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O éter renovou as máximas do ano com a disparada do bitcoin, mas a alta não deve ganhar um novo impulso por causa do Shapella
O mundo está a poucas horas de conhecer mais uma atualização na rede do ethereum (ETH). A chamada Shapella permitirá, entre outras coisas, o saque das criptomoedas no sistema de staking, uma espécie de renda fixa do universo digital.
Antes, é preciso entender o que todas essas palavras juntas significam. O nome Shapella se deve às duas atualizações que foram instauradas hoje: a Shanghai, que altera protocolos de execução, e a Capella, que atualiza um mecanismo de consenso da rede.
Já o staking é o mecanismo pelo qual os investidores depositam seus tokens em troca de algum rendimento. No caso do ethereum, as moedas em staking servem para validação da rede pelo método proof-of-stake (PoS, a prova de participação), estabelecido após o The Merge, que aconteceu há pouco mais de seis meses.
Na véspera da atualização, confira alguns números importantes da blockchain do ethereum antes da chegada da Shapella:
Apesar da atualização dar margem para análises mais técnicas de como a novidade irá influenciar a rede, o investidor menos interessado em tecnologia quer saber é de valorização.
Nas últimas 24h, o bitcoin (BTC) teve uma disparada de mais de 6% e renovou as máximas do ano. Já o ethereum registrou uma valorização mais tímida, de pouco mais de 3% no mesmo intervalo.
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O éter também renovou as máximas do ano, mas a alta não deve ganhar um novo impulso por causa do Shapella.
A atualização deve aumentar a liquidez do protocolo, mas isso por si só não influencia diretamente o preço à vista. A expectativa dos analistas é de que as cotações subam conforme a adoção do ETH crescer, e isso só deve acontecer com tempo.
Os preços do ethereum até podem subir por uma procura maior dos investidores após a atualização, mas isso não tem relação direta com a atualização.
Consegue imaginar a queima de quase US$ 10 bilhões em seis meses? Essa não é mais uma falência de banco, mas sim a taxa de destruição (queima ou burn) de ethereum desde a última atualização.
Esse mecanismo não é novo no universo digital. O burn de tokens já era utilizado por outras redes para manter o número de criptomoedas em circulação estável.
E, segundo dados do The Block Data, o número de tokens ETH destruídos pela rede foi de US$ 9,23 bilhões desde o estabelecimento da Proposta de Melhoria do Ethereum 1559 (EIP-1559, na sigla em inglês) — também chamado de London Fork.
Em alguns momentos, a rede do ethereum torna a criptomoeda deflacionária. Isso significa que a moeda não perde valor ao longo do tempo, como acontece com o dólar ou mesmo o real, e o ETH pode ser usado como uma reserva de valor.
Os investidores que estão com seus tokens em staking tendem a se beneficiar desse cenário. Afinal, quando forem sacar seus ETH travados em rede, terão a soma da valorização do ethereum mais a recompensa por manter as suas criptomoedas travadas na blockchain.
Nos últimos 6 meses, o ethereum teve uma valorização de aproximadamente 50% e as taxas de recompensa do staking são pagas em cima do valor da criptomoeda. E, por falar nisso…
Ainda segundo o The Block, são mais de US$ 34,622 bilhões em tokens ETH travados na rede, com aproximadamente 566 mil validadores da blockchain.
A proximidade dos saques com o Shapella fez a recompensa pelo staking subir de 4% para pouco mais de 5% ao ano. O cálculo para esse retorno é baseado na inflação da blockchain, nas taxas de transação (gas fees) e de uma métrica que avalia o máximo de valor extraído por bloco inserido na rede, ou MEV.
Existem outros protocolos que fazem o staking na rede do ethereum e pagam taxas melhores. Porém, vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é vasto e nem todos os projetos são seguros para se ganhar um dinheiro extra.
Os maiores protocolos de staking na rede do ethereum, de acordo com o DeFi Llama são:
As recompensas nesses protocolos variam até pouco mais de 5,20% ao ano e permitem o staking de outros tokens e redes.
Vale lembrar, por fim, que o mercado é altamente volátil e o investidor não deve manter uma parcela maior do que 5% dos seus investimentos em ativos digitais.
A liberação dos saques pode gerar um pequeno rali de liquidação de posições em staking. O preço do ethereum pode oscilar negativamente, mas deve recuperar os patamares prévios na sequência.
De acordo com Valter Rebelo, analista da Empiricus, o mecanismo de ajuste dinâmico das taxas de staking serve para evitar esse cenário.
“Em primeiro lugar, não faz muito sentido acontecer essa retirada em massa. O cara que participa do staking já correu muito mais risco quando os tokens estavam travados e, agora que ele tem liquidez, vai retirar?”, explica.
“E você tem um outro mecanismo que encoraja o staking, que é a taxa de recompensa dinâmica. Conforme as pessoas vão se retirando, a recompensa aumenta e aumenta a liquidez”. Em outras palavras, essa “corrida bancária” beneficia quem mantiver os tokens em staking, equilibrando o sistema.
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