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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa vai às máximas e termina sessão aos 129 mil pontos, impulsionado por Petrobras (PETR4) e bancos; dólar cai a R$ 4,96

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19 de fevereiro de 2024
7:39 - atualizado às 18:22

RESUMO DO DIA: O pregão desta segunda-feira (19) foi marcado pela liquidez reduzida nos mercados globais. Sem Wall Street como apoio, a bolsa brasileira teve uma sessão morna até as últimas horas de negociação.

Afinal, no exterior, o feriado do Dia do Presidente nos Estados Unidos manteve as bolsas de valores norte-americanas fechadas. Na Europa, os negócios terminaram o dia sem sinal único, em uma realização de lucros após ganhos recentes dos mercados. 

Com uma agenda de indicadores esvaziada, os investidores brasileiros acompanharam a publicação do IBC-Br, considerado uma prévia do PIB oficial. O indicador avançou 2,45% em 2023, de acordo com o Banco Central.

O número veio acima do esperado pelos analistas do Broadcast, que projetavam uma alta de 2,30% para o período, na mediana das expectativas.

Já o Boletim Focus, que comumente é publicado às segundas-feiras, será divulgado apenas na quinta-feira (22) em virtude da greve dos funcionários do Banco Central.

E por falar no cenário local, o destaque positivo do dia ficou com a Locaweb (LWSA3), que liderou os ganhos do Ibovespa perto do fim do pregão. O setor financeiro também apoiou a bolsa brasileira hoje, assim como a Petrobras (PETR4). 

Já no campo vermelho, o desempenho negativo da Vale (VALE3) e de ações ligadas a commodities metálicas limitaram os ganhos na sessão.

Com isso, o Ibovespa terminou o pregão nas máximas do dia, em alta de 0,24%, a 129.035 pontos. Por sua vez, o dólar encerrou em queda de 0,11%, negociado a R$ 4,9618 no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (19):

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO PREGÃO 

A Locaweb (LWSA3) aproveitou a última hora da sessão desta segunda-feira (19) para acelerar os ganhos na bolsa brasileira. Os papéis fecharam em alta de 5,72%, liderando a ponta positiva do Ibovespa no dia.

Os papéis da Cogna (COGN3) também foram destaque no dia, estendendo a valorização do último pregão após o anúncio do Fies Social.

Confira as maiores altas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
LWSA3Locaweb ONR$ 5,735,72%
CVCB3CVC ONR$ 3,284,13%
GOLL4Gol PNR$ 2,653,11%
COGN3Cogna ONR$ 2,482,48%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,092,45%

Já na ponta negativa do Ibovespa, a Marfrig (MRFG3) liderou as perdas após a Jefferson Research recomendar a venda dos papéis.

Ainda pesou sobre a bolsa brasileira o desempenho da Vale (VALE3) hoje, que acompanhou o recuo do minério de ferro em Dalian.

Veja as maiores quedas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 8,68-4,09%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 25,35-4,05%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 10,85-2,52%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 6,35-2,46%
VAMO3Vamos ONR$ 8,08-2,30%
FECHAMENTO DO IBOVESPA 

O Ibovespa acelerou os ganhos no fim da sessão desta segunda-feira (19) para as máximas do dia. O principal índice de ações da B3 fechou em alta de 0,24%, aos 129.035 pontos.

O desempenho positivo do índice no pregão foi apoiado pelo setor financeiro, com a valorização das ações dos grandes bancos, e pela alta da Petrobras (PETR4). O recuo dos papéis da Vale (VALE3), porém, limitou os ganhos da bolsa brasileira na sessão.

LOCAWEB (LWSA3) NAS ALTURAS

As ações da Locaweb (LWSA3) aproveitaram a última hora do pregão para impulsionar os ganhos na bolsa brasileira.

Por volta das 17h40, os papéis subiam 5,72%, a R$ 5,73.

NOVAS MÁXIMAS DO IBOVESPA

Com o apoio do setor bancário, o Ibovespa renovou as máximas da sessão. Por volta das 17h13 o índice registrava alta de 0,10%, aos 128.856 pontos.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar fechou a segunda-feira em leve queda. A moeda norte-americana registrou um recuo de 0,11% hoje, cotada em R$ 4,9618.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos do petróleo fecharam no azul na tarde desta segunda-feira (19).

O Brent, considerado referência no mercado internacional, para abril fechou em alta de 0,11%, a US$ 83,56 o barril na Intercontinental Exchange (ICE).

Por sua vez, o barril do WTI para abril encerrou a sessão em valorização de 0,13%, a US$ 79,29 na New York Mercantile Exchange (Nymex).

BAYER PRETENDE DEPOSITAR MENOS DINHEIRO NA CONTA DOS ACIONISTAS

A Bayer pretende mudar sua política de distribuição de dividendos e depositar menos dinheiro na conta dos acionistas.

A mudança vem na esteira do elevado patamar de endividamento, além das altas taxas de juros e dos desafios de fluxo de caixa, segundo a empresa.

A companhia planeja pagar um dividendo de 0,11 euro por ação para 2023, contra um provento de 2,40 euros por ação em 2022.

A companhia pretende adotar uma nova política de dividendos, pagando nos próximos três anos o dividendo mínimo permitido, equivalente a 4% do capital social da empresa, afirmou um porta-voz nesta segunda-feira.

Nos anos anteriores, o dividendo correspondia a algo entre 30% e 40% do lucro por ação.

Essas mudanças propostas serão submetidas a votação dos acionistas na assembleia anual marcada para 26 de abril.

A Bayer ainda está implementando um novo modelo operacional que inclui cortes de empregos.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

As ações da CVC (CVCB3) lideram os ganhos do Ibovespa nesta tarde, impulsionadas pela queda dos juros futuros (DIs) e do petróleo nos mercados internacionais.

Veja o campo positivo do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 3,232,54%
COGN3Cogna ONR$ 2,482,48%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 8,542,15%
CMIG4Cemig PNR$ 11,881,89%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 41,221,75%

Já as ações da Marfrig (MRFG3) puxam a ponta negativa da bolsa brasileira hoje após a Jefferson Research recomendar a venda dos papéis.

Confira as maiores quedas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 8,64-4,53%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 25,49-3,52%
VAMO3Vamos ONR$ 8,02-3,02%
EZTC3EZTEC ONR$ 15,00-2,34%
SLCE3SLC AgrícolaR$ 19,07-2,21%
IBOVESPA OPERA VOLÁTIL

O Ibovespa mantém a trajetória de volatilidade no pregão desta segunda-feira (19). Por volta das 15h32, o principal índice de ações da B3 recuava 0,01%, aos 128.715 pontos.

No mesmo horário, o dólar recuava 0,16% no mercado à vista, a R$ 4,9589.

COMO ANDAM OS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) operam em queda em toda a curva, acompanhando o recuo do dólar no mercado à vista.

Veja como andam os DIs por volta das 15h:

CÓDIGONOMEULT MIN MAX ABE FEC 
DI1F25DI Jan/2510,03%10,02%10,05%10,05%10,04%
DI1F26DI Jan/269,85%9,85%9,90%9,88%9,88%
DI1F27DI Jan/2710,02%10,01%10,06%10,04%10,04%
DI1F28DI Jan/2810,26%10,26%10,33%10,30%10,28%
DI1F29DI Jan/2910,43%10,42%10,48%10,46%10,45%
DI1F30DI Jan/3010,57%10,57%10,62%10,58%10,58%
DI1F31DI Jan/3110,64%10,64%10,70%10,66%10,67%
DI1F32DI Jan/3210,71%10,71%10,74%10,74%10,73%
DI1F33DI Jan/3310,74%10,74%10,82%10,79%10,78%

BANCOS NO AZUL

Em sessão de liquidez reduzida, o setor financeiro opera em alta nesta segunda-feira (19), ajudando o Ibovespa a sustentar os 118 mil pontos no pregão de hoje.

AtivoNomeVarUlt
BPAC11BTG PACTUAL UNIT 1,26%R$ 36,88
BBDC4BRADESCO PN 0,89%R$ 13,6
ITUB4ITAÚ UNIBANCO PN0,86%R$ 34,84
ITSA4ITAUSA PN 0,76%R$ 10,54
BBAS3BANCO DO BRASIL ON 0,76%R$ 58,31
SANB11SANTANDER BRASIL UNIT0,48%R$ 29,19
BBDC3BRADESCO ON0,00%R$ 12,28
PETROBRAS (PETR4) EM ALTA

A Petrobras atingiu um novo recorde de valor de mercado, alcançando a marca de US$ 570,01 bilhões nesta segunda-feira (19).

As ações acompanham a recuperação do petróleo nos mercados internacionais e a expectativa com o pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP) aos acionistas da estatal.

Por volta das 14h20, os papéis PETR3 subiam 0,20%, a R$ 44,39. Já as ações PETR4 avançavam 0,42%, a R$ 42,87.

IBOVESPA NAS ALTURAS?

O Ibovespa atingiu as máximas do dia, com alta de 0,02% por volta das 14h30, aos 128.747 pontos.

No mesmo horário, o dólar recuava 0,13%, negociado a R$ 4,9601 no mercado à vista.

FRIGORÍFICOS EM QUEDA

As ações dos frigoríficos operam em forte queda nesta segunda-feira (19), com a Marfrig (MRFG3) liderando o campo negativo do Ibovespa nesta tarde.

Segundo o Broadcast, o desempenho do setor vem na esteira de um relatório da Jefferson Research, que recomendou a venda das ações MRFG3 e da JBS (JBSS3) na sexta-feira (16).

De acordo com os analisas, a qualidade dos resultados da Marfrig no terceiro trimestre de 2023 foi "fraca", assim como a qualidade do fluxo de caixa, eficiência operacional e qualidade de lucros da JBS no mesmo período.

Veja como anda o setor por volta das 14h10:

AtivoNomeVarUlt
MRFG3MARFRIG ON -4,08%R$ 8,68
JBSS3JBS ON -2,13%R$ 21,97
BRFS3BRF ON -1,89%R$ 14,02
BEEF3MINERVA ON -0,30%R$ 6,5
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa conseguiu zerar as perdas do dia nesta tarde. Por volta das 14h, o principal índice de ações da B3 operava próximo da estabilidade, com leve alta de 0,01%, aos 128.733 pontos.

O índice sente a pressão das empresas ligadas ao minério de ferro, como a Vale (VALE3), enquanto é impulsionado pelo desempenho positivo do setor de educação e dos grandes bancos brasileiros.

A Petrobras (PETR4) também ajuda a recuperação do Ibovespa hoje, com alta de 0,45%, a R$ 42,88.

Confira as maiores altas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
COGN3Cogna ONR$ 2,472,07%
CMIG4Cemig PNR$ 11,871,80%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 41,271,88%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,060,98%
EGIE3Engie ONR$ 41,261,23%

E as maiores baixas:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 8,67-4,20%
VAMO3Vamos ONR$ 7,98-3,51%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 25,70-2,73%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 10,86-2,43%
GOLL4Gol PNR$ 2,51-2,33%
SETE EMPRESAS DOS EUA JÁ VALEM MAIS DO QUE QUASE TODAS AS BOLSAS DO MUNDO; E AGORA?

Um estudo recente do Deutsche Bank revelou que o valor de mercado das “Sete Magníficas” —  Apple, Amazon, Alphabet, Meta, Microsoft, Nvidia e Tesla — superou a capitalização de todas as empresas listadas nas bolsas em quase todos os países do G20.

Ou seja, agora essas 7 empresas sozinhas concentram mais poder econômico do que a maioria das principais economias do mundo.

Esse cenário de alta concentração levanta preocupações de alguns analistas.

De acordo com Jim Reid, head de research em economia global no Deutsche Bank, alertou os investidores que, em termos de concentração, o mercado americano está em patamares similares aos de 1929 e de 2000.

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FECHAMENTO NA EUROPA 

As bolsas de valores europeias encerraram o pregão desta segunda-feira (19) sem direção única, em ajuste após os ganhos dos mercados na semana passada.

  • FTSE 100 (Londres): +0,22%
  • CAC 40 (Paris): 0,00%
  • DAX (Frankfurt): -0,15%
DESTAQUE DO IBOVESPA 

Por volta das 13h20, o Ibovespa opera em leve baixa de 0,16%, aos 128.524 pontos. Sem apoio de NY, o índice sente o peso do recuo das mineradores, especialmente a Vale (VALE3)

Já io setor de educação domina o campo positivo da bolsa hoje, com destaque para as ações da Yduqs (YDUQ3) e Cogna (COGN3).

O dólar à vista, por sua vez, também registrava recuo sutil de 0,12%, cotado em R$ 4,9612.

DIRECIONAL (DIRR3): BTG ELEVA RECOMENDAÇÃO PARA COMPRA

Depois de apresentar um forte avanço nos lançamentos e vendas, agora é apenas uma questão de tempo para a Direcional Engenharia (DIRR3) colher os resultados. E eles devem aparecer na forma de receitas e margens maiores, de acordo com o BTG Pactual.

Ainda mais impressionante é a expectativa dos analistas para o lucro por ação da incorporadora, que deve crescer 52% neste ano.

Em relatório, os analistas revisaram a recomendação para as ações da Direcional (DIRR3) de neutra para compra. Junto com a melhora operacional, eles destacam as perspectivas favoráveis tanto para a economia como para o programa habitacional Minha Casa Minha Vida.

O BTG também elevou o preço-alvo das ações de R$ 25 para R$ 27 — o equivalente a um potencial de alta de 22%.

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COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa reduziu as perdas para 0,15% por volta das 12h20, aos 128.535 pontos. O principal índice de ações da B3 é impactado pelo recuo das ações da Vale (VALE3) e pela liquidez reduzida dos mercados.

No mesmo horário, o dólar desacelerou o recuo para 0,11%, negociado a R$ 4,9615 no mercado à vista.

Vale lembrar que os mercados norte-americanos ficaram fechados nesta segunda-feira (19) devido ao feriado do Dia do Presidente.

DESTAQUES DA BOLSA

O setor de educação é destaque positivo na bolsa brasileira hoje. As ações da Cogna (COGN3) lideram os ganhos do Ibovespa, seguidos pelos papéis da Yduqs (YDUQ3).

A Ânima é a única que destoa do bloco educação neste momento, com recuo de 1,35% por volta das 11h55.

O desempenho segue o anúncio do "Fies Social", programa que permite o financiamento de 100% dos cursos particulares para alunos de baixa renda.

AtivoNomeVarUlt
SEER3SER EDUCAÇÃO ON 5,54%R$ 5,91
CSED3CRUZEIRO EDUCACIONAL ON 2,65%R$ 4,26
YDUQ3YDUQS ON 1,99%R$ 19,48
COGN3COGNA ON1,65%R$ 2,46
ANIM3ANIMA ON -1,35%R$ 4,4
GIRO DO MERCADO

Depois de uma fase difícil em meados de 2020, onde muitos apontavam para uma derrocada dos escritórios, o CBRE aponta não só para o aquecimento do mercado de imóveis comerciais, mas para uma nova fase na ‘Faria Lima’.

Como os fundos imobiliários de escritório podem ser beneficiados por esse movimento? O analista da Empiricus Research, Caio Araujo, explica o que tem motivado essa retomada e ainda revela seus FIIs preferidos para investir e aproveitar o momento.

Ainda falando sobre a economia local, nesta segunda-feira (19) o Banco Central divulgou o Índice de Atividade Econômica do Banco Central – Brasil (IBC-Br), que cresceu mais do que o esperado em dezembro e fechou o quarto trimestre de 2023 em alta de 2,45%.

O analista Matheus Spiess comenta sua avaliação sobre os números e as projeções para a atividade econômica em 2024.

Confira o novo episódio do Giro do Mercado. É só dar play aqui!

O QUE ESTÁ POR TRÁS DA ALTA DA OI (OIBR3) HOJE

As ações da Oi (OIBR3) são destaque de alta na bolsa brasileira hoje. Por volta das 11h25, os papéis da operadora subiam 5,71%, negociados a R$ 1,11 na B3.

O movimento vem na esteira da publicação do edital de convocação da assembleia de credores para a realização no dia 5 de março. O encontro marcará a votação do plano de recuperação judicial da companhia.

ANO NOVO, VIDA NOVA?

A atividade interna tem sido apontada por especialistas como uma de suas principais preocupações em relação à economia da China. No que depender dos primeiros dados do ano 4722 do calendário chinês, porém, os economistas vão continuar com uma pulga atrás da orelha.

O número de deslocamentos e os gastos totais com viagens superaram os níveis pré-pandemia durante o feriado prolongado que marcou a chegada do ano do dragão.

Mais de 474 milhões de viagens domésticas foram feitas durante o feriado de ano-novo. Trata-se de um aumento de 34,3% em relação ao ano anterior.

Durante esses deslocamentos, os turistas gastaram 632,7 bilhões de yuans (US$ 87,95 bilhões), um salto de 47,3% na mesma base de comparação.

Leia mais.

AÇÃO DA AMERICANAS (AMER3) EM ALTA

As ações da Americanas (AMER3) avançam nesta segunda-feira (19). Por volta das 11h16, os papéis subiam 1,69%, a R$ 0,60.

O movimento é reflexo da expectativa dos investidores com a divulgação dos balanços atrasados da varejista referentes ao ano passado.

Isso porque está programado para a empresa publicar ainda hoje os resultados do primeiro, segundo e terceiro trimestres de 2023. Vale destacar que a companhia já adiou outras vezes a divulgação dos números, que inicialmente eram esperados para o fim de janeiro.

Além disso, segundo o calendário de eventos da Americanas, o balanço do quarto trimestre de 2023 só deve vir a público em 26 de março.

DESTAQUES DA BOLSA

O setor de mineração e siderurgia é destaque de baixa no Ibovespa na sessão desta segunda-feira (19), impactado pelo desempenho negativo do minério de ferro na bolsa de Dalian.

Veja como andam as ações por volta das 11h:

AtivoNomeVarUlt
BRAP4BRADESPAR PN-0,58%R$ 22,14
CBAV3CBA ON-0,26%R$ 3,88
CMIN3CSN MINERAÇÃO ON-0,92%R$ 6,43
VALE3VALE ON -1,12%R$ 66,88
GGBR4GERDAU PN -0,80%R$ 21,04
GOAU4GERDAU METALÚRGICA PN -0,50%R$ 9,94
CSNA3CSN ON-1,26%R$ 18,8
USIM5USIMINAS PNA-1,58%R$ 9,95
CARREFOUR (CRFB3) EM QUEDA

As ações do Carrefour (CRFB3) lideram as perdas do Ibovespa hoje, pressionadas pela expectativas com o balanço do quarto trimestre de 2023, que deve ser publicado nesta segunda-feira (19), após o fechamento dos mercados.

No último domingo, a companhia também perdeu um executivo do conselho de administração. O vice-presidente do colegiado, Abilio Diniz, faleceu aos 87 anos.

Por volta das 10h40, os papéis recuavam 2,07%, negociados a R$ 10,90 na B3.

IBOVESPA NAS MÍNIMAS

O Ibovespa chegou às mínimas do dia, em queda de 0,46%, aos 128.136 pontos.

O principal índice de ações da bolsa brasileira é pressionado pelo recuo das ações da Vale (VALE3) no pregão de hoje, além do tom mais negativo dos mercados no exterior.

MAIORES ALTAS E QUEDAS DA ABERTURA

As ações de varejo lideram as altas do Ibovespa na abertura desta segunda-feira (19), impulsionadas pela queda dos juros futuros por aqui.

Os papéis de educação também são destaque positivo hoje, ajudados pelo recuo na curva dos DIs e pelo "Fies Social", programa que permite o financiamento de 100% dos cursos particulares para alunos de baixa renda, anunciado na semana passada.

Confira as maiores altas do Ibovespa na abertura:

CÓDIGONOMEULTVARMIN MAX ABE 
BHIA3Casas Bahia ONR$ 8,471,32%            8,20            8,48            8,26
COGN3Cogna ONR$ 2,451,24%            2,41            2,46            2,41
YDUQ3Yduqs ONR$ 19,311,10%          19,00          19,32          19,01
BEEF3Minerva ONR$ 6,570,77%            6,50            6,61            6,50
ARZZ3Arezzo ONR$ 59,130,60%          58,59          59,28          58,78

Já no campo negativo, as ações da Gol (GOLL4) lideram as perdas do Ibovespa. Os papéis repercutem a notícia de que as cinco aeronaves que serão entregues pela Gol ao seu arrendador e posteriormente repassadas à companhia norte-americana Avelo Airlines estão fora de operação, publicada pelo jornal Valor no último domingo (18).

Vale lembrar que a Gol está em recuperação judicial nos Estados Unidos e negocia com seus arrendadores quais aeronaves serão devolvidas. A companhia aérea negou que possua negociação com a companhia Avelo.

Os papéis da Vale (VALE3) também são destaque negativo na abertura, pressionados pela queda do minério de ferro em Dalian hoje.

Veja as maiores baixas do índice:

CÓDIGONOMEULTVARMIN MAX ABE 
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 10,96-1,53%          10,93          11,08          10,99
CCRO3CCR ONR$ 13,09-1,36%          13,07          13,23          13,23
VAMO3Vamos ONR$ 8,16-1,33%            8,10            8,24            8,22
VALE3Vale ONR$ 66,82-1,27%          66,72          67,20          67,04
ASAI3Assaí ONR$ 13,43-1,25%          13,40          13,59          13,59
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa iniciou o pregão desta segunda-feira (19) em queda de 0,31%, aos 128.719 pontos, em sessão marcada pela liquidez reduzida devido ao feriado nos mercados norte-americanos.

Com a agenda mais esvaziada por aqui, o principal índice de ações da B3 acompanha a retomada dos trabalhos no Congresso, de olho na pauta da reforma tributária, e a publicação da prévia do PIB de dezembro.

FICOU PARA DEPOIS

O Banco Central adiou outra vez a publicação do Boletim Focus, que compila as expectativas do mercado para os principais indicadores macroeconômicos do Brasil, devido à operação padrão em virtude da greve dos funcionários do BC.

Desta vez, a programação da divulgação passou de amanhã (20) para a próxima quinta-feira (22), às 8h30.

DÓLAR AMARGA QUEDA

O dólar inverteu a trajetória nesta manhã e passou a recuar 0,16% por volta das 9h54, negociado a R$ 4,9588 no mercado à vista.

MERCADO DE COMMODITIES 

Os contratos futuros de petróleo operam no vermelho nesta segunda-feira (19).

Por volta das 9h35, o Brent, considerado referência no mercado internacional, para abril recuava 0,20%, a US$ 83,30 o barril.

No mesmo horário, o WTI para março caía 0,19%, negociado a US$ 78,31 o barril.

Já nos mercados asiáticos, que retomaram as atividades após as celebrações do Ano Novo Lunar Chinês, o minério de ferro para maio fechou em queda de 0,52% em Dalian, cotado a US$ 132,26.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

Bom dia, pessoal. À medida que os mercados asiáticos retomam suas atividades após o término das celebrações do Ano Novo Lunar Chinês, os mercados globais enfrentam a ausência da atividade americana devido a um feriado, limitando a liquidez.

Nesse cenário calmo, os mercados europeus exibem desempenhos variados, oscilando sem uma direção clara nas negociações matinais.

Em contraste, as ações chinesas vivenciaram um dia promissor após o feriado, alimentando as expectativas de uma reviravolta econômica na China, apesar do persistente ceticismo dos investidores em relação ao país.

O reaquecimento chinês é derivado por perspectivas de estímulo governamental, anunciadas pelo primeiro-ministro Li Qiang.

Esse otimismo é reforçado por um expressivo aumento nas atividades turísticas e nos gastos durante o feriado, que ultrapassaram os registros anteriores à pandemia.

Especificamente, foram contabilizadas aproximadamente 474 milhões de viagens, um crescimento de 19% em relação a 2019, e um incremento de 8% nos gastos turísticos no mesmo intervalo.

No entanto, essas notícias positivas não se estenderam ao setor de minério de ferro, que experimentou uma queda de quase 3%, sinalizando possíveis desafios para a Vale.

A ver…

00:47 — Um fiscal melhor que o esperado?

No cenário econômico brasileiro, esta semana traz à atenção o Boletim Focus e o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) referente a dezembro. Este último é de particular interesse, pois pode indicar a trajetória do crescimento econômico no término do último ano.

Além disso, a divulgação da arrecadação federal de janeiro na sexta-feira adquire importância diante das atuais discussões fiscais.

Tem gente esperando que as contas do governo central apresentem um superávit primário em torno de R$ 80 bilhões para janeiro, superando a maior das expectativas do mercado, que variam de R$ 60 a R$ 70 bilhões.

Um resultado acima do previsto poderia permitir ao governo adiar a revisão da meta fiscal até maio, oferecendo maior flexibilidade à equipe econômica para negociações de suas pautas.

Essa perspectiva poderia contribuir para um ambiente mais estável, mesmo que a curto prazo o cenário permaneça tenso, refletindo em uma melhoria do ânimo do mercado de capitais, que enfrenta um momento desafiador com uma redução de 22% nos recursos captados em janeiro em comparação ao ano anterior.

Adicionando à complexidade, o Brasil registrou o janeiro mais seco da história, ao lado de picos de demanda energética, apontando para a possibilidade de encararmos o período de estiagem com os reservatórios das hidrelétricas significativamente reduzidos, um prenúncio desfavorável que poderia levar a um aumento nos preços da energia devido a uma potencial crise hídrica.

01:35 — O dia depois do PPI…

Nos Estados Unidos, a pausa nos mercados devido ao Dia do Presidente, em celebração ao aniversário de Washington, proporciona um momento de reflexão para os investidores sobre os recentes dados inflacionários que surpreenderam o mercado com valores superiores aos esperados tanto no índice de preços ao consumidor quanto ao produtor.

Essa pausa também dá espaço para ponderar sobre declarações recentes de autoridades monetárias, como Raphael Bostic, que sinalizou um caminho potencialmente turbulento na redução da inflação para a meta de 2%.

A semana promete ser agitada nos EUA com a divulgação do resultado da Nvidia e a ata do Fed na quarta-feira, além de esperadas declarações de membros do Fed, que poderão influenciar as expectativas para o relatório do PCE na semana seguinte.

O ano de 2024 inicia-se com revisões significativas nas expectativas macroeconômicas, em grande parte devido ao ajuste de política monetária precoce feito por Powell no final de 2023, o que resultou em uma sincronização quase sem precedentes das taxas de juros e das expectativas inflacionárias—ajustes que eram inevitáveis.

A mudança de Powell, ainda que prematura, destacou mais uma vez as dificuldades de comunicação do banco central americano.

Resta a dúvida se a inflação nos EUA conseguirá reverter para 2% ainda em 2024. Embora incerto, o panorama pode permanecer otimista se a tendência de desinflação persistir, reforçando um cenário ainda favorável apesar dos desafios.

02:23 — O ano eleitoral

A dinâmica eleitoral nos Estados Unidos ainda não se reflete nos mercados financeiros, expectativa que deve se materializar a partir do segundo trimestre.

Recentemente, um tribunal de Nova York determinou que Donald Trump deve pagar US$ 354,9 milhões por manipulação dos dados financeiros da Trump Organization, além de enfrentar uma proibição de negócios no estado por três anos.

Tal cenário complica a imagem de Trump, considerado um dos favoritos na próxima eleição presidencial. Trump tem estrategicamente adiado processos judiciais para manter sua campanha presidencial em curso.

No entanto, é prudente separar considerações políticas das decisões de investimento. A previsibilidade do impacto eleitoral nos mercados é limitada, e a história mostra que os resultados eleitorais nos EUA não determinam necessariamente as tendências do mercado.

Por exemplo, a reação do mercado à vitória de Lula no Brasil contradisse as expectativas de muitos investidores em 2023, especialmente para aqueles que apostaram contra a Petrobras e a favor do dólar no ano passado.

Historicamente, os anos de eleição presidencial nos Estados Unidos, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, mostram um retorno médio de 6,8% para o S&P 500, sem uma correlação direta entre as vitórias de partidos específicos e o desempenho do mercado.

Analisando dados desde 1928, o primeiro ano de mandatos democratas viu um retorno médio de 12% no S&P 500, comparado a 2,7% sob novas administrações republicanas.

No entanto, o ano anterior às eleições favoreceu os republicanos com uma alta de 9,1% no índice, em comparação com 3% antes das vitórias democratas.

Esses números sugerem que a influência dos ciclos eleitorais no mercado é complexa e multifacetada, desaconselhando estratégias de investimento baseadas exclusivamente em resultados eleitorais.

03:39 — Uma revolução energética

Ao longo dos últimos quinze anos, nenhuma outra nação superou os Estados Unidos na produção de petróleo e gás natural, graças à revolução do xisto.

Este fenômeno, impulsionado por avanços tecnológicos significativos, habilitou métodos inovadores de exploração e extração, desbloqueando reservas energéticas previamente inacessíveis.

Apesar das previsões de alguns analistas de que os benefícios da revolução do xisto poderiam diminuir, levando a uma eventual queda na produção global, os dados mais recentes sugerem um cenário diferente.

Conforme reportado pela Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos, a produção de petróleo no país, que já alcançou patamares recordes em 2023, está prevista para ultrapassar esses marcos nos próximos anos, em 2024 e 2025, e a mesma tendência é esperada para a produção de gás natural.

Esse aumento na oferta pode ser uma das razões pelas quais os preços do petróleo se mantêm estáveis em torno de US$ 80 por barril, apesar das reduções na oferta pela Opep+ e das complexidades geopolíticas que envolvem a Rússia e o Oriente Médio.

No entanto, essa expansão na produção energética apresenta um desafio significativo para os Estados Unidos no que tange ao compromisso assumido no Acordo de Paris.

O país se propôs a cortar pela metade suas emissões de gases de efeito estufa até 2030, em relação aos níveis de 2005, mas até o momento, apenas conseguiu uma redução de 17,2%.

Este progresso lento destaca o conflito entre o avanço na produção energética e os objetivos climáticos globais.

04:42 — Os problemas no Mar Vermelho

Os ataques Houthi no Mar Vermelho podem elevar significativamente os custos de transporte de mercadorias da Ásia para a Europa, ameaçando o alívio da inflação recentemente observado.

A situação levou as transportadoras a optar por rotas alternativas, como a extensa viagem ao redor do Cabo da Boa Esperança, adicionando cerca de sete dias ao tempo de trânsito e aumentando os custos de combustível em pelo menos um milhão de dólares.

Essa mudança resulta em atrasos de entrega de 10 a 15 dias em portos como Barcelona e uma redução drástica de 70% no tráfego de contêineres pela rota do Mar Vermelho em dezembro.

Consequentemente, as exportações da União Europeia diminuíram 2% e as importações 3,1%, com uma queda geral de 1,3% no comércio mundial.

Os preços dos contêineres de transporte mais que triplicaram, exacerbando a escassez.

Apesar dessas adversidades, a crise no transporte marítimo, se resolvida na primeira metade do ano, pode não ter impactos duradouros no comércio global.

Isto se deve ao fato de que os custos de transporte representam uma fração relativamente pequena do preço final dos bens de consumo e da energia.

Portanto, embora a situação no Mar Vermelho possa causar preocupação imediata, é improvável que seja um motor significativo de inflação global a longo prazo.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram em leve alta nesta segunda-feira (19), acompanhando o avanço dos rendimentos dos Treasurys, os títulos de dívida do governo dos Estados Unidos, em Nova York.

Os DIs ainda repercutem a divulgação do IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, por aqui, que veio alinhada com as expectativas do mercado.

Veja como andam os DIs:

CÓDIGONOMEULT MIN MAX ABE FEC 
DI1F25DI Jan/2510,04%10,03%10,05%10,05%10,04%
DI1F26DI Jan/269,88%9,87%9,90%9,88%9,88%
DI1F27DI Jan/2710,05%10,04%10,06%10,04%10,04%
DI1F28DI Jan/2810,30%10,29%10,33%10,30%10,28%
DI1F29DI Jan/2910,47%10,45%10,48%10,46%10,45%
DI1F30DI Jan/3010,62%10,58%10,62%10,58%10,58%
DI1F31DI Jan/3110,69%10,66%10,70%10,66%10,67%
DI1F32DI Jan/3210,73%10,73%10,74%10,74%10,73%
DI1F33DI Jan/3310,80%10,79%10,82%10,79%10,78%
PRÉVIA DO PIB SOBE ACIMA DO ESPERADO EM 2023

O IBC-Br, considerado uma prévia do PIB oficial, avançou 2,45% em 2023, de acordo com o Banco Central.

O número veio acima do esperado pelos analistas do Broadcast, que projetavam uma alta de 2,30% para o período, na mediana das expectativas.

Na comparação de dezembro com o mês anterior, o índice subiu 0,82%, também acima da mediana das projeções, de 0,80%.

Na comparação com o mesmo mês de 2022, a expectativa era de que o IBC-Br subisse 0,55%, mas o avanço registrado foi de 1,36%, próximo do teto das projeções de 2,90%.

ESQUENTA DOS MERCADOS

Ibovespa futuro começa o dia em queda de 0,21%, aos 130.540 pontos. Já o dólar à vista avança 0,04%, cotado a R$4,9691.

O QUE CORINTHIANS E PALMEIRAS TEM A VER COM A BOLSA?

A frase “clássico é clássico e vice-versa” costuma ser atribuída ao centro-avante Jardel. Ele fez história no Grêmio e no futebol português por seus muitos gols de cabeça nos anos 1990. O ex-jogador nega a autoria da pérola. De qualquer modo, o folclore não anula a precisão da frase.

Na última sexta-feira, mencionei o clássico entre Corinthians e Palmeiras para ilustrar o autoengano de parte do mercado financeiro em relação a um futuro ciclo de alívio monetário nos Estados Unidos.

Hoje vou aproveitar a agenda fraca do dia — embora o ano efetivamente comece hoje em Brasília e na China, Wall Street não abre — para analisar o Dérbi Paulistano como se Corinthians e Palmeiras fossem empresas de capital aberto e o jogo, um pregão na bolsa.

Neste exercício, considerando as informações contábeis às quais temos acesso, Palmeiras estaria enquadrado no Novo Mercado da B3 sob o ticker PALM3. Já o Corinthians entraria na tela como SCCP4.

Leia mais.

CHINA MANTÉM JUROS INALTERADOS

O banco central da China (PBoC) deixou a taxa de sua linha de empréstimo de médio prazo — conhecida como MLF — de um ano inalterada em 2,5%, ao fazer uma injeção de liquidez de 500 bilhões de yuans (US$ 69,5 bilhões), segundo comunicado publicado no domingo (18).

O PBoC também injetou 105 bilhões de yuans em liquidez através de acordos de recompra inversa de sete dias, mantendo a taxa de juros em 1,8%.

Apesar da manutenção das taxas, analistas preveem que o PBoC poderá cortar seus juros básicos, as chamadas taxas de juros de referência para empréstimos (LPRs), no fim da noite desta segunda-feira (19). A última alteração nas taxas ocorreu em agosto do ano passado.

A Moody's Analytics prevê que a LPR de um ano poderá ser reduzida em 10 pontos-base, de 3,45% a 3,35%, e a LPR de 5 anos em 15 pontos-base, de 4,20% a 4,05%.

*Com informações do Estadão Conteúdo

BOLSAS DE NOVA YORK PERMANECEM FECHADAS HOJE

As bolsas de valores de Nova York permanecerão fechadas nesta segunda-feira.

O motivo é o feriado do Dia do Presidente, celebrado anualmente na terceira segunda-feira de fevereiro.

O feriado marca as datas de nascimento dos ex-presidentes norte-americanos Abraham Lincoln (12 de fevereiro) e George Washington (22 de fevereiro).

BOLSAS DA EUROPA ABREM EM LEVE QUEDA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta segunda-feira.

Os índices de ações da região apresentam leves oscilações negativas hoje depois de terem acumulado ganhos pelas últimas três sessões.

No entanto, a agenda vazia e o feriado nos Estados Unidos enxugam boa parte da liquidez.

Confira:

  • DAX: -0,33%
  • FTSE 100: +0,11%
  • CAC 40: -0,42%
  • Euro Stoxx 50: -0,37%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta segunda-feira.

A bolsa de Xangai voltou do feriado prolongado de ano-novo marcando uma alta de 1,56%.

O mercado chinês foi impulsionado por números animadores do turismo doméstico.

De acordo com um levantamento oficial, o número de viagens e volume de gastos durante o feriado renovaram recordes, superando níveis pré-pandemia.

As bolsas de Seul e Taiwan subiram 1,19% e 0,15% , respectivamente.

Pressionada pelos setores de tecnologia e imóveis, a bolsa de Hong Kong fechou em queda de 1,13%.

Já em Tóquio, a bolsa recuou 0,08%, ainda próxima de sua máxima histórica.

Confira:

  • Nikkei: -0,08%
  • Xangai: +1,56%
  • Hang Seng: -1,13%
  • Kospi: +1,19%
DESTAQUES DO FIM DE SEMANA

O que rolou nos mercados na última sexta-feira?

O Ibovespa fechou em alta mesmo com as bolsas em Nova York operando em queda. Apoiado pelo desempenho de ações ligadas às commodities, especialmente as gigantes Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4), o índice subiu 0,72%, aos 128.725 pontos.

Na semana, a alta acumulada foi de 0,55%. Mas vale relembrar que a liquidez foi reduzida nos últimos dias com a bolsa fechada na terça-feira de Carnaval e iniciando o pregão mais tarde na Quarta-Feira de Cinzas.

O dólar à vista, por outro lado, que inverteu o sinal algumas vezes hoje, terminou a sessão próximo do "zero a zero". A moeda norte-americana teve leve queda 0,03%, cotada em R$ 4,9671. Na semana, a divisa valorizou 0,12%.

Por falar nos Estados Unidos, Wall Street ficou no vermelho hoje, com perdas impulsionadas pelo índice de inflação ao produtor nos Estados Unidos acelerando mais do que o previsto.

O dado acima das projeções eleva ainda mais as incertezas a respeito do início do corte de juros nos EUA, um tema que já vinha azedando o humor do mercado ao longo da semana.

Já na Europa e Ásia, as principais bolsas de valores fecharam em alta hoje. O destaque foi o Nikkei: o índice japonês subiu 0,92% e ficou a menos de 100 pontos de estabelecer um recorde histórico de fechamento.

A alta ocorreu apesar de o país ter perdido oficialmente a posição de 3ª maior economia do mundo ontem, com os investidores acreditando que o revés econômico pode levar o BC local a manter a política monetária expancionista por mais tempo e repercutindo os ganhos de Wall Street na véspera.

Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (16).

REPORTAGEM ESPECIAL: A TEMPESTADE PERFEITA DA LOJAS RENNER

A ação da Lojas Renner (LREN3) poucas vezes esteve tão barata aos olhos dos investidores. E existe uma razão para isso. Na verdade, uma série delas. Rotineiramente qualificada por analistas como uma das melhores empresas do Ibovespa, a varejista de moda enfrenta uma espécie de tempestade perfeita.

Coincidência ou não, o tempo começou a fechar para a Renner após a saída de José Galló do cargo de CEO, em abril de 2019. De lá para cá, a empresa sofreu com a pandemia da covid-19, o avanço das concorrentes chinesas e a escalada da taxa básica de juros pelo Banco Central.

No entanto, analistas também apontam erros cometidos pela própria Renner que levaram a empresa a ser negociada atualmente mais de 70% abaixo de sua máxima histórica, verificada semanas antes do início da pandemia.

Após a forte queda dos últimos anos, as ações LREN3 hoje se encontram em menos da metade das cotações da época em que Galló comandava a varejista, que vale hoje cerca de R$ 14 bilhões na B3.

Leia mais.

ANOTE NO CALENDÁRIO

Na próxima semana, a agenda econômica global e local traz eventos que podem influenciar o mercado financeiro. E os próximos dias já começam com uma pausa: o feriado do dia dos Presidentes nos Estados Unidos, na segunda-feira (19) e no Japão, na sexta-feira (23). 

Também ficam no radar os balanços corporativos dos próximos dias, com destaque para WEG (WEGE3), a Vale (VALE3), a B3 (B3SA3) e o Nubank (BDR:NUBR33).

Confira a seguir os destaques dos próximos dias:

No Exterior: feriados nos EUA e Japão

A pausa de segunda-feira deve afetar as negociações e potencialmente o volume de mercado.

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