O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Presidente brasileiro foi a Washington para recolocar o país no cenário internacional e aproveita para cutucar o antecessor, Jair Bolsonaro, que ainda está nos EUA
Em uma busca rápida no Google é possível encontrar pelo menos três filmes com o título “Amigos para sempre”. Um fala da relação entre um homem rico tetraplégico e seu assistente com históricos criminais; o outro mostra a trajetória de um adolescente de 16 anos e seu cachorro e o terceiro, da relação entre um avô, um neto e um pelicano.
Esses três filmes não têm só o título em comum — eles tratam da construção da confiança e cumplicidade ao longo do tempo, o que torna seus personagens, amigos para sempre.
Nesta sexta-feira (10), os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Joe Biden ensaiaram o que pode ser a (re)construção da confiança e de uma relação de amizade entre Brasil e EUA.
Lula esteve em Washington para uma série de encontros rápidos que terminou com declarações conjuntas na Casa Branca.
A ideia da visita — assim como nos filmes — é mostrar que, isolado, nenhum país segue adiante, mas juntos, os desafios podem ser superados — ainda que a democracia esteja ameaçada, aqui e lá.
Lula foi o que falou mais. Dos 13 minutos da conversa que foi acompanhada pela imprensa, o presidente brasileiro desfrutou de dez deles.
Leia Também
O petista usou esse tempo para reconstruir a imagem de que o Brasil é um país democrático, com um povo trabalhador e alegre. Ele também não perdeu a oportunidade para criticar seu antecessor, Jair Bolsonaro, e afirmar que vai recolocar o país no cenário internacional.
“O Brasil ficou quatro anos se automarginalizando, um presidente que não gostava de manter relação com nenhum país. O mundo dele começava e terminava com a fake news de manhã, de tarde e de noite. Ele parece que menosprezava relações internacionais”, disse Lula, referindo-se à Bolsonaro, mas sem mencioná-lo.
O presidente brasileiro destacou ainda que os EUA representam muito para o Brasil, com uma relação histórica, econômica, cultural, mas listou problemas nos quais ambos têm de trabalhar juntos — o primeiro deles é nunca mais permitir os eventos no Capitólio e no Brasil, com a invasão do Congresso, do Palácio do Planalto e da Suprema Corte, se repitam.
Lula também fez uma defesa à agenda ambiental e sugeriu a adoção de uma governança global para a questão climática.
“Não sei qual é o fórum, se é na ONU, no G20, no G8, mas alguma coisa temos de fazer para que a gente obrigue países, os nossos Congressos, os nossos empresários a acatar decisões que nós tomamos a nível globais. Se isso não acontecer, a nossa discussão sobre a questão climática ficará muito prejudicada”, disse.
Nos três minutos em que Biden falou, ele destacou que EUA e Brasil devem continuar a defender valores democráticos.
“As nossas duas nações são democracias fortes e foram testadas, duramente testadas. Em ambos os casos a democracia prevaleceu”, disse Biden, agradecendo a visita de Lula.
“Somos as duas maiores democracias do hemisfério e Brasil e EUA se unem para rejeitar a violência política e os ataques às nossas instituições”, acrescentou.
O presidente norte-american também defendeu a união de norte-americanos e brasileiros para enfrentar problemas globais.
“Nossos valores em comum e os fortes laços entre os nossos povos tornam Brasil e EUA parceiros naturais para enfrentar os desafios globais atuais e especialmente as mudanças climáticas”, afirmou.
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes
Cenário nacional dificulta a nomeação de candidatos para as eleições de 2026, com impasse de Bolsonaro ainda no radar
Proposta de isenção de IR aprovada não é a do governo Lula, mas também cria imposto mínimo para altas rendas, programa de renegociação de dívidas e prevê compensação a estados e municípios
Proposta define regras para o novo comitê gestor do IBS e da CBS, tributos que vão substituir impostos atuais a partir de 2027