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Nem Gabigol — artilheiro do torneio — conseguiu evitar que o rubro-negro empatasse a partida de sábado (01) com o clube das Laranjeiras e cedesse o título estadual
Diga ao Flamengo que fico. Após perder o título estadual no sábado (02) para o Fluminense, os flamenguistas acordaram neste domingo (03) com a notícia de que Rodolfo Landim, atual presidente do clube, abriu mão da posição como presidente do conselho da Petrobras (PETR4).
Em nota, Landim explicou as razões para permanecer no clube carioca e desistir da indicação ao cargo de presidente do conselho da estatal.
“Apesar do tamanho e da importância da Petrobras para o nosso país, e da enorme honra para mim em exercer este cargo, gostaria de informá-lo que resolvi abrir mão desta indicação, concentrando todo meu tempo e dedicação para o ainda maior fortalecimento do nosso Flamengo”, disse.
Segundo Landim, um documento no qual informa a decisão e agradece o convite foi encaminhado ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.
Parece que a derrota para o Fluminense neste sábado (02) pesou na decisão de Landim. O Fluminense empatou com o Flamengo em 1 a 1 no segundo jogo da final do Campeonato Carioca, no Maracanã, e consagrou-se campeão estadual.
O rubro-negro abriu o placar com Gabigol, artilheiro do torneio, mas o argentino Germán Cano empatou o jogo e fez com que o clube das Laranjeiras conquistasse o Rio de Janeiro pela 32ª vez.
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Na nota deste domingo (03), Landim manifestou “preocupação em não conseguir, dada a dedicação que as duas instituições demandariam nesse momento, exercer ambas as funções com a excelência por mim desejada e à altura que a Petrobras e o Flamengo merecem”.
“Em relação ao Flamengo, os últimos acontecimentos me demonstraram a necessidade de termos todos nós o compromisso de um grau ainda maior de dedicação e foco ao clube.”
Ele citou também que foi reeleito para um mandato de três anos e que “exercer bem o cargo de presidente do Flamengo é minha total prioridade”.
O conselho de administração da Petrobras (PETR4) é composto por no mínimo sete e no máximo 11 membros — todos eleitos em Assembleias Gerais de acionistas, com mandato de até dois anos e direito a três reeleições seguidas.
O órgão é responsável por definir e aprovar o plano estratégico de negócios da estatal, que enfrenta pressão política por causa do aumento dos preços dos combustíveis.
Landim havia sido apontado para comandar o conselho em 28 de março, junto com a indicação do economista Adriano Pires para a presidência da Petrobras (PETR4).
Presidente do Flamengo desde 2019, Landim tem longo histórico de ligação com a Petrobras, tendo sido funcionário de carreira na estatal por 26 anos e ocupando diversas posições gerenciais.
Foi presidente da Gaspetro e da BR Distribuidora, e posteriormente atuou como diretor geral da MMX e CEO da OGX e da OSX, todas empresas do grupo X, de Eike Batista.
Engenheiro com especialização em obras hidráulicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fez pós-graduação em engenharia de petróleo pela Petrobras e Universidade de Alberta, além de administração de negócios pela Universidade Harvard.
A Assembleia Geral Ordinária (AGO), na qual os acionistas da Petrobras (PETR4) irão deliberar sobre as indicações, será realizada no dia 13 de abril.
O atual presidente do Conselho de Administração, almirante Eduardo Bacellar Ferreira, está no cargo desde 2019 e não será reconduzido, tendo alegado motivos pessoais para deixar a posição.
Na sexta-feira (01), a Petrobras havia informado que recebeu ofício do Ministério das Minas e Energia em referência à AGO, com duas substituições nas indicações para a eleição ao Conselho de Administração da companhia. Na ocasião, Landim ainda estava na lista de indicados.
Além dos dois executivos, o MME confirmou na sexta-feira a indicação de outros nomes para o Conselho de Administração: Sonia Julia Sulzbeck Villalobos; Luiz Henrique Caroli; Ruy Flaks Schneider; Márcio Andrade Weber; Eduardo Karrer e Carlos Eduardo Lessa Brandão.
Após Landim abrir mão da indicação à presidência do conselho da Petrobras, o Ministério de Minas e Energia afirmou ao Broadcast que está avaliando um novo nome para o cargo. De acordo com a pasta, a indicação será avaliada com a "responsabilidade que a situação requer".
A chamada terceira via ainda tem chances nas eleições depois da saída de Sergio Moro e a polêmica sobre a candidatura de João Doria? Aperte o play e ouça o comentário dos repórteres do Seu Dinheiro:
*Com informações do Estadão Conteúdo
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