O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Ibovespa teve alta de 2,18%, impulsionado especialmente pelas ações da Petrobras (PETR3;PETR4), que subiram mais de 11%

O início do conflito de Israel com o grupo palestino Hamas na Faixa de Gaza pegou o mundo de surpresa no último sábado (7). A escalada da tensão da região não se restringiu apenas ao Oriente Médio, mas contagiou os mercados globais na última segunda-feira (9), afetando ativos como ouro, dólar e o petróleo.
Apesar disso, na semana passada, a bolsa brasileira teve um bom desempenho, avançando 2,18% nos últimos cinco dias. Quem impulsionou o Ibovespa foram as empresas relacionadas às commodities, especialmente a Petrobras (PETR3;PETR4), cujas ações subiram mais de 11% no mesmo período.
E tudo graças à valorização do petróleo da última semana. Acontece que os preços da principal commodity energética do mundo tiveram uma escalada com o aumento das tensões em uma das principais regiões produtoras do mundo.
Os investidores ainda recorreram a outros investimentos considerados de menor risco pelos analistas. Veja a seguir os três ativos de risco que mais se valorizaram nos últimos cinco dias:
ONDE INVESTIR EM OUTUBRO? Analistas da Empiricus Research revelam suas principais recomendações para o mês em entrevista completa para o Youtube do Seu Dinheiro. Assista agora:
Começando pela moeda norte-americana, o dólar se fortaleceu frente a uma cesta de outras moedas fortes do mundo — o índice que mede essa variação é o DXY.
Leia Também
A fuga para moedas mais estáveis acontece especialmente em momentos de crise, como é o caso da Argentina. Contra o peso do país, a valorização foi de mais de 3%.
Apesar do estresse, a divisa com o real brasileiro encerrou a semana em baixa de 1,64%, refletindo a perspectiva crescente de que não haverá alta de juros nos EUA em novembro. Em outubro, contudo, o dólar ainda acumula valorização de 3,35%, em razão da disparada na primeira semana do mês.
Já no caso do ouro, a alta semanal foi de 5,18%. Mais de 3% dos ganhos aconteceram na última sexta-feira (13), quando o metal se aproveitou da baixa nos rendimentos dos Treasurys (os títulos do Tesouro norte-americano) e da deterioração no sentimento de risco.
Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para dezembro fechou em alta de 3,11%, a US$ 1.941,50 por onça-troy.
Porém, a Capital Economics pontua que o conflito entre Israel e Hamas, iniciado no fim de semana passado, não influenciou a procura por metal precioso diretamente, mas contribuiu para a derrubada dos Treasuries hoje dada a procura por ativos de segurança alternativos, no caso, com ouro prevalecendo.
*Com informações do Estadão Conteúdo
PEDIDO ENTREGUE
TEMPORADA DE BALANÇOS
DISPUTA PELO CAPITAL GLOBAL
MEXENDO NO PORTFÓLIO
CASTIGO DO MONSTRO
SURPRESA NEGATIVA
MERCADOS
TEMPORADA DE BALANÇOS
ALÍVIO PASSAGEIRO?
TEMPORADA DE BALANÇOS
EM EXPANSÃO
REABERTURA DE JANELA?
TEMPORADA DE BALANÇOS
CARTEIRA RECOMENDADA
BANCANDO O PREÇO DE CRESCER
DECEPCIONOU?
RESULTADOS TRIMESTRAIS
ENGORDANDO A CARTEIRA
CLIMA BAIXO ASTRAL
FIM DA SECA DE IPOS