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A indicação recebeu luz verde do conselho de administração da estatal nesta segunda-feira (27); mandato vai até 13 de abril de 2023
O conselho de administração da Petrobras (PETR4) aprovou nesta segunda-feira (27) Caio Mário Paes de Andrade como presidente-executivo da estatal por sete votos a três. Mas quem é ele?
Paes de Andrade é formado em Comunicação Social pela Universidade Paulista e tem cursos de pós-graduação em administração pelas norte-americanas Harvard University e Duke University.
Com passagens por empresas de tecnologia da informação, ele migrou para a administração pública em 2019, quando assumiu a presidência do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).
Em agosto de 2020, Paes de Andrade assumiu o cargo de secretário especial de desburocratização do Ministério da Economia.
Ele também é membro do Conselho de Administração da Embrapa e da Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), estatal que administra o óleo lucro da União em campos produtores do pré-sal. Aí reside seu único contato mais claro com o setor de óleo e gás.
Não bastasse todo embate entre o governo e a Petrobras (PETR4) em torno do aumento de preço dos combustíveis, a indicação de Paes de Andrade ainda deve enfrentar outros obstáculos.
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De acordo com fontes ouvidas pelo Broadcast, o currículo de Paes de Andrade não atenderia os requisitos do cargo.
Além de não ter nenhuma relação com o setor de atuação da empresa que vai comandar, a formação do executivo também não atendeu às exigências da Petrobras, já que ele não teria concluído uma pós-graduação que consta na documentação.
Paes de Andrade será o quarto presidente da Petrobras (PETR4) no governo Bolsonaro e terá pela frente o desafio de lidar com a pressão federal em relação ao aumento dos combustíveis e à política de preços da estatal, regida por um estatuto.
Ele substituirá José Mauro Ferreira Coelho, que renunciou ao comando da empresa na segunda-feira (20) em meio, justamente, a essa queda de braço.
Crítico dos reajustes e atrás nas pesquisas de intenção de voto com vistas às eleições de outubro, Bolsonaro vem tentando mexer na direção da Petrobras na esperança de que os executivos evitem repassar a alta dos preços dos petróleo no mercado internacional.
A política de preços, entretanto, é prerrogativa de uma empresa que tem no governo federal seu sócio majoritário, com amplo controle sobre o conselho de administração.
A intervenção nos preços dos combustíveis, porém, é vetada pelo estatuto da Petrobras, a menos que a estatal seja ressarcida pela União.
Nos últimos meses, a paridade com os preços internacionais do petróleo levou a empresa a promover uma série de reajustes.
O mais recente desses reajustes ocorreu durante o feriado de Corpus Christi. O preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras subiu 5,2%. Já o do diesel aumentou 14,2%.
A queda de braço entre o governo e a Petrobras (PETR4) em torno do aumento dos combustíveis não é o único desafio de Paes de Andrade no comando da estatal.
Depois do reajuste anunciado pela empresa no feriado, Bolsonaro propôs a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os seguidos reajustes.
Depois do anúncio do reajuste, o presidente disse ter conversado com o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (Progressistas-PR), e com o presidente da Casa, Arthur Lira (Progressistas-AL), para abrir uma CPI.
Bolsonaro e Lira chegaram a sugerir, inclusive, que a forte queda das ações da Petrobras no dia do reajuste mais recente deveu-se ao aumento dos preços. Segundo analistas de mercado, porém, os motivos foram os persistentes ruídos políticos e a queda do petróleo nos mercados internacionais.
O presidente tem defendido a instauração da CPI para investigar a formação de preços de combustíveis.
Desde 2016, a companhia segue os preços internacionais, já que importa petróleo para suprir a demanda interna. A política foi implementada durante o governo Michel Temer.
No início de junho, a Petrobras chegou a lançar um site exclusivamente dedicado a explicar como funciona sua atual política de preços.
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