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Analistas veem forte volatilidade no futuro da commodity, que está entre a cruz da recessão global e a espada da crise energética na Europa
Após superar os US$ 120 nas máximas do ano, no fim de maio, o barril de petróleo tipo Brent, aquele que dita os preços da gasolina e outros combustíveis, passou por um forte alívio, que se refletiu nas bombas, na inflação brasileira e no bolso do consumidor.
A queda dos últimos meses, entretanto, não significa que o pior já passou. Segundo analistas do Bank of America (BofA), o futuro próximo do petróleo é de muita volatilidade - e os preços podem tanto voltar a disparar quanto desabar de vez, dependendo do que acontecer nos próximos meses.
Os riscos no horizonte da commodity são tantos, segundo o banco, que os preços podem subir ou cair entre US$ 5 e mais de US$ 20, a depender dos fatores que pesem mais - se aqueles que pressionam as cotações para cima ou para baixo.
Atualmente, o BofA prevê que o preço do Brent termine 2022 em US$ 100 - hoje, o barril é negociado na faixa dos US$ 90.
No entanto, caso os fatores de risco que pressionam o preço para baixo tenham mas peso - como o risco de recessão global, por exemplo -, o petróleo pode terminar o ano negociado perto dos US$ 75, acreditam os analistas; por outro lado, se sobressaírem os fatores que puxam o preço para cima - como a crise energética na Europa -, o preço do Brent poderia voltar à faixa dos US$ 120.
Esse verdadeiro cabo de guerra no meio do qual se encontra o preço do Brent deve ditar as decisões da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) de aumentar ou cortar a oferta de petróleo no mercado.
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A entidade decidiu cortar a oferta em 100 mil barris por dia ontem, mas concordou que poderia se reunir a qualquer momento para ajustar a produção antes da próxima reunião, agendada para 5 de outubro.
Em relatório publicado recentemente, o BofA listou os oito fatores de risco que podem pressionar o preço do petróleo para cima ou para baixo nos próximos meses, influenciando as decisões da Opep+ e possivelmente ditando se a gasolina vai ficar ainda mais barata ou se vai voltar a estrangular o consumidor. Veja a seguir:
O risco de recessão global, com o aperto monetário generalizado para controle da inflação, seria capaz de levar o preço do Brent para perto de US$ 75 o barril, diz o BofA.
Uma retomada do acordo nuclear iraniano poderia levar as exportações de petróleo do país persa a lançarem mais 1 milhão de barris por dia no mercado, o que poderia derrubar o preço da commodity entre US$ 10 e US$ 15 temporariamente. O BofA acredita, no entanto, que a Opep+ tomaria alguma atitude em relação a esse aumento de oferta.
Por outro lado, a crise energética europeia em razão da guerra entre Ucrânia e Rússia, justo quando o inverno se aproxima, pode pressionar fortemente os preços do petróleo para cima.
A disparada no preço do gás pode levar a uma desaceleração da economia europeia, o que é um fator de baixa para a demanda e o preço do petróleo, mas também pode pressionar por uma substituição do gás pelo óleo.
Essa substituição pode ocorrer até mesmo na Ásia, dizem os analistas, a fim de liberar a produção de carvão e gás da região para atender ao mercado europeu.
A perda da capacidade global de refino está deixando a Opep+ numa saia justa, alerta o BofA. O aumento da oferta de óleo cru pode, por um lado, esbarrar nesse gargalo; o corte da oferta, por outro lado, pode levar os preços do diesel e do querosene de aviação a dispararem novamente para a casa dos US$ 200.
Com o gargalo na indústria de refino, o BofA alerta que o spread entre os preços dos derivados mais leves e os preços do óleo cru disparou, o que também pode dificultar um aumento de oferta pela Opep+, ainda que esta se mostre necessária.
Para além da guerra entre Ucrânia e Rússia, outros eventos geopolíticos no mundo, notadamente na Líbia e no Iraque, podem acabar afetando a cadeia de produção de petróleo, reduzindo a oferta e pressionando os preços para cima.
Os EUA estão prestes a concluir a liberação das suas reservas estratégicas de petróleo em outubro. Com a forte queda dos inventários governamentais nos últimos meses, o fim da liberação das reservas americanas pode levar a uma lacuna no mercado.
Por fim, ainda há dúvidas acerca da demanda chinesa por petróleo. Por um lado, o Gigante Asiático recentemente decretou novos lockdowns em cidades economicamente importantes em razão da covid-19, fator que tende a diminuir a demanda por petróleo.
Por outro, diz o BofA, o Congresso do Partido Comunista no fim de outubro pode sinalizar mudanças nessa política, e Hong Kong já está trabalhando para eliminar exigências de quarentena para se entrar na região.
Os analistas acreditam que, como o tráfego aéreo ainda está baixo na Ásia, a queda das medidas restritivas pode aumentar a demanda por querosene de aviação rapidamente.
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