Elon Musk entra para o livro dos recordes como a maior perda de fortuna pessoal da história; o que fez o patrimônio do CEO da Tesla desabar?
Segundo o Guinness, o número exato do quanto Musk perdeu de dinheiro é quase impossível de determinar, mas fica entre US$ 182 bilhões e US$ 200 bilhões
Elon Musk é um homem do “tudo ou nada”, o famoso “8 ou 80”. Outrora considerado o homem mais rico do mundo, o bilionário hoje ocupa lugar de destaque no Guinness Book, o livro anual de recordes.
Desde o começo deste ano, o CEO da Tesla e do Twitter tornou-se oficialmente o executivo com a maior perda de fortuna pessoal da história.
Segundo o Guinness, o número exato do quanto Musk perdeu de dinheiro é quase impossível de determinar.
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Nas estimativas da Forbes, o montante está próximo de US$ 182 bilhões. Para outras fontes, o valor poderia chegar a US$ 200 bilhões.
A fortuna de Elon Musk
De 2020 até o ano passado, Musk viu sua fortuna se multiplicar exponencialmente, chegando a atingir o patamar de US$ 338 bilhões na máxima — e consagrando-se, com larga vantagem, o maior bilionário do planeta.
Porém, desde que fechou a compra do Twitter, o patrimônio do CEO da Tesla entrou em derrocada.
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O empresário perdeu tanto dinheiro que deixou até mesmo a posição de homem mais rico do mundo — cargo este que foi assumido pelo dono do conglomerado de luxo LVMH, Bernard Arnault.
A queda-livre da sua riqueza foi tamanha que o executivo entrou para o livro de recordes Guinness Book, desta vez com um reconhecimento nada positivo: Elon Musk quebrou oficialmente o recorde mundial de maior perda de fortuna pessoal da história.
Apesar de imensurável com exatidão, a perda extraordinária da fortuna de Musk supera — e muito — o recorde anterior, ocupado pelo investidor japonês Masayoshi Son: em 2020, ele viu US$ 58,6 bilhões evaporarem de seu patrimônio.
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A Tesla e o patrimônio de Elon Musk
De acordo com dados do Índice de Bilionários da Bloomberg, o patrimônio líquido de Elon Musk despencou do pico de US$ 338 bilhões em maio de 2021 para os atuais US$ 138 bilhões em janeiro de 2023.
Vale lembrar que a riqueza do chefe do Twitter é constituída principalmente por suas participações em empresas e ativos de baixa liquidez — o que quer dizer que, quando os papéis caem ou sobem na bolsa, o patrimônio do executivo é impactado quase imediatamente.
Isso significa que, do mesmo modo que a fortuna de Elon Musk pode despencar dezenas de bilhões de dólares em um só dia, ela também pode disparar na mesma proporção.
Acontece que as ações da Tesla, a fabricante de carros elétricos de Elon Musk, tiveram o pior ano da história em 2022 — uma derrocada que coincide com a aquisição do Twitter.
Muitos apontam que, de lá para cá, o bilionário redirecionou suas energias quase que inteiramente para a reconstrução da rede social.
Os papéis TSLA acumularam desvalorização de 65% na Nasdaq em 2022; em paralelo, o patrimônio líquido de Elon Musk acumulou uma brutal queda de 48,9% no ano passado.
Como o bilionário tornou-se tão rico?
É difícil não ter visto o nome de Elon Musk em algum lugar. Fundador de empresas como Tesla, SpaceX, Neuralink e Starlink, o bilionário só veio a aparecer no ranking das 10 pessoas mais ricas do mundo no ano passado.
Atualmente, o CEO do Twitter ocupa a segunda posição na lista dos maiores bilionários do planeta, com uma fortuna estimada em US$ 130 bilhões hoje, segundo a Bloomberg.
A história de Elon Reeve Musk começou em 1971, na África do Sul, fruto de um engenheiro sul-africano, Errol, e uma nutricionista e modelo canadense, Maye.
Musk não só demonstrou interesse em computadores como também mostrou talento para empreendedorismo e tecnologia já antes da adolescência.
Sozinho, ele aprendeu a programar. Em 1983, quando tinha apenas 12 anos, Elon desenvolveu um jogo de videogame sobre o espaço chamado “Blastar” para uma revista de informática por US$ 500.
Em 1992, Musk seguiu os estudos na Universidade da Pensilvânia, onde formou-se em física e economia.
O jovem até tentou seguir carreira acadêmica e iniciou um Ph.D. em física na renomada Universidade de Stanford, na Califórnia, em 1995.
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Porém, Musk desistiu do programa para perseguir sua nova meta: iniciar sua jornada no empreendedorismo, com destaque para a empreitada no novo reino da internet.
Junto com seu irmão mais novo, Elon fundou a primeira startup de sua carreira, batizada de Zip2, uma plataforma digital de jornais.
Em 1999, a dupla conseguiu fechar negócios com a Compaq para vender a companhia. A operação rendeu aos irmãos cerca de US$ 341 milhões em dinheiro e ações.
No bolso de Elon Musk, entrou um cheque de US$ 22 milhões, o que permitiu que o empresário partisse para um novo desafio.
Utilizando uma parcela do montante que faturou com a venda da Zip2, Elon se arriscou a criar um banco on-line. Chamada de X.com, logo a instituição financeira digital se transformou no PayPal.
Em 2002, o eBay, rival do PayPal na época, fez uma proposta para comprar a companhia por US$ 1,5 bilhão. A venda rendeu a Musk aproximadamente US$ 180 milhões, descontados os impostos.
Após a operação com o PayPal, Musk estava ávido por novos desafios e investiu todo o dinheiro embolsado com a venda do PayPal em três novas empreitadas: a Tesla, a SpaceX e a Solar City.
A maior fatia foi alocada na criação da SpaceX, com um investimento inicial de aproximadamente US$ 100 milhões, reflexo da sua meta de cortar em 10 vezes os custos altíssimos dos voos espaciais.
Os US$ 80 milhões restantes que Elon Musk recebeu na venda do PayPal foram distribuídos entre a Tesla, com uma aplicação de US$ 70 milhões, e a Solar City, com US$ 10 milhões.
Atualmente, as companhias valem:
- Tesla: US$ 378,2 bilhões
- SpaceX: US$ 137 bilhões
- Solar City: US$ 2,6 bilhões
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