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Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo
A reação do mercado à apresentação de ontem (30) do novo arcabouço pode ter passado a impressão errada para os mais desatentos. Afinal, algo recebido com uma alta de quase 2% do Ibovespa deve ser à prova de críticas e a resposta que todos buscavam para a saúde fiscal do país, certo?
Errado. Quem acompanha as discussões sobre o substituto do teto de gastos há mais tempo deve ter inferido que esse avanço representa principalmente um suspiro de alívio coletivo por finalmente ter uma proposta em mãos para analisar. Vale destacar que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entregou o texto no penúltimo dia do prazo estabelecido por ele.
Nesta sexta-feira (31), porém, a euforia já baixou e os analistas e investidores estudaram com mais calma o texto que Lula e seu ministro pretendem emplacar no Congresso. E as conclusões dessa avaliação não parecem ser positivas, já que o Ibovespa voltou a ser pressionado, assim como a curva de juros.
Outro fator que alimentou a tensão é a espera pela análise aprofundada de figuras de peso para o mercado. Talvez a ausência mais sentida seja a de uma declaração do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
O novo arcabouço é um dos principais elementos que deve influenciar a percepção da instituição sobre o cenário fiscal brasileiro e, consequentemente, o rumo que a taxa básica de juros, a Selic, deve tomar no futuro. Até agora, Campos Neto limitou-se a dizer que ainda não viu o texto, mas a prévia “parecia razoável”.
Sem a euforia provocada por uma proposta recém saída do forno e a chancela dos caciques do mercado à nova regra fiscal brasileira, o principal índice acionário da B3 registrou queda de 1,77%, aos 101.882 pontos. O resultado semanal foi positivo, de alta de 3,11%, enquanto o quadro mensal foi o oposto: o Ibovespa recuou 2,89% em março.
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Já o dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,57%, a R$ 5,0686. Na semana, o recuo foi de 3,48% e de 2,99% no mês.
No cenário corporativo, um dos destaques do dia foram as ações da Light (LIGT3). A companhia havia desabado no pregão da última quarta-feira (29) após reportar um prejuízo de quase R$ 5,7 bilhões em 2022 e parecia destinada a um novo tombo hoje ao sofrer um mais um corte em sua avaliação de crédito.
Mas, contrariando as expectativas, os papéis LIGT3 dispararam 19% e apagaram as perdas registradas após o balanço. Apesar do salto, a companhia ainda recua mais de 77% nos últimos 12 meses.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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HCTR11 e outros fundos imobiliários vítimas de calotes despencam até 34% no mês; veja as maiores altas e quedas de março. O pódio ingrato é ocupado por outros quatro fundos de crédito que também registraram inadimplência no portfólio.
SEMANA EM CRIPTO
Processo da Binance não espanta e bitcoin (BTC) sobe quase 2% na semana; veja o que movimenta as criptomoedas nos próximos dias. No campo de indicadores, os dados de emprego e atividade econômica — medida pelo índice de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) — devem dominar as sessões que estão por vir.
DESTAQUE DO DIA
Cogna (COGN3) repetiu de ano algumas vezes, mas fez a lição de casa — e o JP Morgan gostou disso. O primeiro sinal positivo veio nos três meses finais de 2022, mas os analistas acreditam que essa deva ser a tendência ao longo de 2023 para a empresa de educação.
MONEY TIMES
Crise? Lemann volta para o posto de brasileiro mais rico com fortuna de US$ 17 bilhões. Menos de três meses após o pedido de recuperação judicial da Americanas (AMER3), um dos seus acionistas parece já ter dado a volta por cima.
FECHANDO O CERCO
Putin sofre derrota histórica “no quintal” da Rússia e pode levar xeque-mate na guerra da Ucrânia. O chefe do Kremlin, no entanto, promete não deixar barato e já fala em retaliação militar.
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