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A saída de Alex Mashinsky aconteceu há pouco mais de dois dias, e o reflexo na empresa foi praticamente zero: o token CEL opera em queda de 4,13%, cotado a US$ 1,44
Os investidores em criptomoedas precisaram de nervos de aço nos últimos quatro meses. O congelamento de tokens da plataforma Celsius deixou os investidores a ver navios, e o anúncio de que a empresa entrou com pedido de falência também não indica um futuro promissor.
Nesses últimos 120 dias, aconteceu de tudo e mais um pouco: companhias se juntaram para comprar os ativos remanescentes da plataforma, muitos short squeezes aconteceram ao longo do caminho, e o fato que permanece é que os clientes ainda não tiveram acesso aos fundos congelados.
O novo capítulo dessa série que abalou o mercado de criptomoedas no segundo semestre foi a saída do CEO da Celsius, Alex Mashinsky, após uma decisão coletiva da rede, há pouco mais de dois dias - e o reflexo na empresa foi praticamente zero.
Nesta quinta-feira (29), o token CEL, que leva o mesmo nome da plataforma, opera em queda de 4,13%, cotado a US$ 1,44.
A saída de Mashinsky aconteceu durante as investigações, com forte posicionamento de um representante dos usuários que defendiam a renúncia do CEO. “É inaceitável e não é do interesse dos clientes. Pedimos a imediata mudança [dessa] liderança”, afirma.
Isso porque Mashinsky era um entrave ao plano de reestruturação da plataforma, que visava vender os ativos remanescentes para pagar as dívidas.
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Aqui vale uma pequena explicação: a Celsius preencheu o formulário do capítulo 11 do protocolo de falências dos EUA. Este é um passo anterior ao fechamento das portas de uma empresa, onde um tribunal determina datas e exige um plano de reestruturação dos negócios enquanto as operações da companhia continuam funcionando.
Agora, o escritório especializado em reerguer empresas após a falência, Akin Gump Strauss Hauer & Feld LLP, deve ter mais liberdade para agir.
Essa mesma empresa auxiliou a Voyager Digital com seu pedido de falência no mesmo período de crise no mercado.
Sam Bankman-Fried (também conhecido como SBF), CEO da corretora de criptomoedas (exchange) FTX, se juntou à Alameda Research para comprar os ativos da Celsius em meio à reestruturação da plataforma.
Essa não é a única aquisição anunciada pela FTX. Na última terça-feira (27), a exchange ganhou a licitação para comprar os ativos da também falida Voyager Digital por cerca de US$ 1,4 bilhão.
Além da FTX, outras corretoras também estão em uma corrida para comprar esses ativos. A própria Binance, maior exchange do mundo, e a Coinbase, segunda maior, também estão no páreo para a compra dessas criptomoedas e plataformas.
Sabendo que “não existe almoço grátis”, há um motivo para os bilionários de empresas do setor de criptomoedas estarem de olho em plataformas e ativos após o crash do começo do segundo semestre.
Em primeiro lugar, as aquisições dessas plataformas estão mais baratas porque poucas companhias do setor conseguiram manejar o caixa no período de queda.
Durante o bull market, os retornos astronômicos permitiram um crescimento desses aplicativos, mas com a mudança de cenário, ficou cada vez mais difícil cobrir as perdas.
Com isso, bons projetos de lending, staking e outras tecnologias estão bastante descontados. Corretoras maiores e mais sólidas nesse setor partiram para uma caça a essas barganhas — o que já foi declarado pelo próprio SBF.
Mais do que adquirir bons projetos, essas empresas firmaram um compromisso informal de “salvar o mercado” de um despejo desenfreado de tokens.
Após as falências, o maior medo do mercado era a liquidação de posições em criptomoedas a um baixo preço. O grande volume de moedas jogado no mercado teria potencial de derrubar ainda mais as cotações — já pressionadas pelo cenário macro.
Em última instância, o efeito dominó poderia inclusive afetar as grandes corretoras de cripto. Com essa compra diluída entre várias entidades, o risco de um novo crash é reduzido.
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