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Howard Marks, um dos maiores investidores e especialistas em crédito privado do mundo, conta quais são os dois piores erros de quem investe na bolsa; confira
Perguntaram ao Howard Marks qual o maior erro que um investidor pode cometer.
E quando alguém do quilate de Marks para o que está fazendo para responder esse tipo de pergunta, é nossa obrigação também parar para escutá-lo.
Marks é um dos maiores investidores do mundo. No universo do crédito privado, sua especialidade, ele é a maior autoridade.
Chamá-lo de Warren Buffett do crédito talvez nem seja um exagero, já que a Oaktree, sua gestora, entrega rentabilidade anual de cerca de 23% e tem aproximadamente US$ 180 bilhões sob gestão.
Suas ideias sobre o mercado, publicadas em seus famosos “memos”, são acompanhadas de perto e leitura obrigatória no mercado financeiro.
Seus livros, “O Mais Importante para o Investidor” e “Dominando os Ciclos de Mercado”, são best-sellers — o primeiro é um dos mais recomendados na Biblioteca Market Makers.
VEJA TAMBÉM: TOUROS E URSOS - Por que o Ibovespa (ainda) não decolou? Uma entrevista exclusiva com Felipe Miranda
Marks deu uma entrevista para a Bloomberg, que foi publicada ontem.
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Perguntado pelo entrevistador qual o maior erro que um investidor pode cometer, respondeu que na verdade são dois. O primeiro:
“As pessoas acreditam na habilidade de prever o futuro. Sua habilidade ou a habilidade dos outros", afirmou.
"Em geral eu concordo com John Kenneth Galbraith, que disse existir dois tipos de pessoas que fazem previsões, as que não sabem e as que não sabem que não sabem. O investidor precisa entender que ele não sabe o que o futuro reserva e que ninguém mais sabe”, disse Marks.
Essa declaração pode, à primeira vista, parecer contraditória e paradoxal, já que a própria atividade de investir envolve previsões e apostas no futuro. Mas é claro que não é.
O que Marks quer dizer aqui é que não é possível ter certeza sobre o que vai acontecer, e que nos investimentos lidamos sim com previsões, mas sempre no contexto de probabilidades.
Esse erro é tão comum quanto doloroso de ser visto, ainda mais em tempos de “fintweet” e influenciadores.
Nesse universo não faltam “especialistas” prevendo que a ação XPTO é 15 ou a ABCD é 30, e investidores pouco diligentes seguindo cegamente, sem nem perceber que estão tentando prever o futuro.
O segundo erro mais comum apontado por Marks tem a ver com psicologia e preços.
“As pessoas têm a crença de que existe uma ligação direta e mecânica entre as coisas, que se uma empresa passa por um evento positivo, seus títulos vão bem", afirma.
"Se têm eventos negativos, vão mal. Mas não é o caso, porque existe um passo intermediário, que é a reação das pessoas. Não é sobre o evento ser positivo ou negativo, é sobre qual foi a reação das pessoas em relação a ele”, completa Marks.
Muitos investidores só aprendem essa lição — a de que entre os fatos e os preços existem as pessoas — da pior maneira possível, esperando movimentos automáticos ao operar eventos e notícias, e perdendo dinheiro.
E isso acontece ainda mais em um mundo em que as informações circulam fácil e investidores incautos querem apenas pegar um “bizu” em um investimento.
Por tudo isso, ouvir o que Howard Marks sempre tem a dizer é fundamental.
Um abraço,
Renato Santiago
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