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Da última vez que o comitê de política monetária do Federal Reserve se reuniu para a quase ritualística decisão de juros do BC americano, Jerome Powell e sua turma haviam acabado de concluir o que parecia ter sido um bem-sucedido exorcismo do sistema bancário global.
Poucos dias antes do encontro, os principais banqueiros centrais do mundo correram para prestar o suporte necessário às instituições financeiras de médio porte e em risco de quebra. Uma tentativa de evitar que um 2008 ainda pior viesse a acontecer.
Na época, as medidas pareciam suficientes para evitar a catástrofe — e, assim, o Fed seguiu o seu plano de aperto monetário.
O BC americano voltará a se reunir na semana que vem, mas é improvável que Powell e os demais dirigentes colham os louros do sucesso da reunião anterior — muito pelo contrário. Ao que tudo indica, o fantasma da crise bancária ainda está longe de ser completamente exorcizado.
O Credit Suisse pode até ter sido salvo na Europa, mas, nos EUA, os bancos médios seguem dando sinais de fraqueza, com os números do primeiro trimestre de 2023 mostrando uma forte queda no volume de depósitos e um saque de recursos dessas instituições.
Nesta terça-feira (24), os investidores não tiraram da cabeça os dados do First Republic Bank. As ações do banco americano chegaram a cair quase 50% no dia, mas o efeito dos resultados não se limitou a isso, com um impacto direto sobre o mercado como um todo.
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Para os investidores, a conta é simples: o risco de que uma crise sistêmica no setor bancário se desenrole e jogue por terra o crescimento da atividade econômica ainda segue vivo — e pode ser preciso que o Fed volte a considerar uma pausa no aperto dos juros.
Assim, ainda que a curva de juros tenha passado por um ajuste de baixa, Wall Street amargou fortes perdas.
No Ibovespa, o segundo dia consecutivo de queda do minério de ferro acabou prejudicando o índice, que caiu 0,70%, aos 103.220 pontos. O dólar à vista subiu 0,47%, aos R$ 5,0647.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
CONTABILIDADE
De onde vieram os R$ 4,2 bilhões que engordaram o balanço do Santander (SANB11) no primeiro trimestre? O banco registrou uma reversão bilionária de provisões; entenda o que foi considerado no balanço.
CONTORNANDO AS DÍVIDAS
Sequoia Logistica (SEQL3) anuncia aumento de capital e ações tombam mais de 10%. Para os analistas do BTG Pactual, a emissão das novas ações levará à uma diluição expressiva dos acionistas atuais — girando em torno de 24% a 47%.
ALTO ESCALÃO
Mais problemas para a CVC (CVCB3): diretor financeiro deixa cargo após renegociação da dívida com credores de debêntures. O CEO Leonel Andrade vai acumular interinamente o posto de CFO.
REELEIÇÃO 80+
O que está por trás do anúncio da candidatura à reeleição de Joe Biden? O lançamento ocorre exatos quatro anos após a oficialização de seu nome para a corrida em 2020 — e, assim como naquela ocasião, a ideia é impedir que Donald Trump consiga um novo mandato.
SEM ESFORÇO
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