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O mais recente caso de sumiço envolve Bao Fan, presidente-executivo da China Renaissance Holdings; o mais emblemático é o de Jack Ma, o chefe do gigante do comércio eletrônico Alibaba
Elon Musk, dono da Tesla e do Twitter, odeia ter sua privacidade invadida — tanto é que baniu da rede social uma conta que rastreava o seu jatinho particular. Mas, enquanto o bilionário-celebridade faz de tudo para permanecer fora do radar, os ricaços da China querem justamente o contrário: por lá, tem sido comum o 'desaparecimento' de empresários cujas fortunas chegam à casa dos bilhões de dólares.
O mais recente caso de sumiço de figurões chineses envolve Bao Fan, presidente-executivo da China Renaissance Holdings, cujos clientes incluem as principais empresas de tecnologia Didi, Meituan, Tencent, Alibaba e Baidu.
Talvez o caso mais emblemático de desaparecimento de bilionários na China é o de Jack Ma, o chefe da Alibaba. O fundador do portal de vendas online deixou de ser visto no fim de 2020, quando o Ant Group estava pronto para lançar a maior oferta pública inicial de ações (IPO).
Antes do evento, Ma discursou e criticou o sistema financeiro chinês. Depois dessas declarações, o empresário desapareceu. Houve rumores de que Ma estaria em prisão domiciliar ou detido pelas autoridades chinesas. Alguns chegaram a duvidaram que ele estivesse vivo — mas ele estava e reapareceu três meses depois.
Desde 2015, pelo menos cinco executivos desapareceram na China.
Embora bilionários desaparecidos tendam a receber muito mais atenção, também há vários casos menos divulgados de cidadãos chineses desaparecidos após participarem, por exemplo, de protestos antigovernamentais ou campanhas de direitos humanos.
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Segundo especialistas, o sumiço de bilionários, no entanto, é uma das maneiras pelas quais o presidente da China, Xi Jinping, está reforçando seu controle sobre a segunda maior economia do mundo.
O governo chinês insiste que as ações tomadas contra algumas das pessoas mais ricas do país são puramente legais e prometeu erradicar a corrupção.
Só que as ações de Pequim ocorrem no contexto de décadas de liberalização do que é hoje a segunda maior economia do mundo. Essa abertura ajudou a criar uma faixa de multibilionários que, com sua imensa riqueza, tinham potencial para exercer um poder considerável.
Agora, dizem alguns observadores, sob o comando de Xi, o Partido Comunista Chinês quer esse poder de volta e está cumprindo a tarefa de maneiras muitas vezes envoltas em mistério.
A teoria é a seguinte: as grandes empresas, especialmente a indústria de tecnologia, viram seu poder crescer sob as políticas de Jiang Zemin e Hu Jintao — predecessores de Xi,
Antes disso, o foco de Pequim estava nos centros tradicionais de poder, incluindo militares, indústria pesada e governos locais.
Embora mantendo um controle rígido sobre essas áreas, Xi ampliou seu foco para colocar ainda mais a economia sob seu controle.
O sumiço de Bao, por exemplo, aconteceu no período que antecedeu o Congresso Nacional do Povo (NPC) anual, no qual os planos de uma ampla revisão do sistema regulador financeiro da China foram anunciados.
Segundo esses planos, um novo órgão regulador financeiro será criado para supervisionar a maioria dos setores financeiros. A ideia é fechar as brechas deixadas por várias agências que monitoram diferentes aspectos da indústria de serviços financeiros da China, avaliada em trilhões de dólares.
*Com informações da BBC
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