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Investidores estrangeiros continuaram aportando capital no Brasil, e criptomoeda viu uma recuperação parcial após o tombo de janeiro; veja o ranking completo dos melhores e piores investimentos do mês

Mês mais curto do ano e afetado pelo Carnaval, fevereiro em 2022 foi marcado também pelo início de uma guerra entre Rússia e Ucrânia, mas que pode tomar proporções mundiais e pesar negativamente sobre a economia global. Mesmo assim, o bitcoin, que vêm sofrendo com uma alta volatilidade por conta do conflito e da perspectiva de alta dos juros nos Estados Unidos, conseguiu ficar em primeiro lugar no ranking dos melhores investimentos do mês.
A criptomoeda, que terminou fevereiro cotada a R$ 222.922,06 (ou US$ 43.198,60), viu uma recuperação parcial depois do tombo de janeiro. No ranking, ela foi seguida pelo ouro, cujo preço subiu quase 1,5%, mesmo em um período de queda do dólar ante o real, dada a busca dos investidores pelos ativos de proteção em meio às incertezas.
Em terceiro lugar, vieram os títulos prefixados, que conseguiram desempenho positivo no mês, apesar da alta dos juros futuros. A proximidade do fim do ciclo de alta da Selic, que vem sendo indicada pelo Banco Central, tende a beneficiar esse tipo de título público.
Na outra ponta do ranking, vemos o dólar, que viu uma queda de 4,06% na cotação PTAX, que terminou o mês em R$ 5,14, e de 2,83% na cotação à vista, que fechou em R$ 5,16 no período.
Os investidores estrangeiros continuaram ingressando no mercado brasileiro, inclusive mediante as ameaças de invasão da Ucrânia pela Rússia, concretizada no final do mês.
Além de a bolsa brasileira estar barata, ela também tem alta exposição a commodities, ativos que podem encarecer ainda mais com a guerra, sobretudo o petróleo. Assim, os gringos entendem que as ações das companhias brasileiras produtoras de matérias-primas podem atuar como proteção nesses tempos de novas ameaças inflacionárias.
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Tanto que o Ibovespa, embora não tenha ficado entre os melhores investimentos do mês, fechou o período no azul, com alta de 0,89%, aos 113.141 pontos, acumulando um ganho de quase 8% no ano até 25 de fevereiro.
Outro fator que atrai o capital gringo, mas desta vez para a renda fixa, é a Selic elevada e muito mais alta que os juros americanos.
Ainda na lanterna do ranking, vemos os títulos Tesouro IPCA+ de longo prazo, prejudicados pela alta dos juros futuros, e os fundos imobiliários, aqui representados pelo índice do setor, o IFIX.
O mercado de FII brasileiro não atrai os estrangeiros na mesma medida que o mercado de ações, então é composto basicamente de investidores locais, e com uma grande participação da pessoa física.
Assim, a alta dos juros futuros e a Selic elevada (ainda que em fim de ciclo de alta), com perspectivas de novas pressões inflacionárias, o que poderia pesar sobre os juros ainda mais, prejudicam o mercado imobiliário e desestimulam o investimento nesse mercado.
Para completar, o mercado de FII foi marcado, em fevereiro, por um imbróglio envolvendo uma decisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no fim de janeiro, e que causou grande insegurança jurídica no setor. Entenda a história.
Veja a seguir o ranking completo dos melhores e piores investimentos de fevereiro. Todos os ativos têm fechamento em 25 de fevereiro, já que em 28 de fevereiro os mercados domésticos não funcionaram por conta do Carnaval. A única exceção é o bitcoin, cujo fechamento considerado na tabela foi 28 de fevereiro, uma vez que o mercado cripto nunca fecha.
| Investimento | Rentabilidade no mês | Rentabilidade no ano |
| Bitcoin | 9,18% | -13,38% |
| Ouro | 1,49% | -6,97% |
| Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2031 | 1,32% | -2,31% |
| Tesouro Selic 2027 | 1,27% | 2,03% |
| Tesouro Selic 2024 | 0,99% | 1,68% |
| CDI* | 0,92% | 1,49% |
| Ibovespa | 0,89% | 7,94% |
| Índice de Debêntures Anbima Geral (IDA - Geral)** | 0,81% | 1,14% |
| Tesouro Prefixado 2026 | 0,67% | -1,09% |
| Índice de Debêntures Anbima - IPCA (IDA - IPCA)** | 0,66% | 0,24% |
| Poupança antiga*** | 0,64% | 1,21% |
| Poupança nova*** | 0,64% | 1,21% |
| Tesouro Prefixado 2024 | 0,30% | -0,12% |
| Tesouro IPCA+ 2026 | -0,03% | 0,03% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2030 | -0,22% | -1,88% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2040 | -0,36% | -3,47% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2055 | -0,46% | -3,79% |
| Tesouro IPCA+ 2035 | -1,01% | -5,58% |
| IFIX | -1,29% | -2,27% |
| Tesouro IPCA+ 2045 | -2,68% | -11,04% |
| Dólar à vista | -2,83% | -7,54% |
| Dólar PTAX | -4,06% | -7,89% |
Veja também quais foram as maiores altas e maiores quedas do Ibovespa no mês que passou.
| Empresa | Ação | Variação |
| SulAmérica | SULA11 | 38,58% |
| B3 | B3SA3 | 31,71% |
| Rede D'Or | RDOR3 | 15,07% |
| Carrefour | CRFB3 | 14,28% |
| Vale | VALE3 | 14,11% |
| Totvs | TOTS3 | 13,69% |
| Minerva | BEEF3 | 13,31% |
| Bradespar | BRAP4 | 12,26% |
| Cielo | CIEL3 | 11,74% |
| Equatorial | EQTL3 | 11,37% |
| Empresa | Ação | Variação |
| Qualicorp | QUAL3 | -30,11% |
| BRF | BRFS3 | -25,17% |
| Inter unit | BIDI11 | -22,29% |
| Via | VIIA3 | -19,70% |
| Méliuz | CASH3 | -18,90% |
| Ecorodovias | ECOR3 | -18,06% |
| Eztec | EZTC3 | -17,82% |
| Positivo | POSI3 | -14,64% |
| Magazine Luiza | MGLU3 | -14,14% |
| JHSF | JHSF3 | -14,00% |
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