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Abicom calcula que, ao fechamento de quinta-feira, a gasolina registrava defasagem de 18% em relação aos preços no mercado exterior, enquanto o diesel estava 20% mais barato
Enquanto a defasagem da gasolina e do diesel chegam a níveis recordes, segundo levantamento da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), a Petrobras (PETR4) continua a defender a sua política de preços (PPI) e a paridade dos combustíveis com o mercado internacional.
Segundo fontes relataram ao Estadão, o tema dos preços dos combustíveis foi discutido em uma reunião do conselho de administração da petroleira nesta quarta-feira.
De acordo com apuração do jornal, apesar de os preços dos combustíveis recentemente terem estado desalinhados com os valores do mercado internacional, a estatal avalia que agora já não mais existiria defasagem, tanto para a gasolina quanto para o diesel.
A diferença se deve a diferentes metodologias adotadas pela estatal e pelos demais agentes e especialistas, de acordo com as fontes ouvidas pelo jornal.
Essa visão foi defendida recentemente pelo diretor de exploração e produção da Petrobras, Fernando Borges. Ao participar de evento há duas semanas, o executivo afirmou que os cálculos de defasagem da Abicom e da própria estatal possuem metodologias diferentes.
"Volume e escala contam muito. A Abicom tem a visão dela de defasagem, e nós temos visão distinta porque nossa escala é distinta."
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Segundo o executivo, a companhia acompanha a dinâmica de defasagem de seus preços na comparação com o PPI e, na média, ela estaria muito próxima do valor de mercado.
Mesmo assim, Borges reconheceu que a petroleira estava repassando mais rapidamente os cortes nos preços do petróleo aos valores finais dos combustíveis, enquanto segurava os repasses das oscilações para cima da commodity.
“A gente (Petrobras) passa mais amiúde a redução e demora um pouco mais para passar a subida…, (com isso) nós estamos beneficiando a sociedade brasileira”, afirmou.
No último comunicado oficial sobre o tema, na quarta-feira, a Petrobras destacou que os reajustes nos preços dos combustíveis acontecem “no curso normal de seus negócios” e que evitava o repasse imediato das volatilidades externas e do câmbio aos preços.
O Seu Dinheiro procurou a Petrobras em busca de esclarecimentos sobre as notícias acerca da política de preços, mas até o momento não obteve resposta.
Enquanto a Petrobras diz que os preços estão alinhados com a paridade internacional, a Abicom divulgou ontem que a gasolina registrava defasagem de 18% em relação aos preços no mercado exterior.
Nos cálculos da associação, para atingir a paridade internacional, seria necessário um aumento de R$ 0,75 por litro dos preços nas refinarias.
A diferença no valor é superior à maior defasagem entre o preço nacional de refinaria da gasolina e a referência internacional, que era de 15,8% em março, ou de R$ 0,61 por litro.
Enquanto isso, a diferença dos valores do diesel frente à paridade de importação era de 20%. Desse modo, seria necessário um reajuste para cima de R$ 1,25 por litro nas refinarias.
É importante ressaltar que o valor supera o recorde anterior de defasagem do combustível, de 17,4%, ou de R$ 1,03 por litro.
De acordo com relatório do Centro Brasileiro de Infraestrutura, a petroleira está vendendo gasolina abaixo do Preço de Paridade de Importação (PPI) nas refinarias há seis semanas, enquanto a defasagem no diesel acontece desde o início de outubro.
Mas, segundo o diagnóstico apresentado pela petroleira ao conselho de administração nesta semana e acessado pelo Estadão, as contas da área técnica da estatal mostram que os preços da gasolina estão alinhados, enquanto os do diesel, praticamente zerados.
A política de preços da estatal considera os valores praticados no exterior, principalmente no Golfo do México, nos Estados Unidos, além de frete e câmbio.
Desde meados de setembro, a situação é de alta dos preços do petróleo no mundo, uma vez que a Opep decidiu reduzir a produção, com a alegação de que a economia mundial corre o risco de entrar em recessão.
Mesmo assim, a Petrobras ainda não reajustou os preços finais dos combustíveis nas refinarias.
Segundo informações do Estadão, o mercado considera que a decisão da Petrobras de segurar os repasses da alta do petróleo nos preços dos combustíveis nas refinarias pode ter grande influência política.
Isso porque, de acordo com o jornal, o governo do presidente Jair Bolsonaro vem pressionando a diretoria da petroleira a não reajustar os preços dos derivados pelo menos até o fim da corrida eleitoral.
O movimento poderia, inclusive, beneficiar a campanha do presidente Jair Bolsonaro, que concorre à reeleição.
Para o Centro Brasileiro de Infraestrutura, porém, seria “leviano dizer que a decisão é política”, uma vez que existe a possibilidade, mas não é possível afirmar com certeza.
*Com informações de Estadão Conteúdo
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