O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os documentos confidenciais foram espalhados pelo Twitter e pelo Telegram e trazem informações sobre o apoio norte-americano e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) à Ucrânia
Nos dias de hoje, uma guerra não é feita só com bombas e tanques — a tecnologia também é uma arma fundamental para quem quer derrotar o inimigo. Os EUA de Joe Biden e a Rússia de Vladimir Putin sabem bem disso.
Nesta sexta-feira (07) vazaram em uma rede social documentos confidenciais do apoio norte-americano e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) à Ucrânia.
Embora ainda não esteja claro como os documentos vazaram, eles têm circulado nos canais pró-Rússia.
Analistas militares citados pela imprensa internacional alertaram que alguns dos documentos parecem ter sido alterados seletivamente para exagerar o número de baixas ucranianas e minimizar o das tropas russas, sugerindo uma tentativa potencial de desinformação por parte de Putin.
Na guerra da contrainformação, a Rússia acusa formalmente Evan Gershkovich, repórter do Wall Street Journal, de espionagem. Ele nega as acusações.
A detenção de Gershkovich levou o líder da maioria democrata no Congresso, Chuck Schumer, e o líder da minoria republicana, Mitch McConnell, a emitirem uma rara declaração conjunta condenando a decisão de Putin de prendê-lo.
Leia Também
O Pentágono se recusou a comentar sobre a autenticidade dos documentos que circulam nas redes sociais como o Twitter e o Telegram, datados de 1 de março e com marcações que os classificam como Secret e Top Secret.
O vazamento de tais documentos confidenciais é altamente incomum e desencadearia automaticamente uma investigação.
"Estamos cientes dos relatos de postagens nas redes sociais e o Departamento [de Defesa] está analisando o assunto", disse Sabrina Singh, porta-voz do Pentágono.
Um dos documentos indica que 16.000 a 17.500 soldados russos foram mortos desde a invasão russa da Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022.
Os Estados Unidos acreditam que o número real é muito maior, em torno de 200.000 russos mortos e feridos, de acordo com as autoridades norte-americanas.
O vazamento dos documentos acontecem em um momento no qual é grande a especulação sobre quais ofensivas a Ucrânia e a Rússia podem tentar no segundo ano da guerra.
Ainda assim, a maioria deles, segundo oficiais dos EUA, não oferecem — pelo menos em um primeiro momento — alguma visão específica sobre os planos de guerra de Kiev.
Mais cedo, uma autoridade presidencial ucraniana disse que o vazamento continha uma "grande quantidade de informações fictícias" e parecia uma operação de desinformação de Putin para semear dúvidas sobre a planejada contra-ofensiva da Ucrânia.
"Estes são apenas elementos padrão de jogos operacionais da inteligência russa. E nada mais", disse Mykhailo Podolyak em um comunicado.
*Com informações da Reuters e do The Guardian
Enquanto prepara novas tarifas, o republicano também precisa lidar com outro efeito colateral da decisão da Suprema Corte: a renovação da Câmara e do Senado norte-americano
Na esteira da anulação das tarifas do Dia da Libertação pela justiça norte-americana, o republicano disse que pode refazer acordos comerciais e impor novas taxas nos próximos dias
A maior economia do mundo cresceu abaixo das projeções no quarto trimestre de 2025, enquanto o índice de preços para gastos pessoais, a medida preferida do Fed para a inflação, ficou acima do esperado em dezembro
Citi faz projeções para as principais moedas globais e indica qual deve ser a cotação do dólar em relação ao real no horizonte de 12 meses
Ex-príncipe Andrew foi preso hoje por “má conduta” em caso envolvendo suas relações com Jeffrey Epstein; se condenado, ele corre o risco de cumprir pena de prisão perpétua.
Enquanto o S&P 500 caiu 1% desde o início do ano, o índice que acompanha o restante da economia global (ACWX) rendeu 8% no período
Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista
O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente
O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne
As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos
Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso
Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras
A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial
Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial
Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco
BB Seguridade avança, apesar de corte no preço-alvo pelo Goldman Sachs; Bradesco e Vale recuam, e EWZ cai mais de 1%
Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas
A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia
Enquanto Trump tece críticas à performance do cantor porto-riquenho no Super Bowl, apoio dos latinos mostra sinais de retração
Com alta de 17% no ano, o índice brasileiro aproveita a reprecificação global de energia e materiais básicos; veja por que o investidor estrangeiro continua comprando Brasil