O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O novo decreto permite que a privatização aconteça em caso de acordo entre Tarcísio e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes — e ambos já são alinhados politicamente
O governo do Estado de São Paulo vem tentando privatizar a Sabesp (SBSP3) desde antes de Tarcísio de Freitas assumir a cadeira do Palácio dos Bandeirantes. Mas a publicação de um novo decreto nesta quarta-feira pode ser a peça que faltava para destravar a operação.
Foi publicado no Diário Oficial do Estado o decreto de nº 67.880, que regulamenta a adesão dos municípios paulistas às Unidades Regionais de Serviços de Abastecimento de Água Potável e Esgotamento Sanitário (URAEs) e define a estrutura de governança dessas unidades.
Essa nova decisão aumenta o peso do voto da cidade de São Paulo no Conselho Deliberativo da URAE na qual a Sabesp está inserida. Em outras palavras, o município teria importância decisiva para uma eventual privatização. O jornal Valor Econômico crava que a adesão da capital paulista pode acontecer ainda hoje.
A notícia fez os papéis da Sabesp (SBSP3) darem um salto que superou os 7% nas máximas do dia. No mesmo horário, o Ibovespa avançava 0,15%, aos 116,371 pontos. As ações acabaram fechando a sessão com alta de 5,93%, a R$ 58,02.
Em linhas gerais, a URAE pode submeter pautas relativas à prestação de serviços de saneamento a um colegiado responsável por tomar decisões para uma determinada região.
Das quatro URAEs criadas pela gestão anterior, uma delas reúne todas as cidades atendidas pela Sabesp. A adesão às URAEs é voluntária e a cidade de São Paulo ainda não havia se juntado a nenhuma unidade até então.
Leia Também
Entretanto, o novo decreto abre espaço para que o município de São Paulo tenha um peso de aproximadamente 50% nas votações do Conselho Deliberativo.
Membros da sociedade civil terão 6% de representatividade nas decisões, enquanto as demais cidades terão voto proporcional à sua população.
Embora o governo paulista ainda tenha o controle da Sabesp, hoje 49,7% do capital da empresa está nas mãos de investidores privados, com ações na B3 e na bolsa de Nova York (Nyse).
Em um relatório publicado nesta quarta-feira, os analistas do Itaú BBA destacam que o apoio da cidade e do estado de São Paulo à privatização seria uma força capaz de superar o peso dos demais municípios participantes da URAE da Sabesp.
Isso significa que a privatização poderia acontecer em caso de acordo entre Tarcísio e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes — e ambos já são alinhados politicamente.
Entretanto, um possível apoio de Nunes à privatização também estaria atrelado ao apoio do governo estadual à campanha do atual prefeito em 2024. É preciso dizer também que o mercado é dividido quanto à decisão de privatizar a estatal de saneamento.
Enquanto alguns analistas acreditam que os serviços devem melhorar após o aumento da entrada de capital privado, outros olham com mais ceticismo para o movimento.
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG