pela FactSet.

A expectativa de inflação em um ano sobe a 3,5% no mesmo período. Para cinco anos, a expectativa de inflação avançou a 3,1% em maio.

Confira como fecharam os índices de Nova York:

  • Dow Jones: +0,32%, aos 39.512,84 pontos;
  • S&P 500: +0,16%, aos 5.222,68 pontos;
  • Nasdaq: -0,03%, aos 16.340,87 pontos.

Em destaque, Dow Jones encerrou em alta pela oitava vez consecutiva. Na semana, o índice avançou 2,16%, sendo a melhor semana desde dezembro e a quarta semana de ganhos. S&P 500 avançou 1,85% e Nasdaq teve alta de 1,14%.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar terminou o pregão a R$ 5,1583, com alta de 0,30% no mercado à vista.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

O petróleo terminou a sessão em queda, após avançar duas vezes consecutivas. As preocupações sobre a demanda global da commodity e a continuidade das tensões geopolíticas pressionaram o desempenho.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, com vencimento para julho, recuaram 1,30%, a US$ 82,79 o barril na Intercontinental Exchange (ICE). Na semana, a queda foi de 0,20%.

Já os contratos mais líquidos do petróleo WTI, com vencimento em junho, tiveram baixa de 1,26%, a US$ 78,26 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na semana, o recuo foi de 0,19%.

SUZANO (SUZB3) RECUA APÓS BALANÇO

Em meio às especulações de uma nova aquisição, a Suzano (SUBZ3) preferiu manter o silêncio mesmo após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre. 

Os executivos esquivaram-se ao máximo das perguntas de analistas e jornalistas sobre a possível compra da International Paper — revelada pela Reuters nesta semana — nas teleconferências realizadas pela companhia nesta sexta-feira (10). 

“Não comentamos sobre isso [processos de sondagem de aquisições], nunca fizemos e não pretendemos fazer. O posicionamento da companhia é claro em não comentar sobre esse tipo de operação”, afirmou Walter Schalka, presidente da Suzano — que já está de saída do comando da empresa. 

 “Estamos em uma indústria intensiva em capital e sempre fazemos uma análise profunda sobre as oportunidades que vemos para o futuro”, afirmou Schalka. “Não queremos crescer por crescer.”

Leia mais.

REAÇÃO AO BALANÇO: DIRECIONAL (DIRR3)

O lucro líquido operacional da Direcional (DIRR3) avançou 72% no primeiro trimestre de 2024, para R$ 120,1 milhões. Esse crescimento na comparação com igual período do ano passado exclui eventuais efeitos não recorrentes do trimestre.

Já o lucro líquido consolidado da companhia totalizou R$ 150 milhões de janeiro a março deste ano, avanço de 156% na base anual. Segundo a companhia, o valor foi recorde para o trimestre.

Em reação, as ações da Direcional (DIRR3) são as única do setor de construção que operam em alta. DIRR3 avança 2,35%, a R$ 25,23.

JUROS FUTUROS EM ALTA

Os juros futuros (DIs) operam em alta em toda a curva, na esteira dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, e ainda em reação ao IPCA de abril — que acelerou acima do esperado.

Confira o desempenho dos DIs agora:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F25DI Jan/2510,29%10,25%
DI1F26DI Jan/2610,55%10,48%
DI1F27DI Jan/2710,93%10,85%
DI1F28DI Jan/2811,25%11,18%
DI1F29DI Jan/2911,47%11,41%
DI1F30DI Jan/3011,62%11,57%
DI1F31DI Jan/3111,71%11,65%
DI1F32DI Jan/3211,69%11,72%
DI1F33DI Jan/3311,79%11,73%
MAGAZINE LUIZA (MGLU3) QUER AMPLIAR VENDAS A CRÉDITO E FAZ APORTE DE R$ 1 BILHÃO COM ITAÚ; AÇÃO CAI 8% NA B3

Após deixar para trás os dias de prejuízo, o Magazine Luiza (MGLU3) decidiu apostar na volta do crédito para impulsionar os próximos resultados, mas desta vez não será no "carnezinho gostoso". A varejista anunciou um aporte de R$ 1 bilhão na Luizacred, a divisão de cartões de crédito que possui em sociedade com o Itaú, que vai entrar com metade do valor.

“A gente sai desse mundo pós-covid com a realidade de que o crescimento das vendas tem que vir acompanhado do aumento do lucro”, disse Fred Trajano, CEO do Magalu, durante teleconferência com analistas para comentar os resultados do primeiro trimestre de 2024.

Trajano classificou o balanço como um “feito histórico” em meio a um contexto macroeconômico ainda restritivo para o varejo brasileiro, com “juros elevados e impostos crescentes”. “O macro estava pior no ano passado, mas ainda não está ideal”, afirmou.

Apesar do resultado ter vindo acima do esperado, as ações do Magazine Luiza (MGLU3) reagiram mal ao balanço. Os papéis fecharam em forte queda de 7,78% na B3, a R$ 1,54. No ano, a desvalorização chega a 27%.

Leia mais.

DESTAQUE DO IBOVESPA

O principal índice da B3 opera em queda, com cautela dos mercados sobre inflação nos EUA e IPCA de abril acima das expectativas no Brasil.

Na ponta positiva, a Alpargatas, que sobe em reação ao balanço do 1T24. O Banco do Brasil também acelera e reverte as perdas do pregão anterior. Confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
ALPA4Alpargatas PNR$ 10,343,82%
RAIL3Rumo ONR$ 21,113,18%
BBAS3Banco do Brasil ONR$ 27,631,81%
ITUB4Itaú Unibanco PNR$ 32,801,61%
BEEF3Minerva ONR$ 6,341,60%

Já na ponta negativa, o destaque fica por conta da Locaweb, que apontou desaceleração na receita do 1T24. Veja as principais quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
LWSA3Locaweb ONR$ 4,69-8,58%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,54-7,78%
PETZ3Petz ONR$ 4,56-4,40%
CYRE3Cyrela ONR$ 20,51-3,80%
RENT3Localiza ONR$ 47,97-3,19%
FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas na zona do euro encerraram o pregão desta sexta-feira (10) em alta. Os índices foram na contramão de Wall Street e subiram com ata do Banco Central Europeu (BCE), que indicou possível alívio no ciclo de juros na região

Confira:

  • FTSE 100 (Londres): +0,61%
  • CAC 40 (Paris): +0,38%
  • DAX (Frankfurt): +0,44%
  • Euro Stoxx 600: +0,81%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa vinha ignorando dados do IPCA de abril acima do esperado, acompanhando o bom desempenho das bolsas em NY.

No entanto, o índice de sentimento do consumidor nos EUA, realizado pela Universidade de Michigan, mostrou expectativas de aceleração da inflação norte-americana. Segundo o relatório, houve crescimento de 3,2% para 3,5% na prévia de maio.

Os resultados pesam nas bolsas de NY, que desaceleraram os ganhos. O Ibovespa acompanha o tom em Wal Street e passa a operar em queda.

Já o dólar à vista ganha fôlego e sobe.

GIRO DO MERCADO

O Magazine Luiza (MGLU3) encerrou o primeiro trimestre de 2024 com lucro líquido ajustado de R$ 29,8 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 391,2 milhões do mesmo período do ano passado, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (09).

A jornalista Paula Comassetto convida Renan Dantas, do Money Times, para um programa especial para comentar os números da varejista.

Phil Soares, analista chefe da Órama Investimentos, revela sua avaliação do resultado e comenta sobre o que levou a melhora dos números.

Acompanhe:

EXPECTATIVAS NOS EUA

O sentimento do consumidor caiu a 67,4 em maio nos Estados Unidos, segundo dados preliminares divulgados há pouco pela Universidade de Michigan. O resultado veio abaixo da previsão de 76,9 dos analistas pela FactSet.

A expectativa de inflação em um ano sobe a 3,5% no mesmo período. Para cinco anos, a expectativa de inflação avançou a 3,1% em maio.

Em reação, as bolsas de Nova York reduziram os ganhos, mas continuam em território positivo.

ALPARGATAS (ALPA3) SALTA 9%

As ações da Alpargatas (ALPA3) operam em alta de 9,14%, a R$ 10,87, e lideram a ponta positiva do Ibovespa.

Os papéis reagem aos números do balanço da dona da Havaianas. A companhia registrou lucro líquido consolidado de R$ 24,7 milhões no primeiro trimestre deste ano, revertendo prejuízo de R$ 199,7 milhões registrado em igual período de 2023.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York operam em alta após a abertura.

Os investidores acompanham novas declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed). Há ainda o rescaldo da renovação das expectativas para corte dos juros depois de dados semanais de desemprego e de atividade do setor de serviços mais fraca.

Confira o desempenho das bolsas de Nova York após a abertura:

  • S&P 500: +0,41%, aos 5.235,42 pontos;
  • Dow Jones: +0,48%, aos 39.576,36 pontos;
  • Nasdaq: +0,44%, aos 16.146,74 pontos.
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
ALPA4Alpargatas PNR$ 10,788,23%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,733,59%
RENT3Localiza ONR$ 51,303,53%
RAIL3Rumo ONR$ 21,123,23%
CSNA3CSN ONR$ 14,313,10%

Confira as maiores baixas do Ibovespa após abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
LWSA3LWSA ONR$ 4,89-4,68%
SUZB3Suzano ONR$ 52,01-1,31%
PCAR3GPA ONR$ 3,09-1,28%
SMTO3São MartinhoR$ 28,83-1,20%
EGIE3Engie ONR$ 43,29-1,10%
REAÇÃO AO BALANÇO (SUZB3) CAI 5%

As ações da Suzano (SUZB3) abriu em queda de 5,03%, a R$ 50,05, em reação ao balanço do primeiro trimestre e durante a teleconferência com investidores.

O lucro líquido da Suzano no primeiro trimestre de 2024 somou R$ 220 milhões, o que representa uma queda de 96% ante o mesmo período de 2023 e recuo de 95% na comparação com o trimestre anterior.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em alta de 0,28%, aos 128.618 pontos após a abertura.

Apesar da inflação acima do esperado para abril, o principal índice da bolsa brasileira acompanha o tom positivo dos índices de Nova York.

Por aqui, os investidores seguem monitorando dos impactos da crise climática no Rio Grande do Sul.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em alta no pré-mercado em Nova York, na esteira dos índices futuros.

  • Vale (VALE): +0,80%, a US$ 12,67
  • Petrobras (PBR): +0,35%, a US$ 17,29
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera sem direção única.

O minério de ferro teve alta de 0,34%, a US$ 120,93 a tonelada em Dalian, na China.

Já os contratos mais líquidos do petróleo Brent operam em alta de 0,46%, a US$ 84,29 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

CALIBRANDO AS POSIÇÕES: O QUE PODE MUDAR O HUMOR NO CURTO PRAZO?

Após a acentuada correção observada ontem no Brasil, que contrastou com o clima mais otimista no exterior, hoje voltamos nossa atenção para os dados consolidados de inflação de abril.

Embora importantes, estes dados são agora menos cruciais do que a ata do Copom, que será divulgada na próxima semana, devido ao comunicado confuso do Copom na quarta-feira passada, que revelou desacordo interno significativo, como discutimos ontem.

Lá fora, os mercados apresentam uma tendência de alta nesta manhã, com os mercados europeus e os futuros americanos subindo.

No Reino Unido, inclusive, o ânimo foi impulsionado pelo crescimento do PIB no primeiro trimestre, que superou as expectativas, tirando o país da recessão técnica.

Curiosamente, parece que os bancos centrais europeus poderão iniciar cortes de juros antes do Federal Reserve nos EUA. O Banco da Inglaterra, por exemplo, está avançando cautelosamente em direção a uma política monetária mais flexível, apesar dos sinais de um PIB mais robusto, já que a inflação ainda deve continuar desacelerando.

O Banco Central Europeu (BCE) deve seguir uma trajetória semelhante, com expectativa de redução dos juros entre junho e agosto.

Na agenda de hoje, destacam-se também as falas programadas de cinco membros do Fed nesta sexta-feira, que podem introduzir volatilidade nos mercados de títulos do Tesouro. Além disso, o índice de sentimento do consumidor de maio, medido pela Universidade de Michigan, é outro dado relevante do dia.

A ver…

00:52 — Qual a chance de minimizar o humor negativo?

No Brasil, como mencionei anteriormente, o destaque do dia é o IPCA de abril, que acelerou para 0,38%, ante 0,16% em março.

Se o resultado ficasse abaixo do esperado, similar ao observado no IPCA-15, poderia aliviar o pessimismo gerado pela divisão do Copom, em meio a incertezas sobre a futura composição do Banco Central a partir de janeiro de 2025, quando Roberto Campos Neto e mais dois diretores serão substituídos por indicados do presidente Lula — na semana que vem, também teremos inflação ao consumidor americano (CPI, na sigla em inglês) do mês de abril, que poderia ajudar o sentimento internacional, inclusive no Brasil, caso venha abaixo do esperado.

A insegurança do mercado levou a uma elevação na curva de juros, valorização do dólar e queda da Bolsa para 128 mil pontos (o desempenho geral foi pior do que o sugerido pelo Ibovespa, parcialmente compensado por um dia positivo para a Petrobras e a Vale).

Está claro que ainda não chegamos ao fim do ciclo monetário e o Banco Central ainda pode realizar dois ou três cortes de 25 pontos-base cada, dependendo dos dados econômicos locais e internacionais.

Uma postura mais cautelosa já era antecipada, especialmente após os eventos trágicos no Rio Grande do Sul, onde há propostas para que dividendos da Petrobras sejam destinados a um fundo para desastres.

Entretanto, a comunicação falha do Banco Central, acompanhada de indicações preocupantes de que a instituição poderia adotar uma postura mais política em um momento crucial para ancorar expectativas, exacerbou as tensões.

Segundo relatos, até mesmo os diretores do BC ficaram surpresos com a reação do mercado.

Felizmente, terão a oportunidade de esclarecer a situação na próxima terça-feira, quando será divulgada a ata da reunião. Vamos ver se eles conseguem virar o jogo. O curto prazo segue ruim.

01:47 — Bons sinais para os mercados

Nos EUA, o mercado de ações continuou sua recuperação em maio ontem, após os dados de pedidos iniciais de auxílio-desemprego superarem as previsões.

O S&P 500 aproximou-se de menos de 1% de seu máximo histórico, alcançando seu nível mais alto desde o início de abril.

Após um mês desafiador, o mercado está estendendo uma retomada impulsionada pela expectativa de que o Federal Reserve possa cortar as taxas de juros ainda este ano.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego, que mencionei, subiram para 231 mil na semana passada, um valor acima das expectativas de consenso e o mais alto desde o verão passado.

Embora a magnitude do aumento tenha surpreendido muitos, um crescimento semanal era esperado, especialmente considerando que este é um padrão comum após as férias escolares em Nova York.

De fato, mais da metade do aumento não ajustado sazonalmente a nível nacional originou-se de Nova York, com mais de 10 mil solicitações na semana.

Portanto, mesmo que não seja garantido que o número ajustado sazonalmente volte para 210 mil na próxima semana, já há motivos para prever uma redução significativa nos pedidos olhando para frente.

Para hoje, declarações de membros do Fed estão no foco, como ocorreu ontem com a presidente do Fed de São Francisco, Mary Daly.

Além disso, a agenda inclui a pesquisa sobre o sentimento do consumidor de maio, destacando as expectativas dos consumidores sobre a inflação para o próximo ano.

02:38 — Visão europeia

Os parlamentares europeus aprovaram nos últimos dias uma significativa revisão das regras orçamentárias da União Europeia. O novo esquema pretende tornar as regras mais transparentes, propícias ao investimento, adaptáveis às condições específicas de cada país e mais flexíveis.

O principal objetivo é preservar a capacidade de investimento dos governos. Sob as novas regras, países com dívida superior a 90% do PIB devem reduzi-la em média 1% ao ano, enquanto aqueles com dívida entre 60% e 90% do PIB devem diminuí-la em 0,5% ao ano.

Caso o déficit de um país exceda 3% do PIB, ele deverá ser reduzido durante períodos de crescimento econômico para alcançar 1,5%, além de estabelecer uma reserva de gastos para tempos econômicos adversos.

As regras também estendem o período para alcançar os objetivos do plano nacional de quatro para sete anos, marcando um avanço no cenário fiscal europeu.

Além disso, outro movimento notável da União Europeia, embora ainda preliminar, é o plano de usar parte dos US$ 225 bilhões em ativos financeiros russos para financiar ajuda militar e humanitária para a Ucrânia (este plano se concentraria nos rendimentos gerados por esses ativos).

A medida ainda necessita ser votada e oficialmente aprovada por todos os 27 países-membros, mas já representa um passo importante.

O acordo propõe liberar até US$ 3,2 bilhões anualmente para Kiev, dos quais 90% podem ser destinados à compra de munições e outros equipamentos militares — com a primeira parcela dos fundos podendo chegar à Ucrânia já em julho.

Apesar de haver controvérsias sobre a legalidade de se apropriar de propriedades russas, essa estratégia destaca-se como uma forma de apoiar financeiramente a Ucrânia sem impor altos custos financeiros diretos, semelhante ao que ocorre nos EUA.

03:24 — Eleições africanas

Após três décadas sob o governo do Congresso Nacional Africano (ANC), a África do Sul se aproxima de um possível ponto de inflexão político nas eleições deste mês.

O partido, que foi liderado por Nelson Mandela e desempenhou um papel crucial no combate ao apartheid, promovendo a revogação das leis racistas e impulsionando o desenvolvimento econômico, bem como a expansão do acesso à saúde e à educação, enfrenta agora um momento crítico.

Entretanto, a performance do ANC na última década deixou a desejar: a economia estagnou em meio a constantes apagões de energia e problemas logísticos que comprometeram a produtividade do país; o desemprego atingiu 32%; e os níveis de crime e corrupção se tornaram elevadíssimos.

Pesquisas recentes indicam que o apoio ao ANC caiu para menos de 40%, uma redução drástica de cerca de 20 pontos percentuais desde cinco anos atrás, marcando o pior desempenho desde o término do regime de minoria branca.

Portanto, é bastante provável que o partido perca sua maioria parlamentar nas eleições de 29 de maio, necessitando formar alianças para se manter no poder.

Uma preocupação particular reside na possibilidade de uma coalizão com o partido Combatentes pela Liberdade Econômica (EFF), que defende a nacionalização das minas e a estatização de todas as terras. Tal aliança poderia representar um caminho desastroso para um país que já enfrenta múltiplas adversidades.

04:13 — Inteligência Artificial como arma

Está emergindo um debate entre as grandes potências militares globais sobre a necessidade de estabelecer salvaguardas para a implementação da inteligência artificial (IA) em operações militares.

Embora já existam esforços para assegurar o uso seguro da IA em geral, torna-se cada vez mais urgente expandir essa discussão para abranger seu uso em contextos bélicos, onde o risco para vidas humanas é substancial.

Sim, a regulação da IA é reconhecida como uma necessidade crítica, mas até o momento, pouca atenção foi dedicada especificamente às implicações de seu uso no âmbito militar, um campo que provavelmente se expandirá nos próximos anos sob o conceito de "DefTech" (tecnologia de defesa).

Considere os riscos potenciais, como a possibilidade de uma pessoa ser erroneamente identificada como alvo legítimo para um ataque de drone, ou os tipos de aplicações de IA vistos na Ucrânia, onde reconhecimento facial e outros dados são utilizados no campo de batalha sem regulamentações claras.

Assim, é crucial que as discussões sobre a segurança da IA não apenas abordem seu uso seguro em geral, mas também se concentrem especificamente nas práticas adequadas de uso da IA em contextos de guerra, combate e conflito, em linha com o que fizemos com as armas nucleares.

É vital que existam diretrizes claras, estabelecidas por nações democráticas, que assegurem que o uso da IA em operações militares esteja alinhado com o direito internacional e humanitário, promovendo uma ordem global baseada em regras.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) operam com alta em toda a curva, acompanhando o avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys.

Além disso, o mercado reage à inflação de abril, acima do esperado. O IPCA avançou 0,38% em abril ante 0,16% em março, maior que as projeções de 0,33% para o mês.

Confira o desempenho dos DIs na abertura:

CÓDIGONOME ABE FEC
DI1F25DI Jan/2510,26%10,25%
DI1F26DI Jan/2610,51%10,48%
DI1F27DI Jan/2710,86%10,85%
DI1F28DI Jan/2811,19%11,18%
DI1F29DI Jan/2911,44%11,41%
DI1F30DI Jan/3011,58%11,57%
DI1F31DI Jan/3111,66%11,65%
DI1F32DI Jan/3211,69%11,72%
DI1F33DI Jan/3311,73%11,73%
ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa opera em leve queda de 0,10%, aos 129.525 pontos após a abertura.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar abriu a R$ 5,1403, com queda de 0,05% no mercado à vista.

INFLAÇÃO DE ABRIL

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve alta de 0,38% em abril, após avançar 0,16% em março. Os dados foram divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A inflação veio acima da mediana das projeções do mercado, de 0,33%, e próximo ao teto das estimativas (+0,40%).

Os grupos de Saúde e cuidados pessoais e de Alimentação e bebidas foram os destaques do índice em abril.

No ano, a inflação acumula alta de 1,80% e, nos últimos 12 meses, avanço de 3,69% em abril — ante 3,93% até março, mas acima das expectativas de 3,65%.

FUTUROS DE NOVA YORK SINALIZAM NOVA ALTA NA ABERTURA

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York sinalizam uma nova abertura em alta hoje.

Na véspera, dados de auxílio-desemprego dos EUA reforçaram esperanças de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) começará a reduzir juros na segunda metade do ano.

Hoje, os investidores monitoram comentários de diversos dirigentes do Fed, além de dados sobre confiança do consumidor e expectativas de inflação.

Confira:

  • S&P 500 futuro: +0,36%
  • Dow Jones futuro: +0,29%
  • Nasdaq futuro: +0,45%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM ALTA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em alta nesta sexta-feira.

Os investidores repercutem o crescimento maior do que o esperado do PIB do Reino Unido. A economia britânica teria saído da recessão, segundo dados preliminares.

Com isso, os índices de ações operam perto das máximas históricas.

Confira:

  • DAX (Frankfurt): +0,66%
  • FTSE 100 (Londres): +0,80%
  • CAC 40 (Paris): +0,81%
  • Stoxx 600: +0,80%
ECONOMIA DO REINO UNIDO CRESCE E SAI DE RECESSÃO

A economia do Reino Unido saiu da situação de recessão técnica. É o que sugerem dados preliminares da ONS, como é conhecida a agência de estatísticas do país

O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido avançou 0,6% no primeiro trimestre de 2024 ante os três meses anteriores. Analistas esperavam alta de 0,3%.

O Reino Unido vinha de dois trimestres seguidos de contração econômica na comparação trimestral. Essa situação é conhecida como “recessão técnica”.

Já na comparação anual, o PIB do Reino Unido teve alta de 0,2% no primeiro trimestre. Analistas esperavam estabilidade nessa base de comparação.

BOLSAS DA ÁSIA FECHAM MAJORITARIAMENTE EM ALTA

As principais bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, acompanhando os ganhos da véspera em Wall Street.

A bolsa de Hong Kong subiu 2,30%, liderando as altas na região. O índice Hang Seng atingiu o maior patamar desde agosto do ano passado em meio a notícias segundo as quais a China estaria cogitando a possibilidade de isentar investidores individuais do pagamento de impostos sobre dividendos obtidos com ações de Hong Kong.

Em outras partes da Ásia, as bolsas de Tóquio, Seul e Taiwan avançaram +0,49%, +0,57% e +0,72%, respectivamente.

Já a bolsa de Xangai subiu apenas 0,01% diante da cautela antes dos dados de inflação previstos para o fim da noite de hoje.

Veja como fecharam as bolsas asiáticas hoje.

  • Xangai: +0,01%
  • Hong Kong: +2,30%
  • Tóquio: +0,49%
  • Seul: +0,57%
  • Taiwan: +0,72%
O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

A ressaca da decisão do Copom trouxe uma baita dor de cabeça aos investidores: não pelo corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, mas sim pela divisão entre os diretores.

O remédio agora é esperar a ata da reunião na próxima semana para buscar novas pistas sobre a trajetória da política monetária brasileira.

Com a reação ao Copom, o Ibovespa terminou o pregão com baixa de 1%, aos 128.188 pontos. Já o dólar à vista ganhou força e fechou o dia a R$ 5,1428, com alta de 1,01%.

No cenário corporativo, a temporada de balanços segue agitada, com destaques para Casas Bahia, Lojas Renner, Cogna e Banco do Brasil.

Além disso, Rede D'Or brilhou após anunciar uma parceria com o Bradesco Seguro para a criação de uma nova rede de hospitais, a Atlântica D'Or.

Os impactos da crise climática no Rio Grande do Sul e as medidas do governo permaneceram no radar.

Lá fora, os principais índices de ações de Nova York renovaram máximas com dado de atividade (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços mais fraco do que o esperado.

As atenções também se voltaram à decisão de política monetária do Banco Central da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), que manteve os juros inalterados pela sexta vez consecutiva.

Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (9).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar