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Localizada no estado de Mato Grosso do Sul, a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III) começou a ser construída em 2011, mas as obras foram interrompidas no final de 2014

Mostrando que, com ou sem presidente no cargo, sua estratégia de desinvestimentos não para, a Petrobras (PETR4) divulgou nesta terça-feira (31) o teaser para a venda de uma planta industrial de produção de fertilizantes nitrogenados.
Localizada no estado de Mato Grosso do Sul, a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III) começou a ser construída em 2011, mas as obras foram interrompidas no final de 2014. Segundo a estatal, o avanço físico é de 81% e "tem sido realizada regularmente a preservação da unidade e equipamentos".
Quando concluída, a planta terá capacidade projetada de produção de ureia e amônia de 3.600 t/dia (toneladas por dia) e 2.200 t/dia, respectivamente. Quem adquirir o negócio, aliás, terá de se comprometer com a finalização das obras.
De acordo com a Petrobras, a capacidade de produção de ureia representaria aproximadamente 20% do consumo aparente brasileiro em 2020. Além disso, a unidade tem localização estratégica tanto em relação aos mercados consumidores quanto à logística de suprimentos.
"Essa operação está alinhada à estratégia de gestão de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor e maior retorno à sociedade", destaca a petroleira em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
Para as empresas interessadas no negócio, o teaser liberado pelo Petrobras traz, além das informações sobre a planta, os critérios que devem ser atendidos pelos compradores.
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A participação no processo só poderá ocorrer se a companhia atender a pelo menos uma das seguintes exigências:
Além disso, os interessados também serão vetados caso estejam incluídos nas listas restritivas do Cadastro de Empresas Inidôneas e Suspensas, Cadastro Nacional de Empresas Punidas e Empresas impedidas de transacionar com a Petrobras.
Por falar em vendas e Petrobras (PETR4), o governo Jair Bolsonaro parece disposto a tudo o que estiver ao alcance para se livrar de qualquer responsabilização pelos recorrentes aumentos de combustíveis pela estatal.
Numa tabelinha entre os ministros Paulo Guedes e Adolfo Sachsida, o Ministério das Minas e Energia (MME) enviou ao da Economia um pedido formal de inclusão da Petrobras no chamado Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).
O PPI é o propalado programa de privatizações do governo Bolsonaro, que muito prometeu e pouco entregou ao longo de mais de três anos e meio de mandato.
A informação sobre a inclusão veio à tona no fim da noite de ontem, em fato relevante enviado pela Petrobras à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
“O ofício informa que a deliberação pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos ocorrerá em 2 de junho”, diz o comunicado publicado pela Petrobras.
MERCADO IMOBILIÁRIO
TÁBUA DE SALVAÇÃO CARA
HORA DE FUGIR?
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COMENDO PELAS BEIRADAS?
COMBUSTÍVEIS
LUXO NA CARTEIRA
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